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VERTICALIDADE

 

Lisboa, 6/5/1997 - Terá significado noológico, o facto de o ser humano ser o único ser vivo que se pode colocar na vertical?

Para já, derivam dessa circunstância dois objectivos da Gnose Vibratória/Radiestesia Holística:

Note-se, portanto, que a verticalidade física nem sempre corresponde à verticalidade energética. (Ver Diagrama Nº 9, os sistemas de forças que modelam os seres vivos; Diagrama 21, diferentes níveis vibratórios; e Diagrama Nº 22, Trilogia Corpo/Alma/Espírito)

Quando dorme, na horizontal, é quando o ser humano se encontra energeticamente na vertical; e vice-versa.

Energeticamente falando, o ser humano actual não só existe na vertical como se encontra de borco, no chão, com a face para a Terra.

A verticalidade explica ainda, vibratoriamente, que o ser humano é

São estas peculiaridades vibratórias que diferenciam o ser humano dos outros seres vivos e não propriamente o peso do cérebro ou outros atributos que a ciência vulgar enfatiza para colocar, racisticamente, o homem em Rei dos Animais e dentro do Reino Animal.

Há, de facto, 2 raças no ser humano:

VOLUNTARISMO

As práticas voluntaristas (exigindo esforços inauditos do corpo) como o Yoga, o Chi Kung, o Hipnotismo, etc - podem ser, na opinião da RH, substituídas pelo involuntarismo do pêndulo. Ou seja, iniciada com o pêndulo a alquimia da célula, é a inteligência própria do organismo, do corpo, da célula, que se desenvolve e apura. Deixar à inteligência do organismo o trabalho de intercomunicação intercelular é a melhor forma de conseguir vários objectivos:

O voluntarismo das práticas místicas e terapêuticas anexas mais correntes, junta-se a outros predicados voluntaristas que caracterizam essas técnicas manipulatórias como se a evolução estivesse alguma vez dependente da vontade de querer evoluir.

Nessas técnicas manipulatórias há sempre uma dose, maior ou menor, de:

VOLUNTARISMO CONTRA INVOLUNTARISMO

Outra vantagem do involuntarismo da inteligência orgânica: a «digestão» das informações (energias) faz-se com mais facilidade, mesmo quando há uma grande mistura deles, como é frequente no dia a dia da promiscuidade energética em que somos forçados a existir.