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<chopra-1> <noologia> autoterapia Revisão: segunda-feira, 23 de Abril de 2007 GLOSSÁRIO DAS ENERGIAS EM DEEPAK CHOPRA «A memória de uma célula é capaz de sobreviver à própria célula» (95) «O corpo possui uma mente própria» « A delicada teia de informações que mantém o organismo unido» (49) «Receptores da célula são fechaduras em que só entram chaves muito especiais» «Há alimentos tristes e alimentos alegres» Deepak Chopra, in «Cura Quântica», Ed Difusão Cultural, Lisboa, 1991 Lisboa, 2/11/1996 - A questão que preocupa Deepak Chopra em quase metade do seu livro «Cura Quântica» - «a inteligência do organismo» - talvez pudesse ter uma resposta menos complicada, menos analítica e mais satisfatória para a prática médica, recorrendo aos postulados da Noologia, do que, como faz Chopra, recorrendo aos atalhos analíticos da ciência ordinária e experimental. Talvez que, com a simples explicação yin-yang aplicada à célula, pudéssemos perceber melhor como é que a informação intercelular circula, passa ou não passa, em função do mecanismo sódio/potássio, ou seja, em função do binário yin-yang e do que a ciência conhece por PH. Melhor do que nos atascarmos no pântano de noções fragmentárias, peças de um puzzle interminável em que a ciência analítica se compraz:
No campo da nomenclatura mais clássica , Chopra recorre também aos conceitos de
Todos estes nomes da ciência analítica (no caso concreto da Bioquímica - do cérebro e do sistema nervoso) pertencem àquilo que Chopra define como «a delicada teia de informações que mantém o organismo unido» (49) . Interleucinas e interferon, com a desinência «inter», têm o nome com elas, assim como os neurotransmissores . A perplexidade que Chopra revela, no entanto, é a perplexidade natural da ciência ordinária que divide e subdivide, classifica, nomeia, analisa, experimenta para tentar explicar um mecanismo global mas, em fim de contas, apenas complica ainda mais o quadro, depois de ter uma lista de nomes - partes ou fragmentos - sem poder explicar o mecanismo global que afinal garante a intercomunicação e processos tão importantes decorrentes dela como:
etc. De caminho, Chopra continua utilizando uma nomenclatura psicologística que só concorre, de facto, para a confusão. Listando esses vocábulos no sentido do mais para o menos confuso, indicaríamos:
Menos equívocos porque mais globais, genéricos e holísticos:
Preferível porque ainda mais global, holístico e genérico:
Estados vibratórios de consciência ou estados de consciência vibratória é a designação-chave em radiestesia holística, na abordagem do continuum energético. Isto sem falar da inesgotável nomenclatura psiquiátrica com os famosos rótulos postos às costas do doente como anátemas ou azorragues :
Face a este quadro caótico, como são todos os quadros fornecidos pela ciência analítica, talvez não seja desaconselhável ir pela abordagem global e holística da Noologia que procura, dentro do continuum energético, atribuir números em progressão logarítmica , em vez de palavras, com conotações equívocas, às energias. A palavra «emoções» , por exemplo, situar-se-á no N32 ou, concretizando, em uma das 9 camadas da alma. Já a metade do livro, Chopra explica com desenhos o que entende por «Cura Quântica», descoberta sua e título da sua obra. De novo entramos sobre pormenorização de «partículas», já esquecida a noção básica que Chopra nos dá no prefácio, citando o famoso Stephen Hawking: «Quantum é a unidade indivisível na qual as ondas podem ser emitidas ou absorvidas.» A definição assemelha-se à de Mónada, dada por Leibnitz, mas isso levar-nos-ia a uma questão filosófica provavelmente interminável. Com todas as agravantes de uma nomenclatura indutora de erro, mas a obra de Chopra ainda é das que põem à disposição do estudante das energias um conjunto de conhecimentos próximos daquilo que interessa à ciência noológica. Não esqueçamos que a Noologia está a nascer e que tem de ir buscar informações às fontes , neste momento, acessíveis, a maioria das quais se encontra inquinada por 41 mil anos de queda livre da humanidade. O puzzle, nessas obras e autores, atingiu um tal estado de confusão que todo o trabalho consiste - como este guião de estudo e leitura pretende - em ir separando o trigo do joio, em ir deitando fora o acessório e recolhendo o essencial, em reunir e aproximar peças desavindas e aparentemente distantes, em ultrapassar as ciladas da palavra, a confusão das linguagens e nomenclaturas, a corrupção milenar dos símbolos. O projecto da Noologia - reconstituir a Biblioteca de Alexandria e, depois de Babel, reconstituir a linguagem original da vida, - vai exigir tempo, paciência e alguma teimosia de quantos quiserem aderir a este projecto que - diga-se desde já - é um projecto cósmico a ambicioso. Mas um projecto em que temos por nós o Cosmos se para ele trabalharmos com afinco , determinação e vontade. Como diz a Grande Esfinge:
Querer e ousar é fundamental, porque se constata que, no nosso tempo, há: a) Muita gente a viver, à tripa forra, do negócio babélico da confusão de linguagens b) Muita gente que sadomasoquisticamente gosta da confusão porque energeticamente é confusão e não quer tratar-se... |
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