3712 bytes <cmo-9> contra a medicina ordinária 1985-87
5-6-1972
VACINA CONTRA RADIAÇÕES:
UM INVENTO GENIAL
O princípio científico, filosófico e ético das vacinas é óptimo para o sistema estabelecido ( a sociedade de consumo) prosperar.
Desde que se invente uma causa que não seja a causa ambiental (e portanto a causa verdadeira) mas uma alegada causa (o bacilo de Kock para a tuberculose, por exemplo) , que escamoteia a causa verdadeira, conseguem-se matar 3 coelhos de uma cajadada:
Maravilhoso invento o da vacina que permite tudo continuar na mesma e, eventualmente, piorar, sob a aparência de que tudo melhorou.
Há quem diga que a vacina foi inventada para que as causas verdadeiras - as do ambiente alimentar, atmosférico, agrícola, químico, urbano, etc - possam continuar actuando à vontade sem que nada nelas se altere.
Vacina-se o Terceiro Mundo para não se lhe matar a fome endémica : esta é a filosofia ética da vacina.
Desde que se invente um vírus (que sempre existiu) a vacina evita que se façam quaisquer alterações no satus quo, nas estruturas, na raiz, na causa das causas que é sempre e simultaneamente política, social, económica, física, biológica, ambiental.
Que é sempre - numa palavra - ecológica.
A vacina é óptima e mais conservadora ainda do que o PCP.
De maneira que já desponta no horizonte a maior maravilha da técnica: a vacina contra as radiações.
Vejam só o negócio: sendo a poluição radioactiva hoje a mais expandida e a que mais cancros produz, vejam só que negócio uma vacina anti-radiações.
É claro que uma sociedade não vai prescindir de ser radioactiva. É impossível parar o progresso. É impossível deitar ao mar ou mandar para Marte as 400 centrais nucleares instaladas em todo o Mundo. É impossível pôr no olho da rua todos os engenheiros nucleares e que, coitados, também têm direito à vida. É impossível reformar, numa boa, todos os ministérios da indústria e tecnologia.
Portanto e uma vez que as radiações (as marotas) são cancerígenas mas não podem deixar de aumentar, a solução só pode ser o grande princípio filosófico e ético da Vacina : finge erradicar a causa permitindo que a causa aumente.
Ei-la, na pena de um jornalista do semanário «Le Nouvel Observateur» ( 5/Junho/1972) , Rano Mahenni, que assim noticiou a grande notícia:
☻