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<97-02-04-bm> <cdb-10> curso de bioterapiaMAGNETOTERAPIA
4/2/1997 - Proclamou um semanário de Lisboa, em 1989, que indagara em laboratório sobre as virtudes curativas das célebres pulseiras de cobre publicitadas pelo ainda hoje popular António Sala, e - acrescentava o jornal - «não encontrou lá felicidade nenhuma».
Está, portanto, provado cientificamente que a felicidade, a existir, não se deixa analisar nos laboratórios e, não existindo, é apenas conversa publicitária dos vendedores de ilusões que são os vendedores de pulseiras.
Mas ficará o assunto do magnetismo terapêutico arrumado assim de uma penada com este decreto da ciência veiculado através dos jornalistas?
Estará provado em laboratório que a magnetoterapia não existe? Ou foi por decreto governamental que isso ficou estabelecido?
O campo magnético aplicado à melhor «respiração» das células será pura lenda?
Deitar fora toda a questão do magnetismo terapêutico, só por causa da pulseira do Sala, é o mesmo que deitar a água do banho à pia com o bébé lá dentro.
Não valerá a pena reaver o bebé?
Sabe-se, por exemplo, que as cápsulas espaciais, quando perdem o contacto com o magnetismo terrestre, tornam-se inabitáveis para os seres humanos que lá vão.
A NASA (Agência espacial norte-americana), depois de várias experiências com ratos, (eternas vítimas do que eles chamam o «progresso científico e tecnológico») , decidiu equipar todas as cápsulas pilotadas por humanos com campos magnéticos criados com a ajuda de geradores.
Aparelhos emissores de ondas magnéticas asseguram condições mínimas aos astronautas que, de contrário, ficariam expostos a flutuações de níveis hormonais. (*)
Isto prova, pelo menos, duas coisas:
a) a relação do chamado magnetismo com o sistema glandular (que comanda, por sua vez, o sistema nervoso, que comanda por sua vez todos os outros sistemas
b) O paralelismo que se pode estabelecer com os iões metálicos dos elementos minerais (metais e metalóides) também chamados oligo-elementos quando aplicados em terapia humana e animal.
A carência de minerais em doses vestigiais afecta predominantemente o sistema endócrino e não é possível escamotear esta relação de causa/efeito entre o magnetismo da terra e os (elementos) minerais.
Elementos que deveriam existir, nas proporções naturais, na água, no ar e nos solos, se os metais pesados da poluição química tóxica de lá os não tivesse desalojado, provocando o que alguns designam como «desequilíbrio ecológico oculto». (Metais Pesados, Ver Ficha Nº 2)
São as doenças da poluição química (incluindo medicamentos químicos de farmácia) de que regra geral a Medicina diz ignorar as causas, origem ou etiologia. (*)
Um exemplo mais que liga inevitavel e inextricavelmente a Ecologia Humana (herdeira da clássica Toxicologia) e as novas medicinas que, por isso mesmo, se deveriam chamar, quando verdadeiramente o são, medicinas ecológicas.
A experiência ocorrida com os astronautas, liga-se a uma outra circunstância igualmente comprovável da importância do magnetismo na célula viva.
Observações experimentais mostram que a «mudança do tempo» ou a «permanência dentro de um edifício», isolado do magnetismo terrestre pelas caixas de betão ou gaiolas de Faraday que são hoje as construções em altura , provocam alterações magnéticas no organismo humano, porque o «nível da voltagem desce e a célula entra em défice de alimentação eléctrica».
Nenhum cientista, ao que parece, nega esta «electricidade das células» , embora nunca tenha podido pesá-la ou «medi-la» em laboratório.
É dessa electricidade - um facto experimentalmente comprovado - que se fala quando se fala de biomagnetismo.
Quem terá, afinal, interesse em baralhar isto tudo, metendo no mesmo saco o que é um fenómeno físico como qualquer outro - influência do magnetismo na célula - e o que é especulação publicitária do tipo «pulseira de cobre curativa que dá a felicidade»?
Quem tem, afinal, interesse em misturar ciência com banha da cobra senão a ciência médica?
Quem está, ao fim e ao cabo, ao lado dos vendilhões e dos charlatães?
O benefício de respirar o chamado ar livre, carregado de iões negativos, é uma experiência comum que nenhum médico com certeza negará .
Mas a explicação causa-efeito desse benefício está igualmente relacionada com os campos magnéticos em que nos movemos e que nós próprios também produzimos .
Os iões negativos do ar puro (oxigénio) produzem a conhecida sensação de vitalidade e euforia. Quando a medicina manda um doente de tuberculose para um sanatório das altas montanhas não estará , sem o saber, a ministrar-lhe uma terapêutica de iões negativos e de recarga magnética, recolhidos do oxigénio do ar que ainda os não destruiu pela poluição química tóxica dos metais pesados?
E procurar a terapia dos oligoelementos (em frasco não metálico) não será reaver também e apenas estes iões negativos em estado não poluído?
A relação de causa-efeito estabelecida entre iões metálicos e sistema glandular é ilustrada também pela experiência , no caso dos efeitos sedantes que se conseguem, sobre a dor reumática , com iões metálicos de oligoelementos (catalíticos também), efeitos que se explicam pela produção de cortisona natural que o organismo produz, aliviando assim as dores.
A cortisona (sintética?) de farmácia , pelo contrário, além dos efeitos adversos que produz sobre todo o metabolismo, nomeadamente o ciclo do cálcio, trava a produção natural de cortisona por parte do organismo, produção que num reumático já é pressuposto ser deficiente.
O mesmo acontece com a absorção de insulina farmacêutica pelos diabéticos: ela vai atrofiar ainda mais a produção de insulina natural no doente , a qual já se encontrava diminuída pela condição diabética.
Dentro desta lógica, que a medicina deveria contestar se tivesse uma lógica sua, os aparelhos que se dizem produzir «campos magnéticos alternados» terão melhor possibilidades de exercer tanto mais efeito quanto menos carente em oligoelementos minerais estiver o organismo. Tão vitais são eles que os cientistas lhes chamam também «bioelementos».
Talvez advenha também desta base metálica do terreno orgânico, o maior ou menor êxito de qualquer aparelho que produz artificialmente vibrações magnéticas.
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(*) A experiência de seres humanos em voos espaciais levou, assim, à confirmação deste campo magnético que os cientistas designam de «campo Schumann», cuja falta provocava perturbações fisiológicas nos primeiros astronautas.
MEDICINA OU CIÊNCIA MEDIEVAL?
Ao barrar o caminho do investigador livre que experimente as novas terapêuticas eco-alternativas ou terapêuticas ecológicas, ou terapêuticas da esperança, como a Magnetoterapia, a ciência médica estabelecida demonstra bem a sua natureza medieval e retrógrada.
Ao classificar arbitrariamente de «superstição» e «charlatanismo» a experimentação científica nos campos até agora bloqueados pela superstição químico-farmacêutica (por motivos afinal bem sabidos e notórios mas que nada têm a ver com a defesa da famosa saúde pública), a ordem médica estabelecida mostra não só o seu beatismo e o seu anacronismo, mas também a sua intrínseca venalidade...
Ao impedir que a ciência avance pelo campo das bioenergias e das alternativas ecológicas, da «medicina metabólica», a medicina vigente torna-se réu de alta traição perante a bistória, já que está cortando a única saída de esperança , vida e sobrevivência à humanidade, que ela mesmo, medicina química, encurralou num beco sem saída.
Ao condenar a humanidade ao desespero, ao cancro, à sida (que a medicina inventou) e a todas as «doenças da civilização» e «doenças da iatrogénese», doenças do consumo e doenças da poluição, a actual medicina química encontra-se em tribunal da opinião pública que, tarde ou cedo, a há-de julgar.
Há um momento em que toda a serenidade e paciência se esgota, perante os excessos de grotesco que atinge o tecnodiscurso alegadamente médico, que tem sistematicamente o condão de fazer de nós parvos?
Que é isso de doenças misteriosas?
Que é isso de novas doenças de etiologia desconhecida?
Que é isso de doenças raras e mal explicadas?
Que é isso de doenças caídas do céu aos trambolhões ou por obra e graça do espírito santo?
Estamos afinal na Idade Média dos discursos teológicos - ou estamos na idade da razão?
Se um efeito tem sempre uma causa e se a doença é um efeito - como já se sabe desde La Palice - o que tem impedido, afinal, a ciência médica de investigar e pôr todos os meios que o capital põe ao seu dispor para pesquisar as causas que só podem ser obviamente, ambientais?
Que estranha perversidade percorre este discurso e estes discursadores?
Como é que, no texto de uns prémios patrocinados pela Sociedade de Ciências Médicas e que toda a Comunicação Social badala, aparece este mimo de frase:
«A artrite reumatoide é uma doença reumática de origem desconhecida , frequentemente grave e que se admite atingir cerca de um por cento da população"?
A que povo medieval se dirige este discurso de medieval ignorância?
Como é que a causa da «artrite reumatoide» é desconhecida?
Se existem ciências médicas e sociedades das ditas, admite-se que ainda hoje , em 1989, se debite um discurso sobre doenças desconhecidas quando se sabe, de ciência certa, que 99,9 % são doenças do ambiente, do consumo, da poluição, da «civilização» , do meio urbano, da indústria, da poluição industrial, do stress, do ambiente tóxico, etc?
Que estranho pudor inibe a ciência médica de investigar por aí - ligando a causa ao afeito - e chamar às coisas pelos seus nomes?
Quer fantasmagoria esquizofrénica é esta?
Que cegueira é esta?♫