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1-37- quarta-feira, 26 de Novembro de 2003<14files-md-bm-at-bb>

+ 14 FILES DA RUBRICA –BM (BODYMIND) POR ORDEM DE DATAS ENTRE 1992-1997

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<97-01-21-BM+> 3712 bytes <cdb -6> - tese de noologia - 1 página

 

A MINHA TESE (PÓSTUMA)

DE NOOLOGIA

 

21/1/1997 - Procurámos na bibliografia disponível, um manual que pudesse servir-nos de guia no nosso estudo de noologia médica.

Mas em matéria de Noologia está tudo por fazer, por pensar e por escrever.

E não há, pronto a servir, nenhum manual para o estudo das bionergias.

Significa isto, portanto, que:

a) Vamos partir do ponto zero

b) Teremos nós que ir realizando o nosso manual

Significa, portanto, que esta tese vai, no seu conjunto, ser responsável pela criação e fundamentação de uma nova ciência - que, por sinal, é a ciência mais antiga: a Ciência do Espírito, a Ciência da Energia, a Ciência da Noologia. Fundamento indispensável da Naturologia Médica.

E nem foi preciso cunhar uma nova palavra para designar a novíssima ciência das energias. A palavra Noologia já existia, há muito tempo, talvez desde sempre, mas caíra em desuso, o que só abona em favor do que ela traduz e de quem, modernamente, a trouxe de novo à luz do dia: madame Helena Petrovna Blavatsky.

Noologia, ciência do Espírito, como já Aristóteles a classificava e como se pode ler hoje em qualquer dicionário elementar da língua portuguesa, é de facto a mais nova das ciências, e também a mais antiga, simplesmente porque as sucessivas vagas de racionalismo - o helenismo, primeiro, contrapondo-se aos pré-socráticos, o positivismo mais tarde e, recentemente, o materialismo dialéctico - a colocaram fora de uso e àquilo que ela designa, estuda e pratica: as energias do Espírito, que são afinal as energias criadoras da Vida e de tudo quanto existe.

Trazê-la de novo ao uso e reabilitá-la para o nosso dia a dia, é não só uma necessidade vital e de sobrevivência planetária - chegámos ao limite da Entropia e não é possível descer mais fundo no poço do Virtual - mas também uma homenagem de gratidão àquele que, mais recentemente, a cunhou como palavra-chave de todas as ciências sagradas, de todas as ciências do espírito, de todas as ciências da energia: o padre Teilhard de Chardin, descobridor do que ele chamou a Noosfera e a Noogénese.

Por isso ele será, com Etienne Guillé, com Michio Kushi, com Carl Jung, com Ramón Lull e com Hermes Trismegisto, um dos nossos companheiros de percurso, um dos que melhor nos podem guiar os passos nesta viagem pelo mundo das energias vibratórias.

Noologia é a ciência do Espírito e, portanto, do ser trinitário que é o ser humano - como o souberam todas as tradições mas a ciência ordinária moderna esqueceu.

É o que nós, no nosso estudo, iremos lembrar.

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<92-06-02-bm+> <guille-7><adn> autoterapia - revisão:quarta-feira, 26 de Novembro de 2003

A INTELIGÊNCIA DAS CÉLULAS E O OVO CÓSMICO

2/6/1992 - Todas as psicotecnologias (ver lista ), inclusive a Oração, para serem operativas terão que obter algum resultado sobre a equação EV-SV. Equivale isto a dizer que se espera dessas psicotecnologias um salto qualitativo na equação EV-SV, apenas algumas pequenas grandes coisas:

- Uma «nova» adequação do «velho» suporte vibratório às «novas» energias que emanam do grande cosmos

- um consequente desbloqueamento do Suporte Vibratório «antigo» e sua abertura às grandes energias cósmicas

- um consequente reatamento dos ritmos binários a que se processa essa mudança ou transformação

- uma consequente realimentação energética dos suportes vibratórios exaustos ou bloqueados

Este reajustamento entre SV e EV passa muito provavelmente pela centração do eixo endócrino e harmonização dos respectivos centros entre si. O sistema de caixas chinesas, referido por Guillé, dentro daquilo que ele chama, baseado na TP (Tradição Primordial), o Ovo Cósmico, é a metáfora ideal para ilustrar essa intercomunicação entre os vários centros energéticos, que ele também compara ao conceito de «diversas consciências» proposto por Carl Jung.

O centro do sujeito deriva exactamente da interacção complexa (cibernética!) entre todos esses centros que a si mesmos se autoregulam e que deverão seguir uma ordem (tal como as caixas chinesas) determinada para se encaixarem uns nos outros. Assim como uma caixa maior não pode meter-se numa caixa menor, assim como cada caixa (para caberem todas no Ovo!...) deverá ser seguida e antecedida de duas outras específicas e mais nenhumas, assim são as esferas energéticas no seio do Ovo Cósmico.

Este processo é de tal modo complexo que só pode funcionar ciberneticamente, ou seja, autoregulado, sem nenhum voluntarismo do sujeito, ou análises parcelarizantes. Só funciona holisticamente. Só um método global, portanto, como o que Etienne Guillé adoptou de L. Von Bertalanffy, em que a informação intercelular esteja automatizada, tem chances de conduzir ao reequilíbrio da Equação SV-EV.

Um dado, para já, pode ser dado como assente : as energias (vibratórias) do Céu (as mais poderosas) só podem agir num suporte vibratório dado, se as da Terra não o impedirem. E as da terra só podem ser, para o Bem e para o Mal, as dos Metais alquímicos como elementos transmissores de energia.

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<92-07-09-bm> <satillar-1>ninguém está inocente das doenças que tem.

A DIFICULDADE DA FACILIDADE

9-7-1992 - Após 8 seminários de Michio Kushi em Lisboa, após 12 restaurantes a funcionar, só na área de Lisboa, após a publicação em português de duas dezenas de livros e de um periódico que se chamou «Jornal da Via Macrobiótica» e de outras publicações mais efémeras, já ninguém pode hoje dizer que desconhecia e, por isso, adoeceu.

Ninguém está inocente das suas próprias doenças.

Após o pioneirismo de ecologistas e ambientalistas, já ninguém pode hoje alegar que não sabia: a doença está no ambiente, está principalmente no ambiente e nenhum diagnóstico o pode ignorar. Se o ignora, não é a Ecologia Humana que tem que se demitir, mas as instituições que continuam a chamar doença à saúde e saúde à doença, na mais indescritível das confusões.

Ninguém pode hoje alegar ignorância.

Após a fase heróica em que lacto-ovo-vegetarianos ajudaram a impor uma nova noção de higiene alimentar, ninguém pode hoje ignorar o contributo da macrobiótica como vanguarda do vegetarianismo: o movimento holístico não pára, está em constante evolução e a macrobiótica, ela própria em movimento, veio para dinamizar o que tinha a tendência para cair na inércia.

Ninguém pode hoje alegar desconhecimento das alternativas de vida que se colocam ao beco sem saída que é a sociedade moderna, dita de consumo, dita industrial e dita também do lixo e do luxo.

Se os ambientalistas sectoriais (e sectários) contribuíram muito pouco para a amplitude de um verdadeiro movimento holístico, ignorando completamente a ecologia humana, isso não significa que tudo seja hoje claro quanto ao paradigma que sairá vencedor neste fim de século e neste fim de milénio.

Ninguém pode alegar ignorância desse paradigma.

Quando a Entropia acelerada conduz o Planeta Terra a um regime de catástrofe permanente, só ignora quem quer as saídas e as alternativas que hoje se colocam.

Se nos guiarmos pela lógica do bom senso, em vez de sermos subservientes à lógica do absurdo, do disparate e do non-sense, num mundo que se tornou, com ajuda dos media, ridiculamente pós-surrealista, sabemos que a saúde é para conservar e não para desperdiçar.

Que a doença é uma oportunidade de evoluir e não uma oportunidade de acrescentar mais lucros aos que dela vivem. Como dizia Antonin Artaud, o suicidado desta sociedade e deste sistema, «os que vivem, vivem dos mortos.»

Quem não tiver vocação de vampiro, só tem que mudar de agulha. Sem esquecer que a pior doença é a da alma: embora se note menos, mas a neurose do lucro (a febre do bezerro de ouro, como diria o nosso sempre lembrado António Sérgio), mas o que hoje se verifica, como nova endemia destes tempos terminais, é que as almas dos poderosos já ardem nas labaredas de um merecido inferno... Antes ficar no purgatório onde essas alminhas de sucesso (consumidas pela ganância) nos condenaram a ficar.

Curar é fácil, e prevenir ainda mais. Difícil é vencer a opacidade estúpida e arrogante, a inércia da asneira, os preconceitos familiares e escolares, os interesses e monopólios da indústria alimentar que mata, a fraude publicitária e a mentira dita científica, a escalada mediática de violência, o poço sem fundo da era do virtual.

A verdade não está só nos livros, nem está principalmente nos livros. Depende essencialmente dos olhos puros e sem preconceitos que queiramos abrir à maravilhosa e poderosa Ordem do Universo. Cujas leis teimamos em não respeitar. Em não conhecer. Em ignorar.

Porque sabemos demais das ciências que temos.

Porque nos ocupamos mais a ter do que a ser.

Porque estamos metendo as nossas alminhas no inferno, convencidos de que voamos (a jacto) a caminho do paraíso.

Não digam é que ninguém avisou.

No dia do julgamento, ninguém poderá alegar ignorância.

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<93-07-13-bm> <holmy -1><adn> - exercício de emergência com holmyard – leituras de estudo

O CENÁRIO HERMÉTICO (*)

A ALQUIMIA DAS PALAVRAS

+ 6 PONTOS

13/7/1993 - 1 - Ponto assente na história dos alquimistas é de que a lógica binária ou aristotélica foi gradual ou radicalmente substituída pela lógica analógica. Ou antes e bem vistas as coisas: a lógica analógica, de que emana a alquimia, precede a lógica aristotélica. E daí o obscuro, penumbroso período a que se chama «filosofia pré-socrática».

Ou seja: na lógica analógica, há sempre um sentido translato num discurso, cenário, objecto, símbolo apresentado. Nunca o sentido é literal. Cuidado, pois, com as analogias, terreno movediço onde se perde o pé. Sempre que se procuram analogias, cai-se, de facto, na facilidade: para Giambattista della Porta (1538-1615), por exemplo, animais como a girafa «criaturas gentis, de espírito subtil, com seus corpos esguios e longos pescoços, identificam-se com as substâncias etéreas e delicadas»...

2 - Nos textos de alquimia, há palavras que se vão tornando, por destilação, cada vez mais significativas e significantes. A «magia da palavra» e a «alquimia da palavra» são conhecidas dos literatos, particularmente dos surrealistas e de alguns poetas. O poeta também «destila» certas palavras, como o pintor destila motivos e cores. O sentido vai mutando, transmutando. Não é por acaso que todo o aproche exegético da Alquimia feito por Julius Evola (in «La Tradicion Hermética») se faz através da nomenclatura [Ver decantação, etc]

3 - É difícil ver na história dos alquimistas apenas uma actividade paralela à verdadeira alquimia interior. A questão que se coloca é esta: que ligação há entre o cenário montado por todas as histórias da alquimia - com fornos, atanores, destilarias, chumbo, pelicanos, alambiques, kerotakis, receptáculos, fornalhas, braseiros, frascos, tenazes, pás, caçarolas, lamparinas, retortas, hematites, provetas, funis - e a questão «energética» (vibratória) a que toda a alquimia deverá referir-se para ter algum sentido além do meramente folclórico, de mero incidente na história da química gloriosa?... O cenário externo do alquimista apenas como prova de paciência preparatória da iniciação ou alquimia interior do iniciando, é inverosímil.

4 - Algumas palavras em «acção» (sufixo de Informação), a «destilar» e «ampliar» por conceitos alargados, simbolismos, alegorias, transliterações sucessivas [ Ver decantação]:

- Amalgamação

- Calcinação

- Ceração

- Cristalização

- Destilação

- Dissolução

- Evaporação

- Filtragem ou filtracção

- Qualidades elementares ou naturezas

- Sublimação

5 - INTERFACES DA ALQUIMIA - As cores, tais como os animais míticos, (leão, urso, veado, avestruz, cameleopardo (girafa)), contam-se entre as «constantes» que devem ser notadas no cenário montado em todas as histórias de alquimistas. E, claro, a presença de símbolos zodiacais. A astrologia não se desliga da alquimia, a alquimia não se desliga da magia, a magia não se desliga da zoologia fantástica, a zoologia não se desliga da numerologia, e por aí adiante. Tudo se passa, pois, como se os textos alquimistas nos atirassem itens de informação só para nos baralhar: animais, árvores, contos, cores, curas mágicas ou miraculosas, estrelas, lendas, nascentes, números, pedras, planetas, plantas, quadrados mágicos. Tudo se passa como se uma lógica - ou espírito - não desvendada, presidisse a essa morfologia variada e desvairada. Como se, através dessa selva de signos que significam sempre outra coisa do que significam, como se pela variedade das formas, uma divindade nos punisse de não termos sabido conservar a Unidade Primordial perdida. Nos condenasse pela nossa incapacidade de discernir o uno universal, o Universo do diverso. Assim a história dos alquimistas se faz de histórias e mais histórias... Mas a história é sempre a mesma.

6 - A palavra «tradução», que muito se parece com transmutação, evoca uma certa acção alquímica e o trabalho de tradução tem, como sabem quantos se lhe dedicam, muito de subtil destilaria, de insistente decantação, de paciente alquimia. Na história dos alquimistas, sempre as palavras têm a palavra e os tradutores que empreenderam a translação dos textos árabes para as línguas europeias são uma fase típica desta história. E a lista de termos directamente adaptados do árabe anima-se: ( Ver Holmyard, pg.115)

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(*) As peças do cenário aparecem inventariadas na palavra glossário do dicionário ADN e foram colhidas na obra aqui comentada: «A Alquimia», de E. J. Holmyard , Colecção Pelicano, Editora Ulisseia,. Lisboa, 1957

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<93-07-20-bm+> <93-07-20-DN> <campo-1><adn><manual>

TERAPIAS ONDULATÓRIAS À LUZ DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA

NOÇÃO DE FREQUÊNCIA É A CHAVE

+ 5 PONTOS

20/7/1993 - 1 - Relutante em reconhecer o mundo (do) invisível, a ciência materialista tem vindo, no entanto, a reconhecer fenómenos vibratórios de diversa natureza, das radiações ionizantes às ondas acústicas, do electro-magnetismo à energia calórica, do telurismo à biocosmologia, da música à cromoterapia.

Embora rosnando, sempre que se trata de realidades que não podem ser pesadas e às vezes nem medidas, a ciência lá vai, a contra-gosto, aceitando o inevitável: o invisível. Não estabeleceu, porém, nem poderia estabelecer, um campo unificado e coerente de toda essa realidade, de todos esse fenómenos. Um continuum. As peças do puzzle aparecem dispersas. Talvez seja a RA a tentar o que a Ciência, sempre a rosnar, a priori recusou, alegando a limitação dos seus próprios métodos e instrumentos de laboratório.

Ora pois. Neste campo (invisível) da realidade física, talvez seja a noção de Frequência o que estabelece uma certa ordem no caos, a chave de uma interpretação global do fenómeno global. A Frequência vibratória de um fenómeno, substância ou estrutura, tem a ver com a qualidade das energias e é pela qualidade que as energias se podem distinguir e classificar.

As correspondências já conhecidas entre, por exemplo, sons, cores, metais e planetas, deixam entrever um quadro mais alargado de correspondências que seriam o objecto de estudo, também, de uma Física Vibratória. À luz da hipótese vibratória, o universo objectivo alarga-se até ao infinito e até à eternidade. Este é o Grande Momento da RA. Este é o âmbito vertiginoso que a RA cobre e que a torna a ciência por excelência dos tempos futuros. As fronteiras que têm limitado o homem, desaparecem como por encanto. Afinal nunca houve fronteiras, a não ser na mente humana e na ciência que a conforma.

E o ser humano surge muito mais «grandioso» do que aquele fragmento de efemeridade vogando no espaço sideral. O ser humano é o instrumento de medida de todo o universo vibratório, o laboratório de pesquisas, a sede de todas as alquimias ou transformações a três níveis: Corpo, Alma, Espírito. Estaríamos também na fronteira entre a física e a química. Um sistema de interfaces consecutivos diz-nos que a realidade é um continuum, pressentido por correntes místicas ou esotéricas, mas nunca consumado na prática quotidiana.

O ser humano, face à hipótese vibratória, desamesquinha-se, obriga-se a assumir, por ressonância vibratória, as suas dimensões de infinito e eternidade. Que se tornam assim inevitáveis e irreversíveis. Mera rotina. Físicas. A ciência criou teorias - o esclerosamento do conhecimento. A hipótese vibratória redefine toda a realidade em termos de continuum energético. Define, classifica, hierarquiza, relativizando a Matéria, colocando-a no lugar ínfimo que lhe pertence, em absoluta dependência do espírito. A hipótese vibratória explica o simples pelo complexo, o menor pelo maior, o ser humano por Deus, o visível pelo Invisível. O visível seria apenas uma condensação do invisível, definido por determinadas frequências vibratórias. Bastante baixas, diga-se.

2 - Uma releitura do que a ciência tem dito ou mandado escrever sobre energias vibratórias servirá, à luz da RA, para aproveitar alguns conceitos e rever outros. Surge então um léxico diversificado (e heterogéneo) que importa unificar e ler de maneira homogénea. Exemplifiquemos, de A a Z:

Aromoterapia

Biogeologia

Bioritmos

Campos magnéticos

Electromagnetisnmo

Emanações

Energias nocivas

Geotelurismo

Iões positivos

Linguagem das cores

Linguagem dos Odores

Musicoterapia

Nós de Hartamnn

Ondas de forma

Radão

Radiações ionizantes

Sons

Mas a partir de uma determinada frequência para cima, a ciência deixa de ter palavras (e instrumentos de medida). Por isso a RA recorre aos nomes dos deuses para designar as energias vibratórias de mais altas frequências.

A mitologia grega e egípcia, afinal, serve para alguma coisa... serve a ciência pequenina. E o próprio léxico místico - Espírito Santo, Pecado, Inferno, Purgatório, Paraíso, Céu - serve também a Ciência. [ver nomenclaturas, dogmas, etc ] o que está nos livros sagrados, afinal, não é só lenda, ficção, historietas. É para ler como História. Considerados lenda, durante muito tempo, os textos míticos e mitológicos traduzem afinal uma realidade factual muito concreta. Há que os reler e para isso há que reencontrar a linguagem em que estão escritos. Não interessa a designação e a proveniência. Campo unificado é também o que reune os léxicos dispersos e heterogéneos no mesmo método de leitura, ou na mesma linguagem.

3 - Terapias como a cromoterapia deixam de ser uma complicada gama de aplicações específicas para se transformarem em terapias globais do terreno orgânico. As cores não se distinguem por espécies mas por frequências vibratórias, tal como os metais, os perfumes, os planetas, etc. Os sons - na musicoterapia - não se distinguem por trechos os mais diversos, para esta ou esta finalidade terapêutica, mas apenas pelos vários níveis - mensuráveis - de frequência vibratória. O mesmo para os Óleos essenciais, em Aromoterapia. O mesmo para os ultrasons em sonoterapia. Quando se descobre que o Cogumelo Amanita Muscaria vibra a N 56, há um salto qualitativo importante. E compreende-se porque tem um alucinogénico o poder (vibratório) de modificar a consciência. É ainda pelo nível de frequência que eles se distinguem. Conseguir níveis de frequência vibratória mais elevados - mas estáveis - é a démarche inédita da RA, que nenhuma das outras terapêuticas vibratórias consegue. Estabilizar e prolongar um estado de consciência alargado, é o objectivo da RA.

4 - OS SONS SEGUNDO A FÍSICA CLÁSSICA

Vibração é o movimento de vai-vém das partículas dos corpos. O vocábulo «vibração» vem do latim «vibratio», «onis» e «oscilação» vem de «vibrare», «oscilar». Porque a matéria é inerte, a vibração das partículas de um corpo resulta sempre da acção de uma força, que as obriga, num movimento de vai-vém, a alterar e a retomar sucessivamente o seu estado de equilíbrio.

Som é a sensação auditiva que nos causam os movimentos vibratórios das partículas da matéria. É um fenómeno subjectivo resultante de outro objectivo, a vibração das partículas dos corpos materiais. Só por si não existe. O que existe só por si é a vibração das partículas dos corpos materiais.

O som só surge quando essa vibração é apreendida pelo cérebro de um animal por intermédio do respectivo aparelho auditivo. Para que um som se produza é necessário que haja um corpo vibrátil e que as partículas desse corpo se ponham em vibração; que haja um meio propagador e que esse meio faça a propagação; e que haja um aparelho perceptor e que esse aparelho faça a percepção.

Todos os corpos são vibráteis, embora uns mais do que outros. Fisicamente, todos os corpos são sonoros, visto que todos são susceptíveis de vibrar. O «grau de sonoridade» é que varia conforme o grau de vibratilidade do corpo. Fisicamente todas as substâncias são susceptíveis de propagar vibrações dos corpos sonoros. O aparelho perceptor é naturalmente o aparelho auditivo dos animais. Intensidade é a qualidade que faz que classifiquemos um som de mais forte ou mais fraco em relação a outros e resulta da força que provoca a vibração do corpo sonoro. Como da maior ou menos força resulta a maior ou menor amplitude, podemos dizer que a intensidade resulta da amplitude: que é a distância que percorre o corpo posto em movimento, do ponto de equilíbrio às extremidades da vibração. Altura ou tom é a qualidade que faz que classifiquemos um som de mais grave ou agudo e resulta da frequência de vibração na unidade de tempo, quanto maior é a frequência mais agudo é o som. Timbre é a qualidade que faz que classifiquemos de diferentes dois ou mais sons da mesma intensidade e da mesma altura. É pelo timbre que determinamos se um som é de guitarra, de viola, de piano, de sino, de voz, como é pelo timbre que distinguimos as vozes das pessoas, dos animais, etc. O timbre - diz-se - é a cor do som.

Acústica é a parte da Física que estuda os fenómenos sonoros, isto é, a mecânica da produção, propagação e percepção dos sons. Os discípulos de Pitágoras eram obrigados, durante cinco anos, a só escutar sem nada dizer.

5 - Outro exemplo de fenómeno vibratório, os Odores, funciona também no interface Subjectivo/Objectivo: depende não só de um emissor como de um receptor adequado.

A maior ou menor sensibilidade de alguém aos odores poderá ter a ver com a maior ou menor sensibilidade do seu Fígado ao ambiente alimentar e nem só. Poucos conhecem esta correspondência que, no entanto, pode explicar a pandemia moderna das Alergias ou hipersensibilidades ao ambiente.

Há quem explique essa maior ou menor sensibilidade aos odores pelas células da pituitária, que seriam susceptíveis de cansaço, chegando a ficar como que anestesiadas... E alguns fisiologistas acrescentam, não deixando dúvidas sobre os «histéricos dos cheiros»: Se a reacção dos indivíduos mais sensíveis fosse tomada como base para definir a concentração de partículas que contaminam o ar - por exemplo - seriam proibidas praticamente todas as actividades humanas!...»

A ciência médica tem sempre argumentos para desculpar o Poder, culpando o sujeito hipersensível ao ambiente tóxico. Em Cabo Ruivo ou «anywere».

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PERFIS VIBRATÓRIOS (ENERGÉTICOS)

E TRATAMENTO ENDÓCRINO

+ 3 PONTOS

1/8/1993 - 1 - A observação de vários tipos ou perfis energéticos (biótipos) permite concluir algumas constantes que definem hoje o comportamento da maioria das pessoas, que se encontram doentes principalmente a nível cósmico - Alma e Espírito.

2 - O espectro electromagnético não esgota, como já se disse [ver <campo-1> ], o espectro vibratório mas permite uma base de trabalho fecunda para qualquer desenvolvimento e progresso no trabalho de alquimia pessoal. Entre outros benefícios colhidos do trabalho com as vibrações do espectro electromagnético (cores, metais, perfumes, notas musicais, vogais, fonemas) podemos, pelo menos, reencontrar o bioritmo mais adequado a cada caso. E, como a observação mostra, todos hoje sofrem - e sofrem muito - de falta ou total ausência de ritmo [ Ver fogo ]. Sendo o bioritmo produzido essencialmente pelo sistema endócrino, será ao sistema endócrino que se dirige, em 1ª linha, o trabalho com as vibrações do espectro. Especialmente as mulheres, mas também os homens embora em menor escala, sofrem particularmente do sistema endócrino e é sobre esse sistema que essencialmente actua o trabalho do pêndulo com metais, cores, sons, vogais, fonemas e perfumes.

3 - Como se disse, no Trabalho com o pêndulo não se visa um tratamento específico, caso a caso, a este ou àquele órgão, contra este ou aquele sintoma, mas uma rearmonização do bioritmo, pelo que se deve trabalhar regularmente e com sequência sobre os 7 tipos vibratórios, cujo quadro é dado pelos 7 metais alquímicos. É o que se poderá designar uma «terapêutica do terreno», global portanto e não analítica. Não se aconselha um metal mas todos, uma cor mas todas, uma nota musical mas uma sinfonia magistral de Mozart.

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<94-10-16-bm++> <amq-1>

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA

DE MEDICINA QUÂNTICA

Esboço de um projecto

16/Outubro/1994 - A lei quântica, estabelecida em 1900 pelo físico e matemático Max Planck, e mais tarde acrescentada com a teoria da relatividade de Einstein, tenta explicar cientificamente a informação oriunda, em 1ª mão, de várias fontes modernas e tradicionais.

Pela lei quântica é possível estabelecer um «campo unificado» onde convergem técnicas e ciências, das mais antigas às mais modernas, e que neste momento ainda se consideram em separado como se não fizessem parte do mesmo corpo, como se não fossem ramos da mesma árvore.

Uma associação de Medicina Quântica tem assim por objectivo:

a) Mostrar a unidade principial que preside a todas essas disciplinas (campo unificado)

b) Estudar as articulações, de fundo e de forma, entre elas (Holística)

c) Treinar os seus associados, por intercâmbio de informações e de experiência, em uma ou mais práticas da medicina quântica, que hoje apresenta um quadro bem caracterizado de actividades.

Entroncam, de facto, no conceito de medicina quântica, as seguintes disciplinas:

1 - Técnicas vibratórias modernas:

Acupunctura

Chicung

Cromoterapia

Cura Quântica

Homeopatia

Iridologia Holística

Musicoterapia

Oligoterapia

Radiestesia segundo Etienne Guillé

Taichi

Terapia dos Remédios Florais de Bach

2 - Terapias vibratórias clássicas:

- Ayurveda

- Medicina tibetana

- Taoísmo(medicina taísta)

3 - As 12 ciências sagradas dos egípcios da época de ouro segundo Etienne Guillé:

Alquimia

Astrologia (cosmogonia)

Magia

Ciência dos Opostos e Complementares

Aritmosofia

Ciência da emergência

Ciência da analogia

Ciência dos símbolos

Ciência da Kaballah

Ciência do ADN

Ciência da Triunidade

Ciência da Teurgia

4 - Fontes originais onde a medicina quântica radica:

- Egipto da época dourada

- Esoterismo hebraico

- Druidas

- Taoísmo

Tendo tomado conhecimento do objectivo central da nova Associação de Medicina Quântica, estou interessado em participar activamente na criação dessa Associação e em contribuir para desenvolver os objectivos que ela se propõe

Nome ____________________

Data do nascimento__________

Morada____________________

Localidade_________________

Código postal_______________

+

<94-11-10-bm+> <94-11-10- - ><eac-1 a 3><eac-1><nio>etapas de autocura autoterapia - cura quântica

ETAPAS DE AUTOCURA - I

(DIAGRAMAS 10, 11 E 94)

+ 5 PONTOS

10/11/1994 - 1 - Comparando os várias recursos hoje à nossa disposição para uma cura quântica ou energética, há que discordar, inclusive, da forma como se hierarquiza o diagnóstico e a terapia realizados à luz da hipótese vibratória e tendo o pêndulo como principal instrumento de trabalho, detecção e transfert.

De facto, perante um sintoma apresentado pelo paciente, o terapeuta de radiestesia holística assume sistematicamente uma atitude de tudo reduzir e ler como se a causa da patologia fosse necessária e puramente vibratória. A causa é sempre energética, sem dúvida, mas há que saber se nos situamos no N8 ou num nível superior ao N 8.

Sem tratarmos da base da pirâmide – a alquimia e o metabolismo – pouco adianta trabalhar com energias de outros níveis vibratórios, ainda que os sintomas dominantes sejam a esses outros níveis.

Se a base metabólica, alimentar ou alquímica for ignorada, isso reduz o âmbito de eficácia terapêutica da maior parte dos transferts realizados com a ajuda do pêndulo de radiestesia holística.

A atitude correcta perante a queixa de um paciente, deverá obedecer a uma hierarquia de causas que vão desde as mais óbvias - ao nível do metabolismo primário do suporte - passam depois pelas afecções da alma e só finalmente, em último recurso, se deverão localizar ao nível do espírito.

Perante um caso de azia, será necessário recorrer ao tratamento da alma? Ou invocar as energias negativas ao nível do espírito?

Tudo o que é transtorno ao nível do metabolismo, deverá primeiro ser enfrentado a esse nível e não, desde logo, pesquisar causas remotas ou mais longínquas. Num certo sentido, todas as doenças são cósmicas, ou de causa vibratória. Mas isso equivale a dizer que todas doenças caem do céu, ou que são «cármicas», ou de origem genética, ou congénita: a lapalissada é, em todos esses casos, a mesma.

Evidentemente que todo o doente é doente do corpo, da alma e do espírito. Mas há uma ordem terapêutica a seguir e etapas, nessa ordem, a respeitar.

2 - Perante queixas doentes que são clara e nitidamente devidas a causas médicas e medicamentosas, é por aí - pela desintoxicação medicamentosa - que deverá começar-se. De nada adianta fazer transfert de energias sobre um doente que está completamente afectado pela toma de cortisona ou antibióticos, ou sob o efeito perverso das vacinas, enquanto nenhum destes factores puder ser removido. E este princípio é válido não só para a radiestesia terapêutica como para as outras técnicas energéticas, mesmo as três mais importantes que são a acupunctura, a oligoterapia e a homeopatia.

3 - É pela alquimia que tudo começa. E é pela alquimia alimentar que toda a outra alquimia também tem de começar. Este princípio irá introduzir uma revolução radical nas terapias hoje praticadas à sombra das medicinas doces, naturais ou alternativas. Usa-se e abusa-se, sem grande fundamento, das palavras «naturologia» e «naturólogo». Tudo isso ajuda a Ordem dos Médicos a fingir que tem um discurso inteligente.

Se é verdade que a radiestesia terapêutica e alquímica vem dar possibilidades infinitas - que se podem expressar na palavra mágica «cura quântica» - essas possibilidades só serão verdadeiramente conseguidas, se forem seguidas as etapas sine qua non de uma terapia correcta e realista. Quer dizer: assente nas condições reais do terreno orgânico e do meio ambiente. Medicina quântica é, antes de mais nada, medicina do terreno ou medicina ecológica. É, antes de mais nada, «metabolic medecine» ou «medicina orto-molecular» (de que foi genial criador o bi-prémio Nobel Linus Pauling (1901-......).

É de um diagnóstico ecológico que terá de se partir. Sem primeiro despistar as causas ambientais, toda a terapia energética - seja pelo pêndulo, seja pela acupunctura, seja pela oligoterapia, seja pela homeopatia - será um total fracasso. A Ordem dos Médicos agradece e pede bis.

4 - A maior parte das doenças, hoje, são, por ordem de frequência estatística:

a) doenças da estagnação multimilenar a que o ADN molecular tem estado submetido por condições cósmicas adversas

b) doenças de carência mineral, provocadas por uma agricultura química criminosa, por uma indústria alimentar criminosa, por um ambiente (ar, água e solos) infestado de agentes criminosos

c) doenças da poluição química, da qual poluição química a poluição medicamentosa ocupa o lugar de honra

d) doenças iatrogénicas, sequelas derivadas de algumas técnicas médicas que se generalizaram e que são fonte de «estranhas doenças», de «novas doenças», de «doenças ainda sem nome»: entre essas técnicas, há que referir:

- anestesia geral (transtornos neurológicos de alta gravidade)

- antibioterapia sistemática(conducente à imunodepressão)

- corticóides (único medicamento yang)

- medicamentos causadores de alterações hormonais (cortisonas e nem só)

- medicamentos causadores de estomatites (nomeadamente analgésicos)

- medicamentos causadores de nefrites

- medicamentos imunodepressores

- raios X

- transfusões sanguíneas (conducentes à imunodepressão)

- vacinas (alterações perversas no sistema imunitário)

5 -. Omitindo ou ignorando a iatrogénese, está-se a prestar objectivamente um serviço estupendo à Ordem dos Médicos, na sua cruzada ancestral contra os direitos do homem e contra o principal direito de todos que é o direito à escolha terapêutica. Que é o direito a escolher quem mexe no seu ADN.

Só num país de telejornais que se julgam reis da esperteza e com o rei na barriga, é possível a ordem dos médicos, como há 10, como há 20. como há 30 e como há 100 anos, continuar infectando a opinião pública com uma série de lugares comuns de inspiração positivista, que apenas têm em vista defender uma posição de classe. A verdade é que eles, depois dos caçadores e dos prestamistas, são a classe profissional mais numerosa e têm peso eleitoral.

+

<eac-2><saude>eac = etapas da autocura

DIAGNÓSTICO HOLÍSTICO:

AS ETAPAS QUE O TERAPEUTA DEVE SEGUIR

+ 4 PONTOS

Para que o Milagre se banalize: potencializar os resultados

O movimento deve efectuar-se em dois sentidos: de cima para baixo e de baixo para cima.

1 - A atitude do terapeuta face ao doente, em Noologia Médica, deve variar de caso para caso. Nem tudo é energético, nem todas as manifestações patológicas são prioritariamente de natureza energética. O diagnóstico holístico é global (quântico) mas terá de hierarquizar a causa, através de várias graduações: 1ª, 2ª e 3ª instância, pelo menos. Esta ordem tem que ser respeitada. Mesmo quando se recorre, em primeira instância, a um terapeuta da alma ( a radiestesia terapêutica, por exemplo), o doente verá aumentar os bons resultados, complementando a cura com ajudas ao corpo. O movimento deve ser nos dois sentidos: da terra para o céu e do céu para a terra.

2 - Para cada doente e para cada tipo de sintoma, o terapeuta deverá ter o comportamento correspondente adequado: não há normas rígidas nem prévias, cada caso é um caso, cada doente é um doente, cada sintoma é um sintoma. Mas há atitudes-tipo a tomar.

O sentido de actuação, quanto aos mundos energéticos considerados, deverá ser ambivalente, no sentido ascendente, primeiro, e no sentido descendente depois: deve tratar-se o suporte físico (SV) para que, quando as energias vibratórias (EV) descerem até ele, possam actuar de forma mais rápida e eficaz.

Quer dizer: ao contrário do que é geralmente ensinado nos seminários de radiestesia, onde se preconiza apenas um movimento terapêutico de cima para baixo (seja qual for o caso ou doença em questão), defendemos que também o suporte deve ser preparado e pode ser preparado, na expectativa de um tratamento exclusivamente vibratório.

É aí que os métodos de medicina metabólica e a lógica ortomolecular em terapia, têm a sua razão de ser: aliás, é de terapia segundo a lógica ortomolecular que Etienne Guillé fala, sem nunca utilizar esse nome, quando nos fala de metais, de ADN, de heterocromatina constitutiva, de iões metálicos, de trocas intermembranares.

3 - Que o mundo vibratório das energias potencializa qualquer tratamento ao nível do corpo físico, é indiscutível: mas há que potencializar ainda mais os resultados terapêuticos, ajudando de cima para baixo o que vai ser realizado de baixo para cima. Energias de alta frequência - as do mundo do espírito - podem dar ajudas verdadeiramente miraculosas: a maior parte dos «milagres» de que nos fala, por exemplo, a história de Jesus, as aparições de Fátima, as peregrinações de Lurdes, ou mesmo os adeptos da Meditação Transcendental, são a esse nível: ao nível do espírito, ao nível quântico do espírito.

O que fundamenta hoje a esperança do ser humano é, precisamente, que esse «milagre» (a que alguns, como Deepak Chopra, chamam «cura quântica») se torne regra e verdadeiramente banal: os estudiosos da radiestesia terapêutica segundo Etienne Guillé têm aos ombros a grande responsabilidade de não deixar abortar essa esperança, essa possibilidade, esse milagre. Mas para chegar às energias do espírito é necessário um trabalho longo e penoso, que muitos não quererão empreender. Especialmente há que trabalhar as 9 componentes da alma, sede de toda a alquimia. O que aqui quero dizer é que e alquimia da alma pode ser ajudada pela alquimia (alimentar) do corpo. Por isso se fala num clube de elite. Por isso se fala num «núcleo duro». Por isso se fala num «colégio de iniciados».

4 - Perante um cancro, por exemplo, tudo deverá ser feito, energeticamente falando, conforme Jean Noel Kerviel largamente explicita na sua obra «Les Énergies Vibratoires et L'Homme». Mas nada impede, antes pelo contrário, que terapêuticas metabólicas como a do Germânio (indicada por Serge Jurasunas) sejam igualmente e simultaneamente realizadas.

Perante uma constipação, não é preciso fazer transfert de nenhuma energia especial: basta a terapia do Cobre, ou do combinado Cobre+Ouro+Prata.

Perante sintomas estranhos que podem ser atribuídos à toma de qualquer medicamento violento, há que saber como desmamar o doente desse medicamento, o que não é tarefa nada fácil: fazer apenas transferts, deixando que o doente continue «ligado» a um medicamento que o intoxica, irá tornar o tratamento inviável ou excessivamente prolongado.

Perante um sintoma claramente alérgico, há que tratar metabolicamente o fígado com Enxofre, ou na forma de Oligoelemento, ou com o pêndulo por meios vibratórios, ou com alimentos ricos em Enxofre (nabo, rabanete, rábano, rábano negro).

Perante sintomas de azia e de acidez estomacal, em vez de radiografias ao estômago e outras barbaridades, há apenas que alcalinizar suavemente o doente, através de algas, cebola, combinado cebola + abóbora + cenoura + couve branca (o célebre «chá dos vegetais doces» indicado por Michio Kushi), etc, etc, que os recursos alcalinizantes são infinitos.

Perante digestões difíceis, há correcções a fazer nas funções do baço-pâncreas com ajuda de papaia e mineral Crómio.

Perante uma otite infantil, ou qualquer outra «ite» (processo inflamatório), é urgente uma profilaxia com o Cobre, por toque vibratório ou oligoelemento, com o Zinco + Cobre, ou com o Cobre + Ouro + Prata. Antes de ir para a cirurgia ou para qualquer outra actividade criminosa, é necessário esgotar os recursos metabólicos e orto-moleculares (vibratórios).

Perante uma paralisia dos membros inferiores, contra a qual a medicina baixa os braços e confessa que já nada pode fazer, é necessário acreditar com uma severa firmeza no toque vibratório dos metais: aí, se for solicitada ajuda a um bom terapeuta da radiestesia, já o terreno estará preparado para receber as boas energias que irão sobre ele operar.

Perante um sintoma rebelde de bócio, que implica o complexo metabolismo do iodo, há que deixar à «inteligência do ADN» grande parte da tarefa, embora dando uma boa ajuda com administração abundante de Algas, e Iodo através de toque vibratório.

Perante uma intoxicação de chumbo, no local de trabalho, para a qual a medicina talvez mande fazer intermináveis análises que nada esclarecem, o mais inteligente é fugir à fonte de intoxicação (caso seja possível) ou então, através do toque vibratório do chumbo, criar no organismo um antídoto contra o dito veneno (esta técnica noológica baseia-se no princípio homeopático dos semelhantes).

Perante qualquer sintoma de intoxicação por metal pesado, a receita será idêntica.

Mesmo perante uma perturbação que seja claramente de ordem psíquica - e para a qual a radiestesia terapêutica pode apontar boas soluções - nada impede que se trabalhe metabolicamente o suporte vibratório, atacando também sintomas que se podem verificar de perturbação a nível fisiológico. Isto ajudará a terapia específica que haja mesmo necessidade de ser feita, através de transferts efectuados com o Pêndulo. Também aqui, o movimento é em dois sentidos: de baixo para cima e de cima para baixo. Simultâneamente (ou quase).

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<eac-3><saude><etapas>

ESCOLHER A MELHOR ARTE DE CURAR

NÃO, SIM, TALVEZ

À luz da hipótese vibratória, tudo fica mais claro. Demarcam-se os campos e as responsabilidades.

À luz da hipótese vibratória, fica bem claro quais são as terapias que efectivamente estarão activas no Ano 2000 e as que convém abandonar desde logo.

Contra as técnicas manipulatórias, contra a intoxicação químicofarmacêutica, contra a iatrogénese, contra a violência cirúrgica, contra a massagem sempre manipulatória (mesmo que seja energética ou principalmente se for energética), contra o transe hipnótico como «psicanálise» oculta, contra os processos de intervenção mediúnica, contra as psicoterapias químicas, contra a própria psicanálise freudiana, contra toda a técnica terapêutica que aliena, manipula, oprime, adoece o ser humano, vamos ter a coragem de assumir, com a ajuda do pêndulo, a medicina vibratória em toda a plenitude e como a única medicina do futuro que vale a pena cultivar. Por ser a única libertadora do ser humano:

Portanto,

Sim à Cromoterapia

Sim à Metaloterapia por toque vibratório

Sim à Musicoterapia

Sim à Homeopatia

Sim à Alquimia alimentar ou Metabolic Medecine

Sim ao Chi Kung

Sim às essências florais de Bach

Talvez à medicina ortomolecular (escola norte-americana)

Talvez à fitoterapia

Talvez ao Tai Chi Chuan

Talvez ao Do-In

Talvez ao Yoga

Talvez à acupunctura

Talvez à psicanálise

Talvez à massagem

Não à alopatia química

Não à cirurgia

Não à regressão hipnótica

Não à magnetoterapia

Não à medicação química

Não ao transe mediúnico

Não à psiquiatria química

Não à transplantologia

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<94-11-20-bm+> <fb – 0 >4 páginas - <fb-1> <adn> <manual> fb=feed-back com os colegas de trabalho - diálogo com o grupo

ONDE SE FALA DE IMUNIDADE ENERGÉTICA

 

20/11/1994 - Sim, é um facto: esta démarche, que começa tão humildemente com este objecto tão humilde que é o Pêndulo, tem metas ambiciosas. Uma das que me tocam mais e de que, portanto, vos falo: o acesso à porta por onde se pode espreitar o que fica do lado de lá deste mundo das aparências. Se quiserem, a essência. Se quiserem, a morte e o que há na morte. Se quiserem, a eternidade. Se quiserem, os espaços-tempo não lineares. Se quiserem, o mundo quântico, onde tudo se articula a tudo, onde todos os interfaces se estabelecem, entre este mundo e o outro. Entre o outro e os outros. Entre todos os contrários opostos.

É esta uma das múltiplas metas (ambiciosas) deste trabalho que, começando pela Radiestesia, a que chamamos 6º sentido, aponta, nada mais nada menos, do que para 12 sentidos no ser humano e 12 ciências sagradas, da Alquimia à Teurgia (Ver mapa).

Também é verdade, neste método, a banalização de coisas que se tornaram inacessíveis ou excepcionais. Dou 3 exemplos: a iniciação, a fabricação da pedra filosofal e a procura do santo Graal. São, com o humilde trabalho do Pêndulo, objectivos ao alcance de cada um e a breve trecho.

Aprender a criar uma certa imunidade da alma (imunidade energética), contra as investidas, hoje tão activas, das várias escolas manipulatórias e alienatórias que invadiram o campo das chamadas ciências ocultas ou esotéricas, é também e ainda um objectivo do trabalho com o Pêndulo.

O progresso deste nosso trabalho depende muito do feed-back que se estabelecer entre nós. E este «feed-back» depende muito de questões que vocês puserem e da forma como as puseram. Não se trata de nenhum «amen», nem de criar entre nós nenhuma rede de apanhar pardais(e tolos). Cruzes canhoto. Intercomunicar informação com o Pêndulo, não é nem será jamais criar redes de intertransferência energética. Dessa temos à vondo por aí. E não contem, minimamente, com este método nem comigo para levar a água a algum moinho energético que não seja o da vossa própria autonomia, auto-suficiência e independência.

«Ne touchez pas a quelqu'un d'autre» é uma das saudáveis recomendações deste método. De facto, a teledetecção, o telediagnóstico e a teletransferência de energias, derivando todas dessa suprema qualidade do ADN que é a teleacção - permitem exactamente a maior limpeza. Nada de promiscuidades energéticas. O que vemos hoje é um grande deboche energético, sob as mais variadas formas.

Para simbioses energéticas, encontram-me disponível as 48 horas por dia. Para parasitismos energéticos, hoje tão na moda, não estou disponível nunca e tenho raiva a quem esteja.

Na multiplicidade dos caminhos que hoje são propostos, em nome da iniciação, o pêndulo pode servir de bússola, de estetoscópio, de microscópio e até de telescópio. Pode servir, como já vos disse, de computador pessoal. De bússola que guiará cada um de nós na escolha do seu próprio caminho. Que até pode não passar pela radiestesia. Mas, com a Radiestesia, cada um poderá saber se o seu caminho passa pela radiestesia ou não. Já se disse que o Pêndulo trabalha para se autodispensar. Como é costume dizer, o Pêndulo, além de inconsciente ambulante e do nosso computador de bolso, é, à la limite, para nós o dispensarmos. Quando nós próprios, nos nossos milhões de células, formos o pêndulo, ou seja, o Oscilador cósmico, ou seja, o ressoador cósmico universal da grande música das esferas, o pêndulo terá realizado a sua missão.

Melhor do que comparar o corpo a uma máquina, como faz a fisiologia materialista e a medicina aprova, é compará-lo a um diapasão. Máquina é matéria morta, diapasão é receptor e emissor de vida vibratória.

Não há ilusões nem crenças no trabalho com o pêndulo. Não há crenças nem promessas. Há certezas, constantemente verificáveis e submetidas à dúvida metódica. A propósito de dúvida metódica, é muito interessante, energeticamente falando, a revelação que Etienne Guillé faz sobre a face desconhecida de René Descartes, filósofo que o materialismo descabelado recuperou e que, por ele, tão caluniado tem sido.

Distinguir o essencial do acessório, o efémero do eterno, é um dos objectivos do Trabalho com o Pêndulo. Mas essa distinção deve começar dentro de nós próprios: aprender a distinguir o que é, para cada um de nós, o acessório e o que é fundamental. É a escolha, a grande escolha, a grande opção. Distinguindo vibratoriamente os sete metais uns dos outros - ou as sete cores do arco-íris - é o próprio corpo, com a sua inteligência própria (chama-se-lhe zona quântica) que irá efectuar as necessárias destrinças, as indispensáveis decantações. A alquimia interior é também isso: distinguir o trigo do joio, a verdade da falsidade. Energeticamente falando, evidentemente.

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<fb-2><cartas><adn><autot><nio> fb= feed back

LIMITES DA TELEDETECÇÃO

Tomem isto como uma ficção científica. Experimentem ver, com o Pêndulo, se certas palavras vibram e como vibram. Mesmo quando vibram, interroguem a que nível dos 14 níveis vibratórios é que vibram.

Façam uma lista das palavrinhas mais consumidas nas sessões teológicas - das mais doces e das mais cor-de-rosa - e talvez possam constatar como são vibratoriamente pobres ou não cheguem mesmo a existir.

Se estenderem o mesmo tipo de teste aos aromas usados em aulas de yoga, aos mantras e mesmo aos sabores de certas especiarias do tipo indiano, poderão constatar por vós próprios, a que nível vibratório esses recursos e truques colocam os utentes de tais sessões e de tais culinárias.

O pessoal dito espiritual tem verdadeiros orgasmos com palavrinhas e palavrões que são, vibratoriamente falando, verdadeiros horrores.

Vamos a uma listagem e peço que lhe acrescentem algumas palavras de vossa iniciativa, queiram ou não testá-las.

Democracia

Ecumenismo

Fraternidade

Igualdade

Liberdade

Mãe Terra

Natureza

Paz

Reconciliação

Solidariedade

Tolerância

Como já perceberam, é toda a podre mitologia do nosso tempo, inventada para ver se tapavam a merda ocidental cristã, toda a cultura e religiões anexas que nos vem alienando de há 41 mil anos a esta parte.

Vale a pena testar uma vez, se quiserem confirmar. Mas não convém, para vosso próprio interesse e progresso espiritual autêntico, insistir muito na mitologia podre desta podre sociedade. Vale mais testar os mitos e deuses e as energias que são de facto os que na Nova Idade de Ouro vão imperar.

Usem moderadamente do Mundo Velho, usem e abusem do Mundo Novo que nasce.

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<fb-3><cartas>

FIABILIDADE EM RADIESTESIA

O tempo que se perde com a Radiestesia, é tempo que se ganha na eternidade, quer dizer, no não-tempo, que é também o não-espaço.

Eu hoje só tenho certezas. Poucas mas boas certezas. Deixei-me de ecletismos, de belos atrasos de vida e empatocratas que toda a vida me proclamaram a tolerância e a abertura e o ecletismo e a democracia. Troquei um monte de crenças mais ou menos duvidosas, por meia dúzia de certezas inabaláveis de que não abro mão nem que me matem. E acho que ganhei com a troca.

O grau de fiabilidade de um radiestesista demonstra-se pelo «feeling» que revela em relação às «pièges» e às «inversões de sentido» (simulacros) que abundam por toda a parte mas especialmente quando se regressa do Continente perdido e enquanto se atravessa a linha dos recifes. Acontece que se nota, nos seminários intercalares, uma certa falta de «feeling», e portanto de fiabilidade, por parte de quem aceita autores, afirmações, discursos e até símbolos completamente «armadilhados por dentro», completamente impregnados de MAGA GAU GAS e completamente pervertidos. Se na Índia, por exemplo, o «sim» significa o «não», como me dizia uma terapeuta ilustre, isso só prova de que o hinduísmo está vendo há muito a fita ao contrário, de baixo para cima e não de cima para baixo. Não deve, portanto, embandeirar-se em arco e ser dado como um sinal de grande iluminação, o facto de o «sim», na Índia, ser o «não» como me dizia a nossa ilustre terapeuta.

Cuidado com o jogo dos paradoxos. É preciso ter estofo para os criar e para os viver. E não se ultrapassam os sistemas de forças opostas com piruetas verbais ou mentais. É preciso alquimizar os contrários, de contrário estamos pura e simplesmente na pura aldrabice.

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<fb-4> <planos> <milenio> <adn> <accao>

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE RADIESTESIA

(ESBOÇO DE UM TEXTO)

HIPÓTESE DE PROPOSTA DE TRABALHO DE PESQUISA

1 - Uma vez que a área susceptível deste grupo investigar é infinita, a presente proposta vai no sentido de circunscrever e delimitar essa área infinita a alguns temas ou pistas de pesquisa que, no critério do proponente, são prioritárias

2 - Numa primeira tentativa de síntese, a proposta anexa para uma Associação Portuguesa de radiestesia dá uma primeira aproximação, o quadro onde será possível começar a delimitar pistas de investigação (digamos holística) que nos faça ganhar tempo do pouco tempo que nos resta e que não temos a perder

3 - Na perspectiva do proponente, o que está a acontecer hoje, na área da teosofia, é uma caótica dispersão, a título de ecletismo, é uma subdivisão atomística de temas em nome da santa unidade e da santa unificação. Do que se trata, antes de mais nada, é de encontrar o método mais apropriado à matéria e aos objectivos em vista

4 - Como o proponente pretende usar da maior transparência, em todas as circunstâncias da sua vida, acho que não devia ocultar, nesta proposta de trabalho, o próprio caminho de conhecimento que escolheu: a radiestesia segundo Etienne Guillé.

Afonso Cautela

Novembro de 1994

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<fb-5><cartas><adn><diario> fb = feed back

DESCOBERTAS PESSOAIS

NA RADIESTESIA

Cabo, 22/12/1994 - O conceito do «duplo», do «ser duplo», fundamental em Gnose Vibratória, dificilmente se define. Permito-me usar uma imagem que gradualmente vá tornando mais nítido e aproximando de nós esse conceito tão fugidio. Quando vemos a nossa sombra, é porque um foco luminoso se projecta entre nós e a sombra. Creio que temos aí a imagem possível do que é o duplo. Não existe sem que uma luz nos ilumine e é produto inverso dessa luz. Tudo está em saber qual é a luz que nos ilumina...

O menos que se pode dizer das técnicas manipulatórias de energia, é isto: com elas, o doente sente-se muito bem ao recebê-las mas sente-se pessimamente daí a algum tempo; com a radiestesia e os métodos não manipulatórios de alquimia alimentar, o doente sente-se desestruturado (crise curativa) ao recebê-las mas vai gradualmente sentindo-se melhor à medida que o tempo passa.

Tudo isto se inclui na rubrica «stresses positivos e stresses negativos», que constitui um dos capítulos centrais da radiestesia terapêutica.

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<fb-6><adn>

23/1/1995 - Sempre que, nesta viagem ao país das energias, se sintam desorientados, perdidos, recorram aos diagramas: eles constituem, de facto, o mapa do «território», desse território imenso e complexo que não vem nos mapas do mundo. Façam o vosso próprio mapa, diagrama a diagrama.

Porque, diagrama a diagrama, enche a Radiestesia o papinho.

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<fb-7><a-enc><adn>

Vão ficar cada vez mais sensíveis, embora menos vulneráveis, à confusão circundante . Vão, portanto, sofrer mais. Será isso que querem? Sofrer por excesso de sensibilidade ao meio ambiente?

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<95-02-18-bm+><mde-1> <adn>mde = mapa das energias - conferência dia 18 itens de reflexão e discussão acetatos? Revisão: quarta-feira, 26 de Novembro de 2003

O MAPA DAS ENERGIAS

18/Fevereiro/1995 - É natural que, num território desconhecido e misterioso como é o mundo das energias, as pessoas procurem um guia para percorrer o caminho. É natural que procurem uma crença e acabem por adoptar alguma. Ou um mestre, um guru. É natural que se deixem guiar por Alan Kardec, mas é também natural que se deixem guiar por Max Heindel, ou que prefiram Madame Blavatsky, essa heroína, René Guénon ou outros profetas ainda, como Michio Kushi, o génio, Khrishnamurti, esse grande espírito que rejeitou ser chefe da Sociedade Teosófica e que influenciou, graças a Deus, muitas pessoas em Portugal e ainda bem.

Mas Rudolfo Steiner e a Antroposofia também se encontra bem instalado e bem representado em Portugal. Sem esquecer as grandes tradições de fundo - como o Ayurveda, através da disciplina chamada meditação transcendental. Mas logo temos aí um outro importante grupo, o do Mestre Mahrashi, isto para não falar dos mais recentes novidades, como o Rei Ki, o Chi Kung, ou os velhos métodos de Acupunctura do Imperador Amarelo e que hoje o Japão fez proliferar em subtécnicas muito práticas - de Do-In, Shiatsu, reflexologia da palma da mão, da sola do pé, etc.

O problema não é, portanto, quem venda e manipule energias, não é falta de caminhos para a salvação da nossa alma e conforto do nosso espírito e paz do nosso corpo. O problema não é de estarmos à míngua de néctar divino mas o de termos enormes auto-estradas e bólides vertiginosos que nos levam deste túnel negro e sem fim até aos deslumbramentos da Luz Branca, da Grande Iluminação.

O problema, é que temos autoestradas a mais e tempo a menos para consultar o manual de instruções. Acima de tudo, em todas essas viagens, é imprescindível ter um guia e para o ter há que o comprar. E para o comprar, temos que nos empenhar. E para nos empenhar, levam-nos o bem energético mais precioso de todos que é o tempo - o cronos e o kairós.

Foi então que um dia chegou a notícia de um autor francês chamado Etienne Guillé, que utilizava o pêndulo de radiestesia como bússola para percorrer, sem desvios, sem pressas mas rapidamente, sem sobressaltos mas com segurança, o caminho de salvação da nossa alma até à Luz Branca do espírito e que, além disso, fazia das energias uma cartografia à escala de 1 para 1 milhão, uma cartografia que ia desde o Microcosmos da molécula (mais conhecida por dupla hélice do ADN em português, DNA em inglês) até ao macrocosmos propriamente dito, o canal divino.

Há neste momento, já reconhecidos, 14 canais cósmicos, que emitem 28 energias características, 28 energias essas que, curiosamente, têm a ver com o número de um certo gene da molécula.

O que é interessante, neste mundo das energias, é que mal a gente pensa que já acabou a contagem (as cartas do tarô, por exemplo) ainda agora ela vai no início. As cartas do tarô, contam-se 24 mais importantes, com o nome de grandes arcanos, depois mais 70 e tantas menores. Mas há 100 mil cartas do tarô egípcio que possivelmente estão metidas dentro de uma pirâmide ou arderam na biblioteca de Alexandria.

A Numerologia, com o nome de Aritmosofia, é apenas uma das 12 ciências sagradas que os hierofantes egípcios não contavam nem sequer à esposa.

+

<95-08-16-bm+> -<erros-0> palestra - diálogo com o grupo Revisão: quarta-feira, 26 de Novembro de 2003

AS 3 ALQUIMIAS

16/8/1995 - À ciência sagrada dos números sucedeu o mesmo que à ciência sagrada da alquimia: profanizou-se ou profanou-se no que são hoje a Aritmética e a Matemática, enquanto a Alquimia deu a Química e a Astrologia deu a Astronomia. Tinha que acontecer: ao exoterizar-se, a ciência sagrada deixa de o ser, para passar a ser ciência profana.

O que nos impõe, em matéria de conhecimento e de via de vida, uma opção muito radical e violenta, entre ciências sagradas e ciências profanas. Opção tanto mais urgente quanto mais nos aproximamos, pelos anos somados, do grande juízo dos deuses a que a nossa alma irá ser submetida.

Quem diz alquimia, diz metabolismo. E quem diz metabolismo, diz os bioritmos, a função dos bioritmos, que são comandados, por sua vez, pelos centros endócrinos.

Ritmar vibratoriamente o somático, é favorecer o ritmo.

Se, por outro lado, o organismo se encontrar desimpedido (desbloqueado) e sem grandes poluições químicas - a alquimia, o metabolismo e, portanto, os centros endócrinos regularizam-se, por homeostase, mais facilmente.

Gostaria de vos falar de alquimia, nesta nossa palestra, alquimia num dos 3 sentidos em que Alquimia pode e dever ser entendida:

1º) No sentido molecular, a nível do ADN, estritamente ligada, como Jung mostrou, à alma e, portanto, aos símbolos.

2ª) Em segundo lugar, a alquimia da alma, precisamente, com as 9 componentes conhecidas e reconhecidas pelos hierofantes egípcios

3º) Em terceiro lugar, a Alquimia como função do espírito ou função divina, quando entram em acção as 3 energias filosóficas - Enxofre, Mercúrio e Sal filosóficos.

Se, nesta fase final, ainda não vibrarmos energia da pedra filosofal - é porque alguma coisa se passou, nas outras fases alquímicas, erradamente.

De qualquer maneira, são 3 os sentidos em que se entende a palavra Alquimia, e nenhum deles tem a ver com a Alquimia de laboratório com que a literatura respectiva tem enchido páginas e páginas de sedutores relatos.

Esporadicamente, a Alquimia das palavras (através dos sonhos e da poesia) também é de considerar - e alguns autores têm-no reconhecido.

19/8/1995 - Acontece, em matéria de ciências sagradas, o que acontece com as ciências profanas: quantidades astronómicas de informação acumulada mas impossível de alquimizar por cada um de nós. Não é comprando ou lendo mais livros que se acrescenta vibratoriamente a nossa cultura.

É sabendo aproveitar os livros que temos. Mas para isso há que aprender o método propedêutico mais seguro: a radiestesia holística parece-me o método propedêutico mais seguro.

+

<96-04-31-bm+> Tese de noologia (anexo) - <mde-0>= mundo das energias - 4 páginas <manifesto><gabinete de ideias> <biblioteca de alexandria 2000> mein kampf 31/4/1996

O CONTRIBUTO VIBRATÓRIO

AO NOVO PARADIGMA

DEPOIS DE BABEL

PORQUE É QUE A RADIESTESIA HOLÍSTICA

É O ÚNICO CAMINHO QUE EXISTE

PARA DEFINIR O INDEFINÍVEL

31/4/1996 - Lisboa, 31/4/1996 - Vários nomes foram dados às energias «desconhecidas» por várias disciplinas organizadas como:

Biologia Quântica

Física Quântica

Metafísica

Metapsicologia

Mitologia

Psicanálise

Psicologia

Psicoterapia

Psiquiatria

Quando se sai do mundo da matéria densa e se entra no mundo das energias menos condensadas, é a confusão total e generalizada das ciências que levaram séculos a estudar a matéria e que só neste século se aventuraram no imaterial, através da psicologia.

A Psicologia - ciência da psique - é o primeiro grande contributo moderno à confusão.

Mas outros se seguiram e hão-de seguir-se, usando os nomes mais variados para designar e nomear o invisível, aquilo que os cinco sentidos ainda não captam. Todas as ciências se mobilizaram para esse efeito e a confusão das línguas foi tal que se julgou, finalmente, assistir na realidade à lenda de Babel.

Falam todos do mesmo, ou julgam falar do mesmo. Mas cada um, agarrado à especialidade científica que lhe coube, usando a nomenclatura própria da mesma especialidade e da mesma ciência, só consegue aumentar a confusão sua e dos outros.

Todos falam do mesmo ou julgam falar do mesmo. Em nome da Física Quântica, em nome da Parapsicologia científica, em nome da Psicologias Transpessoal e da Sofrologia, em nome da Psicologia Clínica e da Psicanálise de Freud, em nome da Sincronicidade de Jung (e seu inconsciente colectivo) ou em nome da Teosofia de Helena Petrovna Blavatsky e de Annie Beasant, todos julgam falar do mesmo: a Energia, Deus, a Criação, a Holística, Brahma, Ki, o Universo do diverso, o Uno indivisível, a Mónada.

Em nome das pequenas psicoterapias (mais de mil), em nome do Espiritismo (distribuído por escolas as mais diversas), em nome do ocultismo, em nome das ciências esotéricas, em nome do Paranormal, em nome da doutrina secreta (Blavatsky), em nome do realismo fantástico (Jacques Bergier/ Louis Pauwels) e do surrealismo (A. Breton), todos tentaram falar do mesmo: o que se seguia ao corpo visível e se sumia nas profundezas do indetectável, do invisível, do inacessível aos 5 sentidos.

A descida aos infernos da profundidade humana tem suscitado uma verdadeira Babel de livros, linguagens (científicas), nomenclaturas, um verdadeiro caos, a confusão total.

E até em nome da teoria do Caos (a mais caricata das teorias científicas) eles julgam falar ainda do mesmo: a divindade que nos criou, os campos de morfogénese cósmica que são todos os seres existentes, se somos fantasmas indefinidamente auto-reproduzidos ou se temos, de facto, existência real para lá e para cá das aparências.

Sem papas na língua, os hierofantes egípcios chamaram a esse para cá e para lá do que materialmente somos, a Eternidade.

Todos julgam, entretanto, falar do mesmo. E vai crescendo o número de autores, livros, ciências, nomenclaturas. E vai aumentando a balbúrdia, a torre de Babel, a confusão, o caos.

Todos julgam, têm julgado, através do último século, falar do mesmo e todos julgam ter a verdade única ou a verdade composta por várias verdades dispersas.

Chamam então supersticiosos aos que não alinham na sua nomenclatura. A linha de Oscar Gonzalez Quevedo, Domingos Moreira, José Ruiz de Almeida Garrett, todos professores doutores para impressionar, chamam supersticiosos a tudo o que não vem com a chancela daquilo a que chamam ciência.

A linha destes catedráticos em «parapsicologia» é uma verdadeira esquadra de polícia: chicotada que ferve a quem não se provar que vem com diploma em psicologia e varapau, a torto e a direito, para todos os que, pela fé, pela intuição, pela espontânea entrada numa determinada frequência vibratória não têm o aval destes gendarmes e chulos de Deus.

Mas os que se apresentam fora deste quadro universitário, também não se mostram com rosto mais humano: é tudo arrogância e, acima de tudo, ejaculações precoces de cada vez que utilizam os palavrões difíceis de que só eles sabem o segredo glossarial.

É urgente inventariar uma lista desta overdose verborreica, herdada principalmente da nomenclatura médica que é a mais longa, chata e inútil de todas as nomenclaturas ditas científicas.

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O MAPA DAS ENERGIAS

É natural que, num território desconhecido e misterioso como é o Mundo das energias, as pessoas procurem um guia para percorrer o caminho. É natural que procurem uma crença e acabem por adoptar alguma. Ou um mestre, um guru. É natural que se deixem guiar por Allan Kardec(1804-1869), mas é também natural que se deixem guiar por Max Heindel, ou que prefiram Madame Helena Blavatsky ( 1831-1891), essa heroína, René Guénon ou e outros profetas ainda, como Michio Kushi, o génio, Khrishnamurti, esse grande espírito que rejeitou ser chefe da Sociedade Teosófica e que influenciou, graças a Deus, muitas pessoas em Portugal e ainda bem.

Mas Rudolfo Steiner e a Antroposofia também se encontra bem instalado e bem representado em Portugal. Sem esquecer as grandes tradições de fundo - como o Ayurveda, através da disciplina chamada Meditação Transcendental. Mas logo temos aí um outro importante grupo, o do Mestre Mahrashi, isto para não falar dos mais recentes novidades, tipo pronto a vestir, como o Rei Ki, o Chi Kung, da nossa amiga Deolinda, ou dos velhos métodos de Acupunctura do senhor Imperador Amarelo e que hoje o Japão, sempre activista e imperialista, tanto como a China, fez proliferar em subtécnicas muito práticas - tipo pronto a comer - de Do-In, Shiatsu, reflexologia da palma da mão, da sola do pé, etc.

O problema não é, portanto, quem venda e manipule energias a quilo ou a metro, não é falta de caminhos para a salvação da nossa alma e conforto do nosso espírito e paz do nosso corpo, mas uma série de agências de viagens, que fazem bicha à nossa porta, e que nos propõem rotas exóticas as mais diversas - desde os Himalaias (com o budismo tibetano da veneranda ordem Nyingma) ao Continente Industânico com os seus pesos pesados que são o Yoga, o Karma, a reincarnação e outros becos sem saída. Só o Karma Yoga, à sua conta, é uma técnica completa de iniciação, com uns pózinhos de mantra à mistura. Como se vê, o problema não é de estarmos à míngua de néctar divino mas o de termos enormes auto-estradas e bólides vertiginosos que nos levam desta para melhor, deste túnel negro e sem fim até aos deslumbramentos da Luz Branca, da Grande Iluminação. Mas a taxímetro.

O problema é que temos autoestradas a mais e tempo a menos para consultar o manual de instruções. Acima de tudo, em todas essas viagens, é imprescindível ter um guia e para o ter há que o comprar. E para o comprar, temos que nos empenhar até aos cabelos. E para nos empenhar até aos cabelos, levam-nos o bem energético mais precioso de todos que é o Tempo - o Cronos , o Kairós e o AEION

Foi então que um dia, passeando eu à sombra dos plátanos, soube pela TSF, que havia um autor francês chamado Etienne Guillé, que utilizava o pêndulo como Bússola para percorrer, sem desvios, sem pressas mas rapidamente, sem sobressaltos mas com segurança, o caminho de salvação da nossa alma até à Luz Branca do espírito e que, além disso, fazia das energias uma cartografia à escala de 1 para 1 milhão, uma cartografia que ia desde o Microcosmos da molécula (mais conhecida por dupla hélice do ADN em português, DNA em inglês) até ao Macrocosmos propriamente dito, o canal divino, que não deve confundir-se com o tal canal do Herman.

Segundo informações da mesma TSF, há, neste momento, já reconhecidos, 14 canais cósmicos, que emitem 28 energias características, 28 energias essas que, curiosamente, têm a ver com o número de um certo gene da molécula.

O que é interessante, neste mundo das energias, além de não se ver patavina, se não se enxergar um palmo à frente do nariz, é que mal a gente pensa que já acabou a contagem (as cartas do tarô por exemplo) ainda agora ela vai no início. As cartas do tarô, se me não engano, contam-se 24 mais importantes, com o pomposo nome de grandes arcanos, depois mais 7O e tantas menores. Mas segundo o repórter da SIC que esteve no local, há umas 100 mil cartas do tarô egípcio que possivelmente estão metidas dentro de uma pirâmide e que só quando a Palmira me ceder a chave aqui da Sociedade serão descobertas.

(Ver diagrama 41)

Bom, era para vos dizer que só isto da Numerologia dá água pela Barba. A Numerologia, com o nome de Aritmosofia é apenas uma das 12 ciências sagradas que os hierofantes egípcios não contavam nem sequer à esposa. Doze, meus senhores, Doze. Eu comecei só agora, aos 63 anos, que faço amanhã, a soletrar a alquimia, com a ajuda do Pêndulo e do senhor Etienne Guillé. E já me dou por muito contente se conseguir algum progresso em Alquimia elementar e alimentar: ou seja, transformar o Chumbo, que é pesadíssimo, em Ouro de Lei. E devo dizer que já estou pertinho disso, para vos entusiasmar a vir às aulas de radiestesia. Nessa altura, quando eu souber transformar Chumbo em Ouro, os cursos deixam de ser aqui para passarem a ser no Hotel da Lapa.

Portanto, um diploma em ciências sagradas é o objectivo desta minha campanha em prol da radiestesia Hermética, que andei dois anos para começar a implantar aqui na Sociedade e que me tem trazido, como calculam, muitas resistências e amargos de boca. O outro objectivo - além de fazer ouro - é vir a ser um grande industrial de pêndulos, a que me dedicarei de alma e coração se a SIC ou a TV 4 me ajudarem, mais a tia Olga Cardoso, a promover o negócio na tele-loja.

Acho, portanto, que estou suficientemente explicado, para não se levantarem falsas suspeitas quanto aos objectivos desta minha campanha em prol da radiestesia. Não utilizo o pêndulo para fins ilícitos, estejam tranquilos. Como estão vendo, apenas quero, honesta e democraticamente, explorar o meu negóciozinho, OK?

Recomendo-vos, aliás, uma boa lavagem ao cólon e se vos falo de Cólon sei o que digo, pois herdei uma colite de minha mãe que deus tenha, coabitando com a colite há 63 anos e só neste momento, graças à radiestesia e à Patrice Kerviel, que é filha do Etienne Guillé: ela observou-me 20 minutos e a minha colite deixou de me chatiar como toda a vida chatiou.

Há também, além do Negócio do Pêndulo que é para mim prioritário, uma razão de gratidão para com a Patrice, para com o seu pai Etienne Guillé, por terem sido a Luz Branca ao fundo deste túnel Negro que é

ponto I - Viver em Portugal

ponto II - que é viver na europa dos eurocratas, dos burrocratas e dos tecnocratas

ponto III - que é viver num mundo completamente entregue à abjecção mais hedionda

ponto IV - questão de gratidão, portanto, levou-me a empreender esta cruzada a favor do pêndulo, da radiestesia e do método iniciático de Etienne Guillé. Não quero que deitem fora os vossos mestres e gurus, eles fazem todos muito jeito, especialmente para fazer altura no assento quando nos sentamos à mesa. Acho-me apenas no direito de vender também o meu peixinho fresco, acabado de pescar na lota da Ribeira e que qualquer pessoa pode, com a ajuda de deus, pescar como os santos Apóstolos da Bíblia.

Com o Pêndulo posso adivinhar o número da Lotaria, mas evidentemente que não o faço, porque, quando descobri Etienne e as 1551 páginas das suas 4 obras, e os seminários da Patrice, percebi - sou estúpido mas percebi - que me tinha saído a sorte grande.

Creio que algumas pessoas, neste nosso grupo de pesquisa aqui da SPN, também já perceberam isso e é por isso que a gente se reune nesta casa com o consentimento da Palmira, para irmos avançando, step by step, no estabelecimento da tal carta de caminhos que nos permitam ganhar tempo do pouco tempo que já temos e avançar neste labiríntico processo das energias. Temos mapa, falta só pegar no Pêndulo para termos a Bússola. E seja o que deus quiser.

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ALQUIMIA

E COMUNICAÇÃO INTERCELULAR

19/1/1997 - Sem alquimia não existe tratamento, não existe cura, não existe terapia nem autoterapia. Em suma, não existe informação e circulação de informação intercelular: como se sabe, todas as doenças são bloqueios energéticos dessa informação intermolecular.

Proverbialmente, a sabedoria do povo diz que o conhecimento passa pelas «tripas» , quer dizer, o conhecimento, tal como o alimento (porque o alimento também é informação) tem que ser digerido, melhor ou pior digerido, o que significa, em termos mais eruditos, em termos da ciência moderna, metabolizado.

Nesta linha de raciocínio estamos perante o primeiro binómio determinante da alquimia alimentar e, portanto, da vida:

a) assimilação

b) desassimilação

É um primeiro par de opostos que nos aparece, sabendo nós que outros pares opostos complementares irão surgindo ao longo do nosso estudo:

a) Yin-Yang

b) Sódio/Potássio

c) Endoderme e Exoderme da célula

d) Sono/Vigília

e)

A vida é Ritmo, como lembrou o nosso colega Salomé, e aqui, em Noologia, estamos constantemente a verificá-lo: a vida processa-se bipolarmente, não admira, portanto, que, ao estudar a vida e a alquimia da vida, nos confrontemos com sucessivos pares de opostos.

Opostos que, como afirma o taoísmo yin yang e todas as grandes tradições, são complementares. Ao contrário do que toda a cultura ocidental nos tem inculcado.

Seguindo a lógica das operações alquímicas - condição sine qua non para que a ciência se transforme em sabedoria - outro par de opostos se impõe, sempre que haja movimento, sempre que à estagnação energética multimilenar se sucede, energeticamente falando, o movimento:

a) Solve

b) Coagula:

É outro par de opostos que os alquimistas referiram sempre e a que o taoísmo chama, de maneira muito atraente e convidativa:

a) Yin

b) Yang

Para já, uma analogia se impõe:

a) Solve é o equivalente /correspondente ao yin taoísta e ao centrífugo da física moderna

b) Coagula é o equivalente /correspondente ao yang taoísta e ao centrípeto da física moderna.

Um não existe sem o outro, como claramente se pode ver no símbolo do yin-yang.

Ou antes: se um quiser existir sem o outro, surge a patologia, surge a doença, surge a desordem e a desarmonia:

O princípio da interdependência seria mais um ( o 16º sexto, a juntar aos 15 princípios que o nosso colega Salomé muito bem enunciou e que são verdadeiros pontos cardeais na viagem pelas energias)

A interdependência energética entre todas as partes do Todo - é um dos postulados fundamentais da Noologia e, portanto, deste nosso curso. Não o percam de vista.

Prosseguindo os factores sine qua non da alquimia da vida, deparamos com aquilo que tradicionalmente os hipocráticos e neo-hipocráticos chamam limpeza, catarse (os gregos até com o teatro trágico e sua catarse faziam medicina...) e mais modernamente desintoxicação.

Tudo bem e tudo certo.

Um organismo intoxicado por poluições químicas, por ambientes patógenos, pela medicina química, pela alimentação defeituosa e com carências, por todos os factores que se conhecem diariamente e que constituem matéria da Ecologia Humana, sucedânea da clássica Toxicologia e antecedente da moderna Holística , ficará evidentemente diminuído na sua capacidade energética de assimilar/desassimilar, ou seja, de metabolizar ou alquimizar a informação alimentar, por melhor que ela seja.

E toda a informação terapêutica por melhor que seja a terapia e a energia fornecidas: ou seja, sem esta condição sine qua non, que é um terreno orgânico limpo e energeticamente desimpedido, todas as terapias falham, por melhores que elas sejam e por mais competentes que sejam os terapeutas.

Em termos energéticos é sabido, por exemplo, que uma aplicação de agulhas de acupunctura , partindo do princípio que acerta no ponto ou ponto indicados, (o que é, na maioria dos casos, muito problemático) , resultará mais ou menos em função do estado de toxemia do organismo.

Toxemia é um termo predilecto dos neo-hipocráticos, entre os quais me permito sublinhar o nome de um grande português, Adriano de Oliveira, que bem merecia, nos seus 80 anos, a homenagem de gratidão de uma classe que nem os seus melhores mestres sabe reconhecer.

A Medicina do Terreno, por um lado, a Metabolic Medecine e a Medicina Orto-Molecular por outro, são assim, depois dos neo-hipocráticos, as mais modernas correntes que levam em consideração a globalidade holística do ser humano.

A desintoxicação, como eles chamam, será só por si matéria de um longo capítulo do nosso estudo - como o deverá ser, creio, da cadeira do Prof Salomé.

Pelo que já vimos, haverá sobreposições entre estas duas cadeiras, mas isso, evidentement, é inevitável quando se trata de disciplinas tão próximas e afins.

PH - Avançando para outros factores sine qua non de um tratamento orto-molecular e que normalmente tão esquecidos são na prática clínica corrente, vamos sublinhar agora a importância do chamado pH ou equilíbrio Ácido/Alcalino.

O pH põe em evidência outro par de opostos, relativamente ao qual teremos que ser justos reconhecendo à Macrobiótica a corrente que deu ao pH o ênfase, o relevo e a importância que ele tem na alquimia alimentar.

É o factor básico do terreno, determinante de todos os outros.

E porque foi a Macrobiótica a «descobrir» a importância do PH?

Porque no jogo ou balançé energético entre o yin (centrífugo) e o yang (centrípeto) logo se constatou uma relação fulcral, decisiva na nossa alquimia diária:

a) O yang assimilado ao poder energético do Sódio

b) O yin assimilado ao poder energético do Potássio.

Para o bem e para o mal, estes são os dois macroelementos da nossa glória e da nossa miséria.

Sal e sais minerais, só por si, constituem um capítulo da Noologia Alimentar.

Tudo passa pelo equilíbrio entre um e outro, entre Sódio e Potássio. Mas equilíbrio não significa que tenhamos que andar sempre com uma balança às costas a medir o Ph, a avaliar o teor de Sódio e de Potássio que entra na nossa alimentação diária.

E aqui entra outro grande princípio da nossa conduta noológica relativamente às energias alimentares e nem só: a simplicidade do bom senso ou mesmo, sem desprimor, do senso comum, tão desprezados pela ciência erudita.

Bom senso e senso comum são um património do (in) consciente colectivo a que em Noologia deveremos reconhecer a nobreza e a imensa riqueza humana.

Que queremos nós dizer com isto?

O yin-yang, a relação Sódio/Potássio, o PH, se for alquimizado entra, digamos, no nosso feeling diário, naquilo a que os psicólogos chamam intuição , naquilo a que em Radiestesia Holística chamamos o sexto sentido. Instintiva-se a informação: que é outra definição de alquimia.

Se tivermos na nossa cozinha, à frente do nariz, uma tabela com os alimentos de reacção alcalina e os alimentos de reacção ácida podemos ajudar a memória e consultar a tabela sempre que, perante um determinado alimento, tenhamos dúvidas sobre a sua energia, sobre se ele será muito acidificante ou muito alcalino, muito yang ou muito yin.

Um dos objectivos do nosso estudo é aprender a «ouvir energeticamente o nosso organismo». Ou seja: a interpretar os sinais, mais ou menos subtis, que ele nos envia, antes de entrar em crise declarada (aquilo a que chamamos doença), como reacção às acções que sobre ele efectuámos - quase sempre e paradoxalmente com pouco amor por nós próprios.

Acção/Reacção - eis outro postulado que podemos juntar à lista indicada pelo colega Salomé. Um alerta, desde já, sobre um aparente paradoxo: que poderá surgir quando começarem a praticar o jogo de balancé entre ácido e alcalino, entre Potássio e sódio, entre yin e yang.

Um alimento de sabor ácido não significa necessariamente que tenha, no estômago, uma reacção ácida. É o caso típico do limão - e dos outros citrinos.

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ALQUIMIA E NOVOS DADOS CÓSMICOS

19/1/1997 - A questão do livre arbítrio e a posição filosófica que em relação a ela se assumir, está estreitamente relacionada com os mais recentes dados cósmicos, nomeadamente desde 26 de Agosto de 1983, data em que novas informações começaram a ser emitidas para a Terra.

Como se admite em noologia e em radiestesia holística , dois acontecimentos quase simultâneos, ocorridos nessa data, à escala cósmica, realizaram uma viragem nos paradigmas até então aceites. São esses acontecimentos cósmicos:

a) A mudança de canal cósmico (foram detectados pelo menos 17 canais cósmicos nesta Galáxia...), canal a que, em linguagem vibratória de base molecular ou linguagem universal, damos o nome de MEAI GAO GOC

b) O advento da Era Zodiacal do Aquário que, segundo as medições feitas pela equipa de Etienne Guillé , vibra a frequência na base do Número de Ouro (ou FI).

Mas uma 3ª descoberta (que a seguir indicamos mais em pormenor) vem inverter completamente este pessimismo milenar sobre o livre arbítrio do ser humano:

c) É a descoberta do 2º código genético ou código vibratório, pelo qual é possível alterar o que está inscrito no 1º código genético do nosso fatalismo.

De tudo isto teremos ocasião de falar mais em pormenor, para que os colegas fiquem aptos a escolher entre 2 posições ontológicas antagónicas tão decisivas:

a) Um pessimismo estrutural cósmico-genético

b) Um optimismo criador que fundamenta a liberdade humana, a nossa criatividade , a nossa capacidade de evoluir, as nossas raízes do céu e o nosso destino.

Com estes 3 acontecimentos - viragem de canal cósmica, mudança de Era Zodiacal e descoberta do 2º código genético- , outra das ideias que sofreram uma viragem - para não dizer uma total subversão - foi a ideia ou lei cármica.

Aliás o trabalho iniciático e, portanto, alquímico, consiste precisamente em quebrar o fatalismo dessa roda cármica. Tudo o mais, na melhor das hipóteses, é misticismo, apenas misticismo.

Alterar o nosso fatalismo genético é o que se chama, em Alquimia, «fabricar a Pedra Filosofal».

E o fatalismo da roda cármica quebra-se, activando os metais alquímicos da nossa heterocromatina constitutiva, como veremos imediatamente a seguir.

Os sistemas orientais falam de carma, porque e enquanto não falam de alquimia - a 1ª das 12 ciências sagradas segundo os hierofantes egípcios - que nós vamos estudar ao longo destes 3 anos. ♫♥

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Última modificação: 22/06/07