|
![[Em construção]](images/undercon.gif)
AGENDA AC
ARQUIVOS AC
ECOS
THE WAY
newsletter
lugar aos amigos
regressos ac
MY LIFE
MY SOULS
my work
CONTACTOS
short sTORIES-pasta
dixit-pasta
dixit-files
ESPÓLIO AC
my souls
my life
home links
foreign links
versos 2006
VERSOS AC-1
versos ac-2
versos ac-3
versos ac-4
O NARIZ
VERSOS AC-FILES
| |
<gl-1-ls-fl> sábado, 12 de
Outubro de 2002- editável on line grande circulação – florilégio/leituras
selectas
21504 bytes <gl-1> textos para decifrar <tradu><adn>gl-1 = Guy Londechamp,
pgs 165:
HARMONIZAÇÃO PELAS CORES
E CRISTAIS METÁLICOS HISPAGÍRICOS
Terceira parte do livro « Symphonie du Vivant - pour une médecine de l'être», de
Guy Londechamp e Bruno Sebire, Ed. Mixion, Paris, 1989
Tradução em português de Afonso Cautela. Algumas palavras estão por traduzir.
Vimos que o estudo dos pulsos radiais ao nível das goteiras de cada punho revela
a existência de numerosos parâmetros de medida; sobre o declive da estiloide
radial, em posição conveniente, aparecem três níveis longitudinais de medida
chamados proximal ( para o cotovelo), medial (ao centro) e distal ( para a mão).
A cada um destes níveis podem encontrar-se três flancos (flanco radial externo,
mediano e cubital interno) e três profundidades, plano superficial, médio e
profundo, ou seja:
3x3 = 9 variantes por nível
e 27 pulsos por goteira radial, tanto à direita como à esquerda.
(gravura)
1) O flanco da artéria recolhe a lateralização da informação vertical, em
relação com o eixo energético bloqueado (direcção = D, em relação com a vida) e
a sua influência na esfera da actividade (flanco radial) ou de expressão, na do
movimento e da transformação (energia de integração do flanco mediano) e na da
estruturação e manutenção da forma (flanco cubital).
2) A profundidade da medida, sobre este flanco, qualifica uma intensidade de
perturbação, parâmetro da informação precedente; quer dizer, a amplitude (A) ,
em relação com o sub-plano energético respectivo, plano de emergência
manifestado do influxo vertical.
Esta amplitude está em relação com um campo frequencial da organização da
matéria; o plano superficial está em relação com o campo de efecção (?) e de
realização (energia reactiva, mental criativa), o plano médio com o campo de
transmissão e de trocas, o plano profundo com o aspecto físico etérico, vital
(astral, emocional).
Dito de outra maneira, relacionando com a célula:
na superfície, energia de membrana -> mental -> expressão
na zona intermédia, energia do citoplasma-> astral-> transferts
na zona profunda, energia do núcleo -> física etérica-> construção.
Assim a reunião dos dois parâmetros precedentes faz aparecer uma «grelha» de
nove pulsos; cada um dos pulsos tem uma referência vertical (flanco) e uma
referência horizontal (profundidade) .
O que define uma cruz e um espaço a duas dimensões.
(gravura)
No centro de cada cruz , pode identificar-se um terceiro parâmetro, que é a
qualidade de energia ou o número (N) do pulso em questão; se o eixo vertical
está em relação com a energia arquetípica do pai, o eixo horizontal com a
energia arquetípica da mãe, então o centro de cruzamento se relaciona com a
energia arquetípica do filho, aspecto consciência.
A qualidade dos pulsos exprime um movimento específico , um modo de integração
particular da energia qualificada pelos eixos = é o ritmo criado pela
interferência entre a onda directa (D) e a onda reflectida( A).
Esta qualidade foi determinada graças à utilização de mediadores químicos do
sistema nervoso.
Com efeito o contributo de um mediador químico (noradrenalina, acetilcolina,
ácido glutâmico, G.A.B.A.) do sistema nervoso no campo vibratório pericorporal
(calor radiante diferenciado) provoca uma reacção específica nos pulsos (reflexo
auriculo-metérgico no R.A.M.); esta reacção corresponde à descodificação pelo
sistema nervoso vegetativo (ou repercutido sobre ele pelos campos de organização
da vida percebidos em volta do corpo físico) da informação emitida pelo teste
utilizado.
Ou esta informação se incorpora, segundo a regulação de pulso tomado como
referência, a um campo energético que está em equilíbrio ou em harmonia sobre
esta frequência ( informação = energia = frequência vibratória = cor) e o sinal
vascular cessa muito rapidamente, ou há desordem ou bloqueio dos transferts de
informação sobre este modo e nos planos considerados , e o sinal persiste como
um alarme, um certo tempo.
Pudemos assim explorar os 27 pulsos de cada goteira caracterizando as
ressonâncias ou afinidades de cada pulso com um dos mediadores pré-citados:
reagrupámos sobre um quadro os dados de exame, olhos abertos e olhos fechados,
indicando o lado da reacção positiva no pulso quando se aproxima um mediador
químico da testa do paciente (à direita e ou à esquerda):
(gravura)
A utilização destes parâmetros permitiu qualificar os pulsos das goteiras
radiais dos 2 braços, depois explorar a sua ressonância com outros campos
informacionais (cores, metais, energias vibratórias planetárias
correspondentes...).
O que permitiu passar em seguida às regularizações que utilizam cores ou metais
alquímicos (energias vibratórias da mesma ordem sobre campos de organização
diferentes) de onde o quadro a seguir.
Assim, aparece um quarto parâmetro, caracterizado pelo nível de percepção sobre
a goteira radial, a saber:
- em posição proximal, na direcção do cotovelo, o DNA caracterizado concerne o
mundo mais denso, o da forma física etérica (energia do núcleo celular) = corpo
- na posição mediana, o DNA medido concerne o mundo intermediário, o das trocas
e da vida relacional, emocional do ser (é também a energia do citoplasma) = alma
- na posição distal, o DNA relaciona-se com os limites do ser, na sua superfície
de expressão, na sua realização para o exterior (dinâmica de adaptação ao mundo,
esfera de emissão recepção do plano mental). É também a energia da membrana em
contacto com a corrente circulatória = espírito.
Dito de outra maneira, encontramos os três polos de organização do corpo
(princípio carbono), da alma através do corpo emocional (princípio oxigénio) ,
do espírito através do corpo mental (princípio silício).
Notar-se-á a complementaridade que aparece entre o nível distal da mão esquerda
e o nível proximal da mão direita, e inversamente entre o nível proximal da mão
esquerda e o distal da mão direita; as qualidades do pulso revestem as mesmas
cores em cada esfera de medida, mas são dispostas em complementaridade em volta
do eixo dos pulsos radiais de um lado, medianos de outro.
Esta mesma complementaridade aparece horizontal entre os dois níveis médios, em
volta do eixo dos pulsos cubitais, o que nos dá uma dinâmica interna deste tipo
(entre os dois braços):
(gravura)
O conjunto destes pares interferem num ponto ou numa zona virtual situada sobre
uma linha mediana entre os dois braços (ou os dois hemicorpos) , o que nos
reenvia continuamente para a linha das comissuras, eixo da síntese dos
transferts de informações de todos os planos de organização do ser humano.
Nota-se também uma inversão de 180º entre os dois braços em volta do eixo dos
pulsos cubitais (nível medial); estes dois eixos orientados da mesma maneira e
sobre o mesmo modo (cor idêntica, qualidade dos pulsos igualmente, repartição na
esfera dos pulsos) representam a energia de manifestação do homem, a sua
ancoragem, a sua aparência fenomenal = eles são colocados entre o Céu (o
espírito, nível distal) e a Terra (matéria atómica, o corpo) e se eles
representam uma forma, o homem perceptível, é uma forma movente, num campo
vibratório complexo compreendendo as trocas entre alto e baixo (do Céu para a
Terra) e de baixo para o alto ( da Terra para o Céu).
O que é perfeitamente corroborado pelos dados da física quântica que concebem o
homem como um holograma vivo, forma virtual criada pelos campos de interferência
e dispondo de uma energia específica de consciência que intervém nos processos
de auto-organização, de auto-renovação e de auto-transcendência.
A correlação entre a energia veiculada pelos pulsos, a sua correspondência
zodiacal (energias planetárias), orgânica (esfera e princípio do órgão) e os
metais do ADN, pode então aparecer evidente.
(gravura)
Dois eixos verticais - Leão-Aquário e Cancer-Capricórnio -, neste arquétipo
solar do ADN (homem séptulo), em relação com os dois movimentos dextrogiro e
levogiro de energia que percorre o zodíaco.
Os dois eixos cruzam-se e interpenetram-se como o yin e o yang, para nos lembrar
que se a dominante do braço esquerdo é lunar, a energia solar está também aí
presente; e vice-versa no braço direito.
O movimento dextrogiro está em relação com o cordão do +ADN, e o movimento
levogiro com o cordão - ADN.
Por outro lado, cada centro de goteira radial está em relação complementar com o
centro da tabaqueira controlateral , ou seja a goteira esquerda (-----) com a
tabaqueira direita (-----), e a goteira direita (-----) com a tabaqueira
esquerda.
O que nos dá o quadro seguinte:
(gravura)
Distingue-se muito bem sobre o ser humano em movimento o que abordámos com Dane
Rudyar a propósito das tonalidades dos signos do zodíaco:
(gravura: Uma cruz (quadrado) de energias cardiais - aspecto I - arquétipo da
forma = imaginação
Uma cruz de energias mutáveis - aspecto III - arquétipo da evolução = inspiração
(consciência)
Uma cruz de energias «fixas» - aspecto II - Arquétipo da vida = intuição)
Este é o aspecto espacial, vertical (ou arquetipal) dos três polos da vida.
Globalmente as energias dos centros dos 3 níveis do braço esquerdo exprimem uma
tonalidade água, feminina, receptora mais do que passiva, centrípeta:
- Capricórnio inaugura a entrada do inverno, símbolo do elemento água do ciclo
anual, da interiorização
- Balança e Vénus exprimem a esfera do desejo, da atracção, de trocas, de
assimilação
- Cancer e Lua evocam de certo toda a sensibilidade, a perceptividade, o
imaginário.
As energias do braço direito exprimem mais uma tonalidade de acção, de
irradiação, de actividade centrífuga:
- Leão e Sol, Aquário e Uranus-Saturno (tradicionalmente os dois planetas em
domicílio) Escorpião e Marte-Plutão implicam a individualidade nas suas relações
com o mundo, aspecto luminoso e radiante da consciência que se exprime de uma
maneira criativa. É a tonalidade fogo do hemicorpo direito.
Encontra-se o paralelismo entre esta expressão energética (fogo = centrífugo/
água = centrípeto) dos pulsos e as qualidades e capacidades manifestadas pelos
hemisférios cerebrais correspondentes:
H-S. direito = hemisfério emocional, artístico, de conhecimento directo,
caloroso, em relação com o símbolo. Humor, amor, linguagem imagética, intuição.
Identidade, expressão da alma
expressão directa (sol)
H.S. esquerdo = hemisfério racional, privilegiando o detalhe, suporte da
linguagem digital, precisa. Analítico, lento, frio. Classifica e repertoria,
reduz para assimilar. Intelecto. Base do contacto convencional colectivo.
Hereditariedade Meio Expressão reflexa (lua)
Esta correspondência vertical das qualidades expressas, tanto ao nível do
cérebro como dos pulsos radiais, faz aparecer de cada lado imediatamente um
paradoxo; com efeito a «decussation» das fibras piramidais fazendo ao alto da
moela cervical (de uma maneira dominante, cerca de 80%) deveria - num plano de
relação física - fazer corresponder o HS direito com o hemisfério esquerdo, e o
H-S- direito com o hemicorpo direito.
O cruzamento das fibras deve ser o testemunho anatómico do que os escritos
tradicionais do Génesis chamaram a Queda e o pecado original, quer dizer, o
obscurecimento da consciência solar e da clarividência atávica pelo mergulho num
nível denso de organização material, criando interferências e ecrãs entre o
arquétipo solar (princípio homem) e sua aparência física (homem incarnado).
Este mergulho fez-se apesar de tudo com um «fio de memória» representada pelas
fibras directas, mantendo sem dúvida a possibilidade para a consciência de
exercer o seu discernimento entre o fogo interior (a sua luz, a sua alma) e sua
água de manifestação (seu corpo, seu pensamento codificado pelo meio e a época,
a hereditariedade).
É esta via directa que reenvia para a vida simbólica coordenando a evolução da
forma a partir de planos não formais = princípio de autotranscendência, ou
espírito incarnado.
Neste quadro de compreensão, os pulsos representariam a relação com este
arquétipo, através dos diferentes modos de organização (campos morfogenéticos,
campos de vida,«corpos» diversos mais ou menos densos).
A repercussão da entrada em ressonância e do tratamento por este método faz-se
então ao mesmo tempo:
via directa (campos não físicos, informais)
e por via reflexa (campos formais, materiais)
O que levará sem dúvida a diferenciar campos de actividade reflexa, ligados ao
campo terrestre e ao telurismo, à esfera da personalidade, e os campos de
actividade directa, ligados ao cosmos e à esfera da individualidade.
Os primeiros, de acção centrípeta, condensando e organizando os planos mais
densos, favoreceriam a relação consigo, a estruturação e revelarão os limites e
capacidades físicas do indivíduo ( o seu egoísmo também).
Os segundos, de acção centrífuga, libertarão a vida e o dinamismo criador do ser
para o Todo, e através da forma, os campos mais subtis penetrando as partes mais
densas. Reflectirão no plano físico a acção do espírito, da entidade incarnada.
É neste equilíbrio dinâmico existente entre estes campos polarmente opostos e
complementares que reside a origem da saúde irradiante ou da doença, e a
capacidade do ser para evoluir harmoniosamente durante a sua vida física.
Pondo em paralelo o arquétipo solar do ADN (pg 57) e a distribuição energética
dos pulsos, nota-se imediatamente:
- a polarização horizontal ---do plano intermediário testemunhando a relação
entre a esquerda e a direita
- a polarização vertical Lua - Sol testemunhando as trocas entre o alto e o
baixo
Quando a energia percorre um hemiciclo no sentido horário a partir do pulso
lunar (entre energias da mão esquerda nível distal), este percurso inclui a
presença da energia solar; do mesmo modo o outro hemiciclo de Lua + Sol (sentido
braço direito) implica a presença concomitante da energia lunar.
Há coexistência e interpenetração do masculino e do feminino, do yang e do yin,
do + e do -: não pode haver aí separação, um contém obrigatoriamente o seu
contrário - complementar a cada instante.
Esta dupla polarização pode ser representada de diversas maneiras
- uma «boucle» do S de Saturno representando a matriz das formas, a geração para
o mundo físico, a condensação.
- o outro «boucle», superior, simbolizando o nascimento para o alto, para a luz
do sol; a emergência da vida do cristal, a radiação solar do ser unificado.
Esta posição no centro da cruz da manifestação faz da energia saturniana o
suporte da coesão e da vida manifestada, ao mesmo tempo que o testemunho de toda
a tomada de consciência.
A evolução gradual faz-se dos planos mais obscuros. Marcados pela opressão e
pelo sofrimento (o carvão, a grafite, negro) - mas contendo um calor interior
capaz de fazer evoluir a estrutura para mais irradiação - para os planos mais
luminosos (o diamante, a grafite límpida cristalizada) caracterizadas pela sua
coerência e pela sua pureza cristalina.
Os diferentes aspectos
- pelo 4: desenvolvimento linear, temporal, pelos ciclos (-------) seguindo as
estações os princípios rodeiam os elementos = representação do aspecto solve, da
purificação da matéria - aspecto corpo, forma ou mãe
- pelo 3:
os elementos rodam nos princípios - a matéria foi unificada, ela recebe o fogo
dos princípios - aspecto coagula, alma - Incarnação da consciência ou «filho»
= homem superior (cabeça) : o homem é elevado pelos cosmos, o cosmos pensa no
homem - 3º logos - mãe ou espírito
= homem médio (tronco) = consciência «ajoureé», evolutiva, filho - segundo logos
= homem inferior-periférico, «o homem pensa o cosmos», incarna e exprime a vida
um - pai - 1º logos
(página 173)
A abordagem holística pelos pulsos vai permitir pôr em evidência bloqueios de
informação a um ou outro dos níveis de organização da personalidade (física,
etérica, emocional ou mental) e de compreender a relação existente entre estes
bloqueios informativos, as energias planetárias (conceptuais, arquetipais ou
metálicas correspondentes) em causa. E os órgãos ou funções de projecção.
Porque, bem entendido, o que vimos a propósito do zodíaco arquetipal (arquétipo
solar do ADN, modelo ou referência da evolução para o ser humano) é transposto
no ser humano actual através o seu próprio tema de nascimento progressivo,
imagem da página do ADN «em leitura» pelo ser no caminho para si mesmo.
A imagem da dupla hélice de ADN desenvolvida no espaço, e vista de lado, dá esta
relação ao espaço, e esta noção de níveis múltiplos de organização:
mas vista num corte transversal e projectada num plano, este mesmo ADN aparece
como um círculo, estando então todos os níveis «telescopés» num mesmo plano, com
todas as energias planetárias.
Não se pode compreender quais são as impulsões, tensões ou forças que agem
através de um ser, ou de que ele se serve conforme a sua consciência, senão
através de um conhecimento da astrologia e uma boa intuição. Seria preciso
re-desenvolver o tema do nascimento (arquétipo humano do ADN) nos planos do
corpo, sabendo, sem dúvida por uma progressão numérica ou das chaves de passagem
de um plano a outro, quais são as energias planetárias predominantes sobre o
corpo físico (capacidade e tendências mórbidas) sobre o corpo etérico ou vital
(tipo de energia, temperamento, vitalidade), o corpo emocional (pulsões e
criatividade, dificuldades racionais) e o corpo mental(formas pensadas -
orientação do trabalho).
Comunicamos aqui a imagem do ADN humano, tal como a estabelece Etienne Guillé,
que nos servirá de base de trabalho; cada uma das energias do zodíaco está em
relação com uma cor (emissão vibratória), um metal ou metalóide, e com uma
linguagem ou mensagem específica respeitante à evolução actual do ser humano
(raça ariana). Porque convém não esquecer que a memória do ADN contém a evolução
da humanidade, sua história, as páginas escritas pelas diferentes civilizações:
é o nosso património colectivo, a «codage» de certas experiências raciais
marcantes que modificaram a «trajectória» da consciência do Grande Ser que é a
humanidade tomada como um Todo.
Se o Verbo de cada entidade planetária continua o mesmo (arquétipo vibratório)
no decorrer de vastos períodos respeitantes à evolução de uma raça, do
nascimento à morte, a cor que ela desenvolve, ou de que se apresenta ao nível
físico, muda com as estações (acção sucessiva sobre todos os níveis de
organização da matéria) ou todos os três meses, com um ciclo completo em 36
meses.
As cores são obtidas por combinação de pesos de elementos constitutivos (Terra,
Água, Ar, Fogo) segundo a posição da energia zodiacal considerada.
Note-se de passagem que as atribuições ou correlações de energias planetárias
(domiciliada) face a diferentes signos do zodíaco, não são as mesmas utilizadas
pelos astrólogos.
Estas correlações foram reveladas por Etienne Guillé e respeitam o corpo
espiritual do homem (raça actual, ariana, projectada em memória sobre o quarto
chacra, ou centro do coração). O que mostra bem a diferença de nível de acção
dos planetas em função dos corpos considerados (cada signo do zodíaco continua
ligado ao nível espacial, arquetipal, às mesmas funções e órgãos do corpo;
segundo a escala vibratória considerada (plano de organização ou corpo), cada
lugar do corpo físico ou signo do zodíaco exprimirá uma energia planetária
diferente, uma nota ou cor particular...
As doze cores ou doze notas representam assim o desenrolar do tempo, os ciclos
do desenvolvimento de uma impulsão criadora (pensamento arquetipal) através do
espaço de consciência considerado (mineral, vegetal, animal, humano); o conjunto
dos ciclos estando contido na consciência universal (corpo do Cristo ou do Buda
segundo as tradições)
NB: obtêm-se 12 notas numa oitava dividindo por dois cada espaço duplo (dó-ré
por exemplo) e guardando cada espaço simples (si-dó) igual a 1.
|