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1-2 <adtac-2-ac-bd> 4480 bytes - chave ac – alfabetei a lista em quinta-feira, 11 de Maio de 2006A FASE ECOLOGISTA Alguns títulos da fase ecologista em lista não exaustiva nem sistemática e metódica: A arma do prognóstico (1980) A crise como doença (1983) A escassez fabricada (1988) A metafísica da máquina (8/4/1979) A neutralidade da ciência (4/5/1977) A pirotragédia em 1981 A saída vertical do yoga total ( 2/2/1980) A sombra de Chernobyl (1987) Amazónia (17/2/1979) As constantes do macrosistema (1988) As doenças estão no ambiente (1987) As explosivas contradições da sociedade industrial (18/9/ 1979) As indústrias hidróvoras e a ladainha da crise As minhas abriladas (eu anarquista me confesso) As Periferias - O lixo (humano) do luxo (industrial) - 1974 Banalização do tecno-terror (31 /3/1986) Biocracia cega ( 5/11 /1988) Ciência, religião do nosso tempo Comboio de loucos ( 12/12/1978) Contar com as nossas forças (16/2/1980 ) Da margem esquerda a voz do gueto (19/2/1975) De onde veio a tartaruga gigante? Defender a tecnologia ligeira não é saudosismo (1974) Depois das cheias mas antes do dilúvio ( 24/2/ 1979) Desenvolver o subdesenvolvimento Desenvolvimento da liberdade pelas TA's - Manifesto alternativo Desperdício energético (1983) Desperdício não, Reciclagem qual? Diversificar para desenvolver ( 4/6/1988) Ecologia combate desemprego (1978) Ecologia, luta do povo (1981) Engenharia humana: os cenários do terror (1986) EUA-URSS: Os espantosos equívocos da coexistência Filósofos na mão da ciência (24/9/1988) Frente de Descolonização cultural (1975) Haraquiri da esquerda (1983) Laboratórios de EH (1985) Macrocefalia urbana - O Fim da ruralidade Manifesto contra o Desperdício, pela economia de Recursos (1988) Manipulação do clima: fazer chover Nem todos somos pirómanos (Voz do Povo, 19/10/1979) O caso Beleza e a Ordem dos Médicos O choque da crise (1983) O despertar do Pesadelo (2/2/1980) O direito de matar das superpotências (7/4/1980) O sindroma do apocalipse (17/5/1980) Os crimes do chamado progresso Os cronófagos ( 1988) Os custos da infernocracia ( 3/9/1988) Os ecologistas inimigos da civilização Para um manifesto do lumpen ( 1975) Qualidade biológica dos alimentos (1983) Quando a medicina provoca doenças (1978) Quando ao trabalho se chamar bioenergia (7/4/1975) Quando o filho do tecnocrata se vingar ( 6/8/1981) Quando os terremotos são uma arma (13/4/1977) Quanto nos custa a classe dirigente? Quem trava as energias livres ( 18/6/1988) Regresso às poluições Sal, Estarreja, Dioxina e Seveso Seca, a outra face das inundações: e vice-versa Ser ou não ser cobaia de experiências com chuva ( 22/3/1979) Só pesticidas são 181 (1983) Toxicologia alargada (1987) Triunfalismo e vulnerabilidade do sistema Tudo a postos para a guerra nuclear (1980) Vítor Jorge, um caso de ecologia humana (28/3/1987) Viva os lobishomens ( 24/10/1987)♥ |
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