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diagrama da cassete hebraica <ats-3><adn>ats = a testar sempre
DIAGRAMA A DIAGRAMA
O DIAGRAMA DA CASSETE HEBRAICA: ENERGIAS DUVIDOSAS
[Diagramas 21, 23 e 24 ]
16-1-1995
A propósito da cassete hebraica - diagrama que dá exemplo das 12 energias que
compõem cada memória ou civilização das 7 indicadas no «diagrama do paraquedas»
(Diagrama 21) - , Jean Noel Kerviel assinala de que, verificada na pessoa a
presença de uma energia negativa - das 6 energias negativas existentes nesta
cassete - a cura consiste em transferir a energia positiva oposta.
Mas 2 questões de ordem prática se colocam:
a) É necessário detectar com rigor qual dessas energias está na pessoa e quantos
batimentos tem;
b) É necessário, ao efectuar o transfert, saber como se contam com rigor os
batimentos;
c) É necessário e condição sine qua non que o próprio terapeuta esteja ao nível
necessário - 3º nível vibratório ou Corpo Espiritual - para que tenha em si
essas energias positivas e possa transferi-las
d) É necessário, portanto, que não esteja em simulacro ou que não esteja
armadilhado sob qualquer aspecto.
Pode ser, portanto, que nunca o terapeuta consiga estar ao nível vibratório de
consciência necessário para efectuar com verdade uma operação dessas.
No entanto, muitos dos terapeutas à venda, fazem essa operação com a maior das
facilidades, sem curar de saber se têm ou não nível vibratório de consciência
para o fazer.
Medida de precaução, em todos os casos de dúvida, é efectuar o «transfert» sobre
um suporte como a água - e, com prudência, tentar saber se uma gota dessa água
energizada vai operar de maneira autêntica sobre a pessoa tratada. É preferível
isto a lançar directamente sobre o suporte do doente, uma energia duvidosa.
Sobre a água, aliás, e sua importância na Radiestesia e na Alquimia, poder-se-ia
escrever um livro. Guy Londchamp sistematizou, no seu livro «La Symphonie du
Vivant», algumas informações extremamente interessantes sobre a água. Que estão
acessíveis a quem tenha a curiosidade e a vocação do investigador. Um dia, no
âmbito do nosso trabalho, iremos criar grupos de «recherche». Laboratório, já
temos: Nós próprios. Há que aproveitar essa dádiva dos deuses.
16/1/1995