<ndm-0> <ndm-1> notícias do maravilhoso – conselho - a ciência sempre á procura da rolha
EM DEMANDA DO NOVO PARADIGMA
ENERGIA CIRCULATÓRIA (ELECTROMAGNÉTICA)
SEGUNDO O DR. PAUL BOCK
1/Junho/1994 - Desconhecendo os meridianos de energia ki, os cientistas alemães da Universidade de Friburgo falam de «energia circulatória».
Segundo o dr. Paul Bock, dos serviços meteorológicos alemães, não restam dúvidas sobre «os efeitos do tempo no organismo», localizando ele naquilo a que chama «energia circulatória» esses efeitos.
Em Março de 1966, a revista de medicina «Deutsches Aertzeblatt» referia aqueles estudos feitos na Universidade de Friburgo e segundo os quais «a radiação atmosférica de onda longa poderá ser absorvida por certas pessoas através das sinapses (junção das células nervosas).
Esses impulsos eléctricos perturbariam o regulamento do sistema nervoso, produzindo depressão, insónia e alergia ao álcool e café.
Tais perturbações - segundo Paul Bock - impediam a adaptação do sistema circulatório ao ambiente. Impulsos eléctricos determinados pelas condições atmosféricas, manifestar-se-iam por meio de «dores do tempo» - ainda segundo a mesma revista médica alemã.
Tudo seria mais simples, mais claro e mais profundo, afinal, se em vez de cistema circulatório e sistema nervoso invocados para explicar estes fenómenos, se colocasse o sistema de energia ki dos meridianos: que não é hipótese mas um facto há séculos reconhecido, susceptível, por sua vez, de explicar muitos outros factos.
A energia electromagnética, com efeito, não actua sobre o sistema nervoso e circulatório mas tem o seu próprio sistema de meridianos, (in) felizmente desconhecido pelos médicos de Friburgo que à nora continuam para encontrar a tal terapêutica para as dores que já reconheceram (honra lhes seja feita) como «dores do tempo».
+
<ndm-2> notícias do maravilhoso
UMA CIÊNCIA SEMPRE ALUADA
De vez em quando e para não nos esquecermos de que os conspiradores estão sempre entre nós e sempre activos, apesar das suas respeitáveis revistas já darem guarida a teses aparentemente heréticas, deve relembrar-se o típico discurso dos que manipulam a opinião pública para que permaneçam no inconsciente colectivo os mitos e lugares-comuns do conformismo, garantes afinal do negócio em curso.
A maratona espacial e a chamada «conquista da lua» (à boa maneira dos westerns que relatam a «conquista» do Oeste) dão sempre ocasião a um certo tipo de discurso pró-parvo em que se põe em relevo a visão antiga (antiquada) e romântica da Lua - objecto de poetas líricos e de crendices populares - com uma lua que é agora conquista bem concreta das botas imperialistas (USA+URSS).
Vigilantes, os cientistas sempre rechaçaram crendices populares, pois claro, que atribuíam à lua influência sobre o homem.
Sempre aluada, a nervosa ciência oficial queixa-se sempre das menstruações dos outros.
Crendices afinal (e segundo a linha dessa imunda retórica da ciência ordinária) seria também a influência da Lua sobre as marés. Os vigilantes da vaca sagrada da Ciência Oficial, no entanto, «ainda não demonstraram que essa influência seja superstição e continuam a falar dela nos seus livros de ciência»(sic).
Fica, para antologia, um belo naco dessa prosa contra a crendice popular da lua:
<ndm-3> notícias do maravilhoso
ANTECEDENTES DA NEUROSE MODERNA
BREVE ANTOLOGIA DO DISLATE
Na sua «Breve História da Astronomia», Laplace dá testemunho claro da neurose que mina o homem ocidental e a sua ciência ou sofística.
É a denúncia honrada da doença a que o homem ocidental, regido pelo velho paradigma, não pode fugir; é o testemunho de uma visão do mundo obnubilada por uma autosuficiência a que alguns chamam arrogância e que é, só por si, é causa de toda a sintomatologia da patologia moderna.
O dogma erguido à categoria de lei (do cosmos, do universo, da vida) só podia resultar na neurose que temos como pandemia moderna.
Vista hoje, à luz de um espírito suficientemente amadurecido e experimentado por todas as decepções a que tal arrogância pseudo-científica levou todo o sistema (sendo a decepção ambiental a mais recente, mais atroz, mais definitiva e mais irreversível) é quase com emoção e pena que lemos a sentença de morte passada por Laplace à Astrologia, sentença de morte que era passada também aos poderes do homem no Universo.
Não é difícil diagnosticar (prognosticar ) nesta pequena amostra do Dislate, muitos males de pele que viriam infestar a ciência, a filosofia da ciência e a ideologia da ciência, aqueles males que hoje tão claros aparecem sob a forma de sintomas, poluição, cancro, brotoejas, trampa, merda, lixos, desequilíbrios, epidemias, estranhas ou insidiosas moléstias, etc. (Ver lista + completa em agentes e subprodutos da Entropia).
(Tenho que encontrar a fotocópia extraviada )
<ndm-4> notícias do maravilhoso
INFLUÊNCIA DO SOL NA TERRA
SEGUNDO ALEXANDER CHIZHEVSKY
Em 1915, na URSS, Alexander Chizhevky publicava o livro «A influência periódica do Sol na atmosfera da Terra».
As vicissitudes deste cientista ilustram de maneira muito clara o que estou a dizer sobre heresia da unidade: a luta de Chizhevsky para evitar que o trucidassem é muito semelhante à que, já no século XVIII, Mesmer teria travado para investigar o que logo os charlaães do tempo, em nome da ciência experimental, se ocuparam e preocuparam em arrumar no gueto do charlatanismo.
Mais tarde, Wilhelm Reich seria outra vítima, história que aliás está contada por ele próprio numa notável autobiografia.
Mas ainda a heresia de Alexander Chizhevsky: conforme relata uma informação da agência Novosty, ele teria tentado estabelecer um paralelo entre a ocorrência regular de manchas solares e os surtos de epidemia e agravamento de doenças nervosas e cardiovasculares.
Só não foi queimado vivo porque as chamas já se tinham apagado ou ainda não se tinham ateado de novo...
+
<ndm-5> notícias do maravilhoso
DESFIAR A MEADA ...
A PARTIR DOS POMBOS CORREIOS
Foi um astrónomo argentino, padre Benito Reina, director do Observatório de Adare, quem levantou algumas hipóteses de trabalho fecundas, após a observação das explosões solares que, em Abril de 1966, foram largamente noticiadas na imprensa mundial.
Foi ele, efectivamente, quem ousou relacionar as explosões solares não só com as alterações magnéticas na Terra, mas ainda com tremores de terra, inundações e furacões. Chegou mesmo a atribuir as inundações então verificadas no nordeste da Argentina às referidas explosões solares.
Em Agosto do mesmo ano, 1966, Rádio Moscovo anunciava «uma grande mancha solar observada por cientistas russos do observatório astronómico de Tashkent, causaria uma tempestade magnética na terra. Segundo os cientistas, tratar-se-ia de uma erupção na periferia do Sol, durante a qual gases incandescentes seriam projectados a mais de mil quilómetros de altura.
Entre o astrónomo argentino e os astrónomos soviéticos, uma verificação em comum: explosões solares podem causar tempestades geomagnéticas.
Seis anos mais tarde, uma outra série de explosões solares levaria cientistas americanos de Boulder (Colorado) à mesma verificação e a efectuar idênticas correlações de causa e efeito entre explosões da crosta solar e perturbações no campo magnético da terra.
Mas os cientistas norte-americanos ousavam ir um pouco mais longe nas interinfluências astrais: não seriam só as comunicações pela rádio e pelo telefone a ser interrompidas devido às explosões solares, mas (note-se) «os pombos correios perderiam o sentido de orientação».
Segundo os técnicos da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica que observaram o fenómeno das explosões solares, em 1972 («uma das maiores tempestades magnéticas desde sempre registadas pela agência nos seus 30 anos de existência...») as explosões seriam de gás ionizado em volta do sol e «quando esse campo magnético em expansão encontra o campo magnético da terra, começariam as perturbações nas comunicações.»
Mas os técnicos do Colorado vão ainda mais longe:
«Um outro efeito das tempestades magnéticas parece ser a perturbação dos sensíveis sistemas de navegação de certas aves.»
Esta ilacção, aliás idêntica à do padre argentino Benito Reina, seis anos antes, teria sido extraída pelo dr. Percy Carr, da Universidade Estadual de Iowa, durante uma experiência com pombos-correios largados em determinado local. Os pombos e possivelmente outras aves - segundo Plercy Carr - «teriam sistemas de navegação e orientação ligados essencialmente ao campo magnético da Terra.»
Segundo Ralph Segman, da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, a referida erupção de Agosto de 1972 «seria uma das cinco maiores observadas até agora e provocou uma onda de choque interplanetária de plasma solar ou gases electrificados.»
+
<ndm-6>
OS FIOS DA MEADA
A HERESIA DA UNIDADE
Os perigos da Física para os metafísicos da anti-metafísica
Se tudo é energia, a unidade será a heresia das heresias
Porque é que a medicina natural ou Naturopatia dos agentes físicos inquieta os metafísicos da medicina científica moderna, que se considera, como deus, omnisciente, omnividente e omnipotente?
Porque é que a electricidade em terapia, ainda tem algo de misterioso e de enigmático?
Porque se faz transitar com presteza para os fenómenos ditos parapsíquicos e paranormais, ou para o campo das hipóteses literárias ou romanescas e dos devaneios poéticos, as curas por contacto ou imposição das mãos?
Porque está envolto numa aura mística ou mítica o poder hipnótico e os fenómenos relacionados com o chamado magnetismo animal ?
Porque se pretende arrumar no gueto da metafísica o que é afinal e efectivamente físico?
Ainda e sempre, a resposta a estas perguntas poderá estar na seguinte questão: os conspiradores e donos da ciência ordinária, temem a unidade como heresia das heresias. E reduzir a realidade ao seu fundo electromagnético (proclamar que tudo é energia) eis a mais perigosa aproximação da unidade primordial.
A teoria dos campos magnéticos pode interessar a um observador ecológico da realidade, na medida em que põe como hipótese de investigação científica as relações de causa e efeito entre factos que normalmente não se consideram relacionados: por distracção, quase sempre, mas também e normalmente por má fé, porque há certas relações que se tornam incómodas e subversivas.
Que tudo se liga a tudo, podemos sabê-lo por intuição e confirmá-lo quando nos iniciamos na sabedoria taoísta do monismo energético, do princípio único, da ordem do universo segundo o taoísmo.
Mas raramente a ciência oficial (ciência ordinária como alguns lhe chamam) , ciosa do seu dualismo e fazendo dele a sua força conservadora, nos apresenta - mesmo como hipótese de trabalho - as relações que, sendo as mais (eco) lógicas, são, no entanto, as mais susceptíveis de subverter, por isso mesmo, o conformismo, as conveniências e os interesses criados do sistema e seus zelosos funcionários, seus fiéis tecnoburrocratas.₪