CAT BOOKS  

DE ABEL CAMPOS ARTIGOT

[Em construção]

AGENDA AC

ARQUIVOS AC

ECOS

THE WAY

newsletter

lugar aos amigos

regressos ac

MY LIFE

MY SOULS

my work

CONTACTOS

short sTORIES-pasta

dixit-pasta

dixit-files

ESPÓLIO AC

my souls

my life

home links

foreign links

versos 2006

VERSOS AC-1

versos ac-2

versos ac-3

versos ac-4

O NARIZ

VERSOS AC-FILES

                                    

  

<sismos-1-new>

sábado, 21 de Abril de 2007

Os ilustres cientistas que vão investigar «uma zona submarina de ocorrência de terremotos, conhecida como o estreito de Nankai, ao largo da costa do Japão», já levam meio caminho andado para enfrentar – como dizia a notícia - «um dos maiores desafios científicos da década: compreender o que provoca os grandes terramotos e tsunamis».
E digo «meio caminho andado» porque há dados seguros, hoje em dia, sobre o que não produz sismos.
Lembro, e como toda a gente sabe, que os rebentamentos subterrâneos de bombas termonucleares – os famosos testes – jamais produziram ou jamais virão a produzir sismos, desde que essa prática, nos anos do pós guerra se tornou rotina semanal.
Há já 4 décadas.
Lembro que nunca produziram um só sismo que se visse os rebentamentos subterrâneos de bombas termonucleares (os chamados testes) nos poços de experiência de Semipalatinsk (ex-URSS), deserto do Nevada (E.U.A.) , Muroroa (França), China (em que sítio?) e Grã Bretanha (em que sítio?).
Mais recentemente também não consta que o grande tsunami da Ásia (onde a ajuda humanitária acorreu em peso) tivesse alguma coisa a ver com as novas potências nucleares desse continente, verbi gratia Índia, Paquistão e Coreia.
Também não há notícia de que o Irão tivesse causado danos, locais ou mundiais, quando iniciar e se iniciar as suas experiências termo-nucleares, indispensáveis ao progresso do Mundo.
Os cientistas do estreito de Nankai (Japão) têm mesmo sorte e já levam trabalho adiantado: agora só lhes resta acreditar em bruxas e descobrir então, no fundo mais fundo dos oceanos, a causa profunda dos grandes sismos.
Têm para isso – segundo dizia a notícia – os dados já adquiridos que já indiquei e centenas de milhares de euros (upa!upa!), ao longo dos próximos dez anos, para realizar tão magna proeza.
Como especificava a notícia, eles «vão recolher amostras do leito do oceano e colocar sensores para monitorizar alterações rochosas.»
Cu escafandro! Vão ficar um bocado molhados mas, pelo menos, enquanto se falar do NanTroSEIZE (nome abreviado do projecto) não se fala de CO2, de aquecimento global e do fim iminente do Planeta por dilúvio universal.
O «The Nankai Trough Seismogenic Zone Experiment» (nome por extenso do projecto) deverá ser iniciado no próximo mês de Setembro. Não vejo a hora em que tão emocionante proeza irá começar.
A notícia só não dizia a nacionalidade dos ilustres cientistas que vão realizar o ilustre projecto. Mas, em tempo de globalização acelerada, suponho que será internacional ou multinacional no melhor sentido.
Nem mesmo o Google, a quem recorro sempre para saber a verdade, me desenrascou nesta emergência. Nem mesmo o Google News, com versões internacionais em 40 países, me conseguiu responder a esta minha angustiosa dúvida existencial: quem são e de que país os ilustres cientistas do ilustre projecto?
+
MAIS DO MESMO IN:
1.Sísmico-nuclear
http://pwp.netcabo.pt/big-bang/ecologiaemdialogo/paz-1.htm
2.Sísmico-nuclear
http://pwp.netcabo.pt/big-bang/ecologiaemdialogo/golfo.htm
3. Sísmico-nuclear
http://pwp.netcabo.pt/big-bang/ecologiaemdialogo/apocalipse-1.htm
+
HÁ JÁ 4 DÉCADAS
26-10-1980
Outra hipótese, mas esta de rejeitar à partida, porque já todos os sismólogos, antropólogos e outros especialistas em progresso afirmaram que tal hipótese não tem sentido nem faz lógica nenhuma, é de que estas séries de desastres com cargueiros possam ter origem nos famosos rebentamentos subterrâneos de bombas atómicas no atol da Muroroa (França), deserto do Nevada (USA) e no perímetro de Semipalatinsk (URSS), os tais rebentamentos que também não existem, porque as agências noticiosas internacionais raramente os noticiam.
E os que raramente noticiam, nunca chegam aos Telejornais e à Internet: motivo mais que óbvio para que nunca se tenham realizado os 5.798 rebentamentos subterrâneos de bombas termonucleares que já se realizaram.
Especialmente as bombas francesas, que rebentam no Atol da Muroroa, parecem ter o seu maior impacto sísmico nos mares e oceanos.
No deserto do Nevada (USA) e no Semipalatinsk (URSS) os reflexos sísmicos são principalmente na parte emersa da crosta ou plataforma continental, até porque aquelas duas superpotências, com a experiência de 16 anos que já têm, podem teleguiar os sismos com muito maior rigor e segurança.
Não é preciso falar de guerra sísmico-nuclear, porque ela é um facto. Mas a verdade também é que não existe, porque as agências noticiosas internacionais não falam disso, muito menos os jornais e tele-jornais, e muito menos a Internet-que-sabe-tudo-de-tudo, alguma vez registou essa palavra.
Estamos no domínio da pura ficção científica.
+
OS LABORATÓRIOS DE ECOLOGIA HUMANA
18/10/1992 - Nos laboratórios do Terror nasceu a Ecologia Humana, a mais recente das ciências e a que pode subverter todas as ciências
Laboratório foi o Hexaclorofone, foi Chernobyl, foi Hiroxima, foi Hamburgo, foi Bhopal, foi Three Mile Island
Quando descobri que toda a Humanidade era Cobaia desta nova ciência, apanhei o maior cagaço da minha vida: mas já era tarde, tinha andado vinte anos a mexer e a remexer na merda, a fazer do terror industrial a matéria-prima da minha grande descoberta
Pode ser que na minha reforma consiga escrever o Dicionário do terror - A a Z -, o dicionário dos sintomas no corpo humano inventariados sem que jamais se fizesse a ligação do (tele-)efeito à causa
A propósito de tele-efeito, quem se dará, que cientista se dará ao trabalho de ligar o efeito (sismo) à causa (rebentamento nuclear) que o provoca?
Ecologia humana é a ciência dos silêncios eternos, dos crimes eternamente impunes: desde que não haja hipótese de ligar a causa ao efeito, não se pode falar de crime; de sismo provocado, por exemplo.
Toxicologia tem que ser actualizada todos os dias, pois todos os dias entram mais 300 químicos na Biosfera: puxa-se por um e vem toda a trampa atrás
Toxicologia ficou há cem anos e nem sequer essa é hoje lembrada quotidianamente, pois é no quotidiano que os agentes de agressão actuam obviamente
O sucesso comercial das seguradoras vem de haver um ambiente cada vez, cada dia e hora, mais inseguro: não há hoje nenhum grande grupo industrial que não tenha uma seguradora no seu grupo
Maldita civilização do consumo que é a maldita civilização da Morte e da Doença - os media existem para suavizar e para habitualizar e para banalizar o terror
-> Notícias de Kali Yuga = Notícias do terror = Notícias do Apocalipse
-> Doenças do Ambiente -> Doenças da Poluição -> Doenças do terror -> Doenças da Civilização?
-> Manipulação da Vida -> Psicomanipulação -> Manipulação mediática : o que falta hoje manipular? Quem manipula a manipulação? Mas o que é a ciência senão um método baseado na manipulação? Ciências humanas terão que manipular o ser humano -> O discurso biofascista vem para desculpabilizar o crime, assim como o discurso médico-fascista, o agro-fascista, o tecnofascista, o biofascista, (...)
-> Disseram-me então que eu tinha uma linguagem desbragada e inconveniente
-> Porque guardei tantos recortes de Chernobyl, esse insubstituível laboratório do terror? Será que tenho a presunção de provar (demonstrar) que a Perestroika e o desmoronar do mundo comunista foi por causa dessas inocentes radiações que provocaram apenas alguns mortos (centenas), alguns abortos, alguns sustos, algumas detenções da Nomenklatura? Dessas invisíveis radiações que bem exemplificam o tipo de «notícia eterna»? -> Enquanto o sarcófago de Chernobyl continua a debitar radiações para o meio ambiente, é evidente que os media internacionais não vão continuar a dar a notícia todos os dias. O que deixa de ser notícia, não existe. Graças a Deus e a Gutemberg, o pesadelo de Chernobyl - a debitar eternamente radiações - não existe. Respiremos fundo.


 

 deste web site.
Última modificação: 22/06/07