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1-413381 caracteres <noel-14><adn>-22-12-1997

RADIESTESIA E ALQUIMIA:
GLOSSÁRIO ESSENCIAL(*)


(*) In livro «L'Être Humain et Les Énergies Vibratoires» - Capítulo «Glossário» [páginas 175-182 da edição francesa]

POR JEAN NOEL KERVIEL

Tradução em português de Afonso Cautela

ADN - Ácido Desoxiribonucleico: molécula composta de quatro bases emparelhadas duas a duas (Adenina-Timina, Guanina-Citosina), de um açúcar a 5 carbonos (desoxiribose) e de ácido fosfórico. O ácido fosfórico e o açúcar constituem as duas cadeias de ADN que serão ligadas entre si pelas quatro bases. A arquitectura clássica do ADN é a dupla hélice. Esta molécula corresponde ao departamento directorial de cada célula (recepção, transmissão, análise, decisão, acção) e encontra-se no núcleo desta. Sobre esta estrutura está inscrito tudo o que se passou desde que a vida existe e tudo o que é susceptível de ser vivido nos milénios futuros. Esta inscrição é comparável a um livro, mas é importante constatar que há vários níveis de leitura deste livro. É possível imaginar que há pelo menos um livro «material» e um livro «vibratório».

HETEROCROMATINA CONSTITUTIVA - Também chamada «sequências iterativas ou repetidas do ADN.» Estas sequências particulares do ADN recebem as energias e os metais incrustam-se nelas. É, com efeito, o modo de usar a leitura do livro material constituído pelos genes estruturais. Código à base 2, a sua estrutura está muito ligada ao domínio do inconsciente, onde reina como protagonista o livro vibratório em relação ao livro material.

GENES ESTRUTURAIS - Muitas vezes chamados os genes da hereditariedade. Cada tripleto (há 64, código à base 3), tem um papel muito preciso no desencadear, prosseguimento e fim de uma acção tal como a síntese de uma cadeia proteica. Estes genes formam as frases, os parágrafos e os capítulos de uma espécie de livro que será lido, mais ou menos bem, graças ao modo de usar composto pela heterocromatina constitutiva (coerência entre o livro material e o livro vibratório). Existem algumas páginas brancas que o próprio indivíduo «iniciado» poderá escrever. Os genes estruturais estão muito ligados ao domínio do consciente.

TELEACÇÃO - Faculdade que possui a molécula de ADN de transmitir a informação de um lugar para outro da molécula, essencialmente da heterocromatina constitutiva para os genes estruturais.

REPLICAÇÃO - A replicação é a propriedade de uma molécula de ADN originar duas moléculas durante processos fisiológicos que se chamam a divisão mitótica e a divisão meiótica durante os fenómenos de reprodução sexuada. Neste caso, a divisão celular (portanto nuclear), que se segue à replicação, dá duas células (núcleos)- filhas idênticas à célula-mãe. Após um stress, a reestruturação celular não conduz sempre à fabricação de uma célula idêntica à de antes do stress.

AMPLIFICAÇÃO - A amplificação é a replicação de uma parte do património genético que pode conduzir ou não a uma divisão celular ulterior. Neste caso, a divisão celular (portanto nuclear) dá duas células (núcleos)-filhas diferentes entre si ou diferentes da célula-mãe. Este fenómeno produz-se essencialmente nos processos de diferenciação/desdiferenciação: passagem do estado de rebento ao estado de flor, stresses positivos, indução do cancro, etc. Isto implica uma nova ordem topológica e um novo ritmo celular.

DNA - Durante uma medição servindo-se da grelha personalizada, qualquer estrutura desviará o Pêndulo de radiestesia num certo número de direcções(D), um certo número de vezes por direcção (N) e com uma certa amplitude a cada oscilação (A). O DNA é a característica vibratória da estrutura medida.

CANAL CÓSMICO - Existem 17 canais cósmicos. Cada canal corresponde a uma era cósmica determinada. Nestes canais transitam as energias primordiais que animam o universo (macrocosmo). Por comparação com a trilogia Corpo-Alma-Espírito, o canal cósmico pode ser caracterizado pelo termo divino. Uma das características do canal cósmico em ressonância com a Era dos Peixes, era a emissão de energia da anti-Pedra Filosofal. Para a Era do Aquário, trata-se da emissão de energia da Pedra Filosofal. A passagem da colocação de uma Era para outra implica uma verdadeira mutação vibratória e material, a mutação vibratória precedendo a mutação material. A este nível de realidade, não existe dualidade mas unicidade.

CASSETES - A fim de poder caracterizar os dados vibratórios ao nível espiritual, tivemos que utilizar os termos sagrados ou os nomes dos deuses ligados às diferentes civilizações (Figura 5). A dualidade é expressa pela oposição entre seis energias positivas (direcções 1, b, a. 4, h e g sobre a grelha personalizada de Etienne Guillé) e seis energias negativas correspondentes (direcções 3, f, e, 2, d e c). Para as cassetes egípcias obtemos (+, -): Ptah/Seth (1,3); Anubis/ Khonsou (b, f); Hator/ Hehkbet (a,e); Ouad-jet/ Khnoum (4,2); Selket/Neith (h,d) e Haat/Hapy (g,c). A energia espiritual da direcção 1, é considerada como «a comandante em chefe» (líder) das energias positivas porque contém todas as outras energias positivas (b,a,4, h e f) sintetizadas nela; do mesmo modo para a energia espiritual da direcção 3 para as energias negativas, Durante uma reequilibragem, é preferível transferir a energia que corresponde à energia líder das energias positivas. A própria estrutura receptriz deverá formar-se a partir desta síntese de todas as energias positivas, a energia positiva exacta que lhe convém e assumir assim a sua reequilibragem.

ENERGIAS DESESTRUTURANTES DA ALIANÇA COM ELOHIM - Os seres e estruturas animados por esta energia, sofrem uma verdadeira limpesa vibratória (EV) que pode conduzir a uma limpesa material (SV) a fim de suprimir os dados vibratórios e materiais não fiáveis. É o caso na ligação de um canal cósmico a outro, logo da passagem de uma Era cósmica a outra. A figura 4 mostra a evolução desta limpesa.
O termo desestruturação dá bem conta do que se passa: na obra alquímica, esta situação pode ser comparada à obra ao negro. Só uma vez isto terminado, é que as energias cósmicas emitidas pelo canal cósmico sobre o qual o ser ou a estrutura é colocada, implicarão uma reestruturação no princípio de um novo génesis. Encontramos nos textos sagrados como a Bíblia, a expressão «Aliança com Elohim» no período do pré-Génesis. Esta energia de desestruturação é positiva.

ENERGIAS QUE PROVOCAM DESEQUILÍBRIOS - (Figura 6) - Existem dois grande tipos de desequilíbrios vibratórios implicando uma acção diferente conforme o tipo de reequilibragem:

* as energias desequilibrantes que podem ser transferidas sobre um suporte adequado como certas plantas:
- as energias nocivas (ao nível do potencial energético da alma),
- as energias nocivas de um lugar
- as energias de «X» em negativo (?) (**)
- as energias desestruturantes negativas
- as energias reestruturantes negativas
- as energias da magia negra
- etc.
Conforme as suas frequências vibratórias, estas energias situam-se na Manifestação ou na Incarnação

As energias desequilibrantes que não podem ser transferidas sobre um suporte adequado como certas plantas: são em particular energias do tipo espiritual. Por precaução pedagógica, caracterizámo-las de «negativas», para que não haja confusão. Na reequilibragem, será preciso utilizar uma energia oposta positiva que será transferida directamente sobre o suporte que sofre o assalto da energia negativa (cf. cassetes). A energia da anti-Pedra Filosofal faz parte desta categoria de energias.

ENERGIAS DA ORDEM NEGRA - Ao nível do canal cósmico, a dualidade não existe. Durante a instauração dos novos dados cósmicos ligados à instalação vibratória da Era do Aquário, certas emissões energéticas, de acordo com a (1ª) lei da termodinâmica (acção-reacção), tentam curto-circuitar a emissão cósmica de certas energias e isto através de «relais» vibratórios e materiais (grupos ocultos, lugares sagrados, etc). Para curto-circuitar a emissão das energias da esfinge, detectámos a energia da Ordem Negra.

ENERGIAS DE ANTI KHÉPER-RÉ - Pela mesma razão que a energia da Ordem Negra, a energia anti Khéper-Ré, é emitida para curto-circuitar a emissão das energias do Escaravelho de Ouro, símbolo da renovação.

ENERGIAS INFRATERRESTRES - Na mesma linha que a energia da Ordem Negra e de anti Khéper-Ré, as energias infraterrestres foram detectadas como «vindo da Terra» para se opor à descida e colagem das novas energias cósmicas nas estruturas terrestres.

ENERGIAS CÓSMICAS - Correspondem às energias emitidas e detectáveis no canal cósmico. Algumas são características de uma Era cósmica dada (a energia da Pedra Filosofal é característica da Era do Aquário) outras descrevem o processo cósmico em curso:
- energias da Esfinge: correspondem ao fim do Apocalipse, a energia desestruturante da Aliança com Elohim é emitida em grande escala. Sobre a terra, toda a estrutura que se encontra pronta pode reentrar em ressonância com estas energias e começar a obra alquímica
- energias do Escaravelho de Ouro: a reestruturação é programada a grande escala. As estruturas reentrando em ressonância com estas energias podem continuar a sua mutação reestruturando-se (cf. primeira parte, capítulo II, evolução cósmica).

MANIFESTAÇÃO (MUNDO DA) - Este mundo reagrupa os diferentes níveis da realidade vibratória : corpo (emanação energética), Alma ( potencial energético), espírito (potencial espiritual) e Divino (dados vibratórios primordiais emitidos ao nível e pelo canal cósmico). Catorze níveis vibratórios caracterizam este mundo da Manifestação. Quanto mais o nível é elevado, mais a frequência vibratória detectada é importante.
Na nova linguagem vibratória de base molecular, apreendida utilizando a grelha universal (esquema 6), este mundo chama-se <CGEA7>, mostrando os sinais <et> a abertura. É o mundo de EA (a Vida).
Ao nível arquétipo, referindo-se aos textos sagrados, podemos caracterizar o mundo da Manifestação como sendo o «Céu»

INCARNAÇÃO (MUNDO DA) - Quanto mais descemos para os níveis vibratórios mais baixos, mais as energias se densificam para, a pouco e pouco, deixar lugar à matéria. Chegamos então aos Suportes Vibratórios (SV). Este mundo é igualmente caracterizado por catorze níveis vibratórios.
Na Era dos Peixes, a sua tradução na nova linguagem é <CGAE>, indicando aqui o «signo» um encerramento acompanhado de uma inversão (EA em AE). Na Era do Aquário, dominada e assumida, chama-se <CGAEEA>: há de novo abertura para o exterior, seguindo-se a uma verdadeira mutação da matéria, que, condensada, torna-se sublimada e enfim sublimada e rematerializada. A linguagem real entre matéria e energia efectua-se então.
Ao nível arquétipo, o mundo da Incarnação corresponderia ao Purgatório.
Podemos igualmente detectar o que corresponde ao Inferno. A tradução na nova linguagem molecular é >GCAE<, o que mostra bem o encerramento a todos os azimutes dando conta da não-recepção e animação dos suportes vibratórios ou matéria pelas energias vibratórias. A matéria vive por sua própria conta, separada dos dados cosmo-telúricos.
Todavia, em certas circunstâncias particulares como durante um grande stress, a mudança de nível vibratório, etc., uma passagem «pelo inferno» é inelutável.

POTENCIAL ENERGÉTICO - O potencial energético corresponde às energias susceptíveis de vir animar uma estrutura. Uma certa quantidade de energia pode ficar em potencial seja porque está bloqueada e não pode descer para vir animar o suporte vibratório (detecção por exemplo de uma energia nociva perturbadora), seja porque os suportes vibratórios não podem recebê-la (suportes inadequados, esclerosados, demasiado frágeis, etc.).

ENXOFRE, MERCÚRIO E SAL - São os elementos ou constituintes fundamentais da Vida em geral. Eles têm uma realidade a diferentes níveis da organização vibratória e material. Durante as quatro fases principais da Obra Alquímica, eles sofrem uma mutação. No princípio da Obra, eles estão separados a partir da Materia Prima. No decorrer da Obra, são enriquecidos (primeiro o Mercúrio, depois o Enxofre e, finalmente, o Sal). São em seguida recombinados a fim de obter a Pedra. O Enxofre, o Mercúrio e o Sal dos Filósofos (no mundo da Incarnação); o Enxofre, o Mercúrio e o Sal filosóficos podem conduzir à Pedra dos Filósofos (no mundo da Manifestação); o Enxofre, Mercúrio e Sal de eternidade podem conduzir à Pedra de Eternidade (no mundo transcendental).
É possível descrever com a ajuda de dois vectores So e M, e de um círculo girando no sentido inverso dos ponteiros do relógio (Sal), todo o ser vibratório. Estas duas forças descrevem bem a interacção Matéria-Espírito que é a base mesma da incarnação.

(*) In livro «L'Être Humain et Les Énergies Vibratoires» - Capítulo «Glossário» [páginas 175-182 da edição francesa]

(**) Informações posteriores ao livro de Jean Noel Kerviel dizem-nos que mesmo estas energias que, ao nível da pirâmide da Alma, ele classifica na categoria de «nocivas» mas que nele aparecem designadas com o adjectivo «negativas», não podem nem devem ser transferidas: nesta questão, ao que parece, reside hoje a principal dúvida - e de maiores consequências - que o método de Etienne Guillé tem vindo a suscitar na prática em Portugal. Para Patrice Kerviel, a mais fiel intérprete do pensamento de Etienne Guillé, é indiscutível que todas as energias, desde que classificadas de «negativas», não devem nem podem ser transferidas. E ponto final. (A.C.)■
 

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Última modificação: 22/06/07