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domingo, 9 de Junho de 2002

Voltei a consultar o Copernic e ando agora a pesquisar o que há sobre o I Ching, esse insondável mistério, do qual brotaram coisas tão maravilhosas e definitivamente perfeitas como a acupunctura, a macrobiótica, as artes marciais, a cronobiologia, a sincronicidade, a alquimia chinesa (e provavelmente a alquimia universal), um germe de Kaballah (que pode ser o I Ching senão uma Kaballah ainda indecifrável?)e sei lá que mais.

O obstáculo maior de penetrar no mistério do Tao é também a língua ou sistema de escrita em que o taoísmo foi gerado e concebido. O que deu todas as «adaptações» e traduções/traições com que modernamente nos vamos servindo e, o que é ainda mais espantoso, com a maior eficácia prática.

Mesmo «adaptado» e «traído» o Tao continua a funcionar na perfeição. O enigma de um enigma.

Por mais que a ciência moderna encontre pontes de passagem para esta súmula sabedoria, ficará talvez sempre aquém. O caso do nosso Fritjof Capra, por exemplo, ou mesmo do nosso Etienne Guillé. Se a sua linguagem vibratória de base molecular é a língua universal, então talvez uma ponta do véu do enigma Tao possa ser levantada pelo trabalho de Guillé. E o I Ching poderá ter a exacta tradução na linguagem vibratória inventada por Guillé. Seria então o grande encontro, que eu tento mas não tenho a pretensão de conseguir. É que nem sequer ainda consegui saber como testo os hexagramas com o pêndulo.

Por hoje chega de filosofia.

Aguardo agora as tuas notícias, com esperança de mais regularidade.

AC ©

 

 

 

 

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Última modificação: 22/06/07