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<curso de bioterapia> domingo, 1 de Setembro de 200240290 caracteres - <cdb-0> merge doc inclui apenas alguns da série <cdb.wri>1, 4, 5, 6,7, 8, 10, 11, 12 - cdb = curso de bioterapia,que traz à memória uma das mais gordas ratazanas de 1997, o sr, joão de sousa: restam estas 15 páginas que elaborei entre outras
<cdb-2> e <cdb-3> e <cdb-9> onde estão?
AFONSO CAUTELA
CURA INICIÁTICA
SÉRIE «A TESE»
@
EDIÇÃO DO GATO DAS LETRAS
2002
1 - Lei do movimento
2 - Lei do Amor (conservação da vida e criatividade)
3 - Lei da evolução
4 - Lei dos ciclos (Ritmos)
5 - Lei das correspondências
6 - Lei da Hierarquia
7 - Lei da Harmonia
8 - Lei da Adaptação
9 - Lei da selecção
10 - Lei da herança
11 - Lei da Analogia
12 - Lei dos contrários ou opostos
13 - Lei de causa e efeito
14 - Lei da necessidade ou utilidade (Lei da Finalidade )
15 - Lei da Desigualdade
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ALQUIMIA E COMUNICAÇÃO INTERCELULAR
Lisboa, 19/1/1997
- Sem alquimia não existe tratamento, não existe cura, não existe terapia nem autoterapia. Em suma, não existe informação e circulação de informação intercelular: como se sabe, todas as doenças são bloqueios energéticos dessa informação intermolecular.Proverbialmente, a sabedoria do povo diz que o conhecimento passa pelas «tripas» , quer dizer, o conhecimento, tal como o alimento (porque o alimento também é informação) tem que ser digerido, melhor ou pior digerido, o que significa, em termos mais eruditos, em termos da ciência moderna, metabolizado.
Nesta linha de raciocínio estamos perante o primeiro binómio determinante da alquimia alimentar e, portanto, da vida:
É um primeiro par de opostos que nos aparece, sabendo nós que outros pares opostos complementares irão surgindo ao longo do nosso estudo:
A vida é Ritmo, como lembrou o nosso colega Salomé, e aqui, em Noologia, estamos constantemente a verificá-lo: a vida processa-se bipolarmente, não admira, portanto, que, ao estudar a vida e a alquimia da vida, nos confrontemos com sucessivos pares de opostos.
Opostos que, como afirma o taoísmo yin yang e todas as grandes tradições, são complementares. Ao contrário do que toda a cultura ocidental nos tem inculcado.
Seguindo a lógica das operações alquímicas - condição sine qua non para que a ciência se transforme em sabedoria - outro par de opostos se impõe, sempre que haja movimento, sempre que à estagnação energética multimilenar se sucede, energeticamente falando, o movimento:
É outro par de opostos que os alquimistas referiram sempre e a que o taoísmo chama, de maneira muito atraente e convidativa:
Para já, uma analogia se impõe:
Um não existe sem o outro, como claramente se pode ver no símbolo do yin-yang.
Ou antes: se um quiser existir sem o outro, surge a patologia, surge a doença, surge a desordem e a desarmonia:
O princípio da interdependência seria mais um ( o 16º sexto, a juntar aos 15 princípios que o nosso colega Salomé muito bem enunciou e que são verdadeiros pontos cardeais na viagem pelas energias)
A interdependência energética entre todas as partes do Todo - é um dos postulados fundamentais da Noologia e, portanto, deste nosso curso. Não o percam de vista.
Prosseguindo os factores sine qua non da alquimia da vida, deparamos com aquilo que tradicionalmente os hipocráticos e neo-hipocráticos chamam limpesa, catarse (os gregos até com o teatro trágico e sua catarse faziam medicina...) e mais modernamente desintoxicação.
Tudo bem e tudo certo.
Um organismo intoxicado por poluições químicas, por ambientes patógenos, pela medicina química, pela alimentação defeituosa e com carências, por todos os factores que se conhecem diariamente e que constituem matéria da Ecologia Humana, sucedânea da clássica Toxicologia e antecedente da moderna Holística , ficará evidentemente diminuído na sua capacidade energética de assimilar/desassimilar, ou seja, de metabolizar ou alquimizar a informação alimentar, por melhor que ela seja.
E toda a informação terapêutica por melhor que seja a terapia e a energia fornecidas: ou seja, sem esta condição sine qua non, que é um terreno orgânico limpo e energeticamente desimpedido, todas as terapias falham, por melhores que elas sejam e por mais competentes que sejam os terapeutas.
Em termos energéticos é sabido, por exemplo, que uma aplicação de agulhas de acupunctura , partindo do princípio que acerta no ponto ou ponto indicados, (o que é, na maioria dos casos, muito problemático) , resultará mais ou menos em função do estado de toxemia do organismo.
Toxemia é um termo predilecto dos neo-hipocráticos, entre os quais me permito sublinhar o nome de um grande português, Adriano de Oliveira, que bem merecia, nos seus 80 anos, a homenagem de gratidão de uma classe que nem os seus melhores mestres sabe reconhecer.
A Medicina do Terreno, por um lado, a Metabolic Medecine e a Medicina Orto-Molecular por outro, são assim, depois dos neo-hipocráticos, as mais modernas correntes que levam em consideração a globalidade holística do ser humano.
A desintoxicação, como eles chamam, será só por si matéria de um longo capítulo do nosso estudo - como o deverá ser, creio, da cadeira do Prof Salomé.
Pelo que já vimos, haverá sobreposições entre estas duas cadeiras, mas isso, evidentement, é inevitável quando se trata de disciplinas tão próximas e afins.
PH - Avançando para outros factores sine qua non de um tratamento orto-molecular e que normalmente tão esquecidos são na prática clínica corrente, vamos sublinhar agora a importância do chamado PH ou equilíbrio Ácido/Alcalino.
O PH põe em evidência outro par de opostos, relativamente ao qual teremos que ser justos reconhecendo à Macrobiótica a corrente que deu ao PH o ênfase, o relevo e a importância que ele tem na alquimia alimentar.
É o factor básico do terreno, determinante de todos os outros.
E porque foi a Macrobiótica a «descobrir» a importância do PH?
Porque no jogo ou balancé energético entre o yin (centrífugo) e o yang (centrípeto) logo se constatou uma relação fulcral, decisiva na nossa alquimia diária:
Para o bem e para o mal, estes são os dois macroelementos da nossa glória e da nossa miséria.
Sal e sais minerais, só por si, constituem um capítulo da Noologia Alimentar.
Tudo passa pelo equilíbrio entre um e outro, entre Sódio e Potássio. Mas equilíbrio não significa que tenhamos que andar sempre com uma balança às costas a medir o Ph, a avaliar o teor de Sódio e de Potássio que entra na nossa alimentação diária.
E aqui entra outro grande princípio da nossa conduta noológica relativamente às energias alimentares e nem só: a simplicidade do bom senso ou mesmo, sem desprimor, do senso comum, tão desprezados pela ciência erudita.
Bom senso e senso comum são um património do (in) consciente colectivo a que em Noologia deveremos reconhecer a nobreza e a imensa riqueza humana.
Que queremos nós dizer com isto?
O yin-yang, a relação Sódio/Potássio, o PH, se for alquimizado entra, digamos, no nosso feeling diário, naquilo a que os psicólogos chamam intuição , naquilo a que em Radiestesia Holística chamamos o sexto sentido. Instintiva-se a informação: que é outra definição de alquimia.
Se tivermos na nossa cozinha, à frente do nariz, uma tabela com os alimentos de reacção alcalina e os alimentos de reacção ácida podemos ajudar a memória e consultar a tabela sempre que, perante um determinado alimento, tenhamos dúvidas sobre a sua energia, sobre se ele será muito acidificante ou muito alcalino, muito yang ou muito yin.
Um dos objectivos do nosso estudo é aprender a «ouvir energeticamente o nosso organismo». Ou seja: a interpretar os sinais, mais ou menos subtis, que ele nos envia, antes de entrar em crise declarada (aquilo a que chamamos doença), como reacção às acções que sobre ele efectuámos - quase sempre e paradoxalmente com pouco amor por nós próprios.
Acção/Reacção - eis outro postulado que podemos juntar à lista indicada pelo colega Salomé. Um alerta, desde já, sobre um aparente paradoxo: que poderá surgir quando começarem a praticar o jogo de balancé entre ácido e alcalino, entre Potássio e sódio, entre yin e yang.
Um alimento de sabor ácido não significa necessariamente que tenha, no estômago, uma reacção ácida. É o caso típico do limão - e dos outros citrinos.
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4 POSTULADOS BÁSICOS ( PRINCÍPIOS ORIENTADORES)
DE NOOLOGIA MÉDICA E ALIMENTAR
1 - A abordagem das energias humanas feita pela ciência médica fica-se pelas calorias: para a ciência médica que temos e nos trata, o ser humano é pouco mais (ou pouco menos) do que uma caldeira... Produz calor e, portanto, deve ingerir calor. Ponto final.
Como a Noologia não se cansa de afirmar, temos muitas outras energias, em quantidade e qualidade, para conhecer. O ambiente (endógeno e exogéno) do ser humano - aquilo a que o Padre Teilhard de Chardin chamou Noosfera - é muito mais vasto do que a ciência afirma. O padrão «calorias» não esgota, portanto, todos os aspectos, níveis e energias que devem considerar-se implicados no universo humano. Assim o postula e demonstra uma abordagem não reducionista e portanto holística do fenómeno humano.
2 - Macrobiótica não significa, como alguns disseram, «a arte de viver muitos anos» mas o «reencontro do ser humano com a grande via da ordem universal». Tem isto a ver com as modernas ideias da ecologia e da holística - tudo se liga a tudo - mas tem a ver, também, com o pensamento budista nos seus vários ramos históricos, desde o zen ao budismo tibetano. Tem a ver com a vanguarda ecológica mas também com as raízes da sabedoria mais antiga e profunda, à luz da qual a ciência moderna é uma lamparina fumarenta e mal cheirosa.
Nascida da grande sabedoria original - que J.A. Lavier liga directamente ao legado da Atlântida ( «Bio-Énergétique Chinoise», Maloine, Paris, 1983), - a macrobiótica foi trazida ao Ocidente e aos tempos modernos pela mão do japonês Jorge Oshawa: entre os actuais praticantes da macrobiótica poucos foram, porém, os que a viram na sua dimensão universal, nas suas implicações culturais e na sua natureza de disciplina iniciática. Limitam-se quase sempre a encará-la como «mangedoura de arroz integral» ( como um dia disse Víctor Quelhas) e pouco mais.
Poucos quiseram ver, também, na Acupunctura , baseada na bioenergia dos meridianos que percorrem o corpo humano, a mais antiga medicina ecológica. Poucos foram também os que entenderam no budismo e nas práticas de yoga a ecologia primordial, onde os novos movimentos em defesa da natureza terão que ir beber se quiserem perceber alguma coisa do que estão fazendo.
De onde viemos e para vamos? Esta é apenas uma das perguntas a que um convívio com a dialéctica taoísta do yin-yang poderá dar um princípio de resposta.
3 - Entre os métodos naturais de curar, a alquimia alimentar yin yang foi um dos que se mostraram mais simples e mais eficaz no combate a um grande número de doenças, para as quais a Medicina não soube (ou não quis) encontrar tratamento adequado. O êxito moderno desta antiga arte de curar deve-se, em parte, à profunda crise que mina até aos alicerces a medicina química e sua sequela iatrogénica. Mas as efeitos psíquicos e morais do alimento físico contam-se também entre os factores que explicam uma maciça adesão à macrobiótica.
É também como um método de «alargamento de consciência» que deveremos , em Noologia, encarar a Alquimia Alimentar do Yin-Yang.
4 - Enquadradas pela análise ecológica da sociedade industrial e suas alienações, suas poluições, suas constantes e sistemáticas agressões ao ser humano, as terapêuticas ditas naturais aparecem como tecnologias apropriadas e desalienadoras, no contexto mais vasto das tecnologias libertadoras e humanistas ou de auto-suficiência em todos os campos, incluindo o energético.
O fundamento «científico, que alguns reclamam, para as terapias naturais é , exactamente, o facto de constituirem eco-alternativas às servidões tecno-burocráticas da sociedade industrial e de consumo. E chega.
Os lobbies que vivem da doença e de uma medicina que adoece, indignam-se com as alternativas ecológicas das terapias naturais, porque sabem que :
a) São científicas
b) São necessárias e suficientes
c) São uma alternativa viável, já, e não uma utopia.
Escapar ao sistema totalitário da engrenagem industrial, provoca sempre, em qualquer campo, redemoinhos; mas escapar, pelas eco-terapêuticas, à medicina que vive de ir matando e adoecendo, suscita um redemoinho ainda maior: pela praticabilidade, facilidade e baixo custo da sua apropriação por todos os seres humanos.
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PREFÁCIO
Lisboa, 21/1/1997 -
Procurei, na bibliografia disponível, um manual que, à semelhança do que foi indicado pelo nosso colega Salomé, pudesse servir-nos de guia no nosso estudo de Noologia Médica.Mas em matéria de Noologia está tudo por fazer, por pensar e por escrever.
E não há, pronto a servir, nenhum manual para o estudo das Bionergias.
Significa isto, portanto, que:
Significa, portanto, que este grupo vai, no seu conjunto, ser responsável pela criação e fundamentação de uma nova ciência - que, por sinal, é a ciência mais antiga: a Ciência do Espírito, a Ciência da Energia, a Ciência da Noologia.
E nem foi preciso cunhar uma nova palavra para designar a novíssima ciência das energias. A palavra Noologia já existia, há muito tempo, talvez desde sempre, mas caíra em desuso, o que só abona em favor do que ela traduz e de quem, modernamente, a trouxe de novo à luz do dia: madame Helena Petrovna Blavatsky.
Noologia, ciência do Espírito, como já Aristóteles a classificava e como se pode ler hoje em qualquer dicionário elementar da língua portuguesa, é de facto a mais nova das ciências, e também a mais antiga, simplesmente porque as sucessivas vagas de racionalismo - o helenismo, primeiro, contrapondo-se aos pré-socráticos, o positivismo mais tarde e, recentemente, o materialismo dialéctico - a colocaram fóra de uso e àquilo que ela designa, estuda e pratica: as energias do Espirito, que são afinal as energias criadoras da Vida e de tudo quanto existe.
Trazê-la de novo ao uso e reabilitá-la para o nosso dia a dia, é não só uma necessidade vital e de sobrevivência planetária - chegámos ao limite da Entropia e não é possível descer mais fundo no poço do Virtual - mas também uma homenagem de gratidão àquele que, mais recentemente, a cunhou como palavra-chave de todas as ciências sagradas, de todas as ciências do espírito, de todas as ciências da energia: o padre Teilhard de Chardin, descobridor do que ele chamou a Noosfera e a Noogénese.
Por isso ele será, com Etienne Guillé, com Michio Kushi, com Carl Jung, com Ramón Lull e com Hermes Trismegisto, um dos nossos companheiros de percurso, um dos que melhor nos podem guiar os passos nesta viagem pelo mundo das energias vibratórias.
Noologia é a ciência do Espírito e, portanto, do ser trinitário que é o ser humano - como o souberam todas as tradições mas a ciência ordinária moderna esqueceu.
É o que nós, no nosso estudo, iremos lembrar.
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OS METAIS ALQUÍMICOS NA HETEROCROMATINA CONSTITUTIVA
É o momento de sublinhar um dos factores decisivos que regem a interinformação entre células: a presença selectiva de alguns metais na heterocromatina constitutiva.
Modernamente, tem-se dito que todas as doenças são doenças de intercomunicação, ou antes, de falha no sistema de intercomunicação entre as células.
E até é capaz de ser verdade esta afirmação ou hipótese.
Só que, como sempre acontece, a ciência abandona a boa hipótese e passa adiante.
No estudo noológico, não passamos adiante das hipóteses inteligentes, mesmo que elas venham da ciência, e vamos mesmo fazer desta questão da intercomunicação entre células um centro dos muitos centros em que o nosso trabalho se vai polarizando.
É o centro do centro, digamos assim. Uma das descobertas fundamentais no campo da interinformação molecular, deve-se ao biólogo molecular, que apenas foi um pouco mais longe do que aquilo que os seus colegas se atreveram a ir.
Enquanto os colegas de Etienne, na zona do ADN chamada heterocromatina constitutiva, só viam «o lixo da célula» , sem nenhuma função (e chamo aqui a atenção para outro postulado, o da necessidade) - Etienne Guillé descobriu, na tal heterocromtina constitutiva, a existência «residual» de energias de metais.
Etienne conseguiu então, provavelmente com a ajuda do microscópio electrónico, estabelecer os metais que têm a sua sede nesta zona digamos «esquecida» do ADN, a heterocromatina constitutiva.
Mas se esta descoberta já constituía pedra de escândalo nos arraiais da Biologia Molecular, o escândalo talvez fosse ainda maior nos arraiais dos pretensos e alegados neo-alquimistas do nosso tempo.
É que, curiosa e casualmente, esses metais eram, para já, todos ou quase todos aqueles que os alquimistas, árabes e medievais, atribuíam aos planetas na altura já conhecidos.
São os metais ou elementos - entre todos os da Tábua periódica de Mendeleiev - que nos sustentam de pé, pela simples razão de que constituem a base da pirâmide alquímica que somos.
Os grandes quadros de correspondências /equivalências macro/microcosmos surgem agora a uma nova luz e readquirem uma nova importância.
Se eu posso saber - e saber pelo meu movimento alquímico intercelular - que Ferro vibra Marte (e, já agora, vibra Cor Vermelha), que Ouro Vibra Sol (e , já agora, Cor Amarela), as consequências terapêuticas que daqui irradiam são óbvias.
Mas para já temos três:
Se o meu problema de Saúde radica no Fígado, por exemplo, é a energia do Cobre que estou necessitando.
Sem perder o fio dos itens já sublinhados, voltemos um pouco atrás, à bomba sódio/potássio.
Se o Potássio abre a célula e o Sódio a fecha, vemos que repercussões isto pode ter na intercomunicação celular. Ou seja, se por excesso de Sódio (em termos práticos , quem diz Sódio diz Sal) eu vou fechando as células, elas ficam «muralhadas» , incapazes de receber sais e de enviar para o os resíduos do metabolismo para o exterior.
Ou seja, o sistema de intercomunicação celular fica bloqueado.
Vemos, claramente, porque é que a própria vida (mais ainda do que a saúde) depende:
E vemos porque é que o excesso de sódio é sempre, e em qualquer caso, mais grave do que o excesso de Potássio.
METAIS PESADOS E OLIGOELEMENTOS - A terminar esta ficha de estudo, que já vai longa, só queria, ainda, relacionar a necessária presença de metais alquímicos na célula com a desnecessária presença de metais pesados (não alquímicos e em doses tóxicas ) que pode haver.
Os bioquímicos chamam-lhe quelantes ou quelatantes, sendo a quelação ou queletação um inibidor fundamental no funcionamento energético do sistema humano. Vemos como a intoxicação e poluição química (no ar, na água, nos alimentos, nos medicamentos, etc) pode ser responsável por tantas patologias, nomeadamente no caso concreto do Cancro, doença típica da falha de informação intermolecular, em que começámos por falar. Mas é claro que o Cancro - a doença mais complexa que existe e talvez mesmo a única doença - tem outras determinantes a nível das pirâmides da Alma e ao nível da Pirâmide do Espírito . É o «mecanismo vibratório do cancro», também descoberto por Etienne Guillé e de que falaremos em outra oportunidade.
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ALQUIMIA E NOVOS DADOS CÓSMICOS
Lisboa, 19/1/1997 -
A mais polémica das questões - o livre arbítrio - foi aqui polemicamente apresentada pelo nosso colega Salomé. A sua tese estaria talvez certa, até 26 de Agosto de 1983, data em que novos dados cósmicos começaram a ser emitidos para a Terra.Como se admite em Noologia e em Radiestesia Holística , dois acontecimentos quase simultâneos, ocorridos nessa data, à escala cósmica, realizaram uma viragem nos paradigmas até então aceites. São esses acontecimentos cósmicos:
De tudo isto teremos ocasião de falar mais em pormenor, para que os colegas fiquem aptos a escolher entre 2 posições ontológicas antagónicas tão decisivas:
Com estes 3 acontecimentos - viragem de canal cósmica, mudança de Era Zodiacal e descoberta do 2º código genético - , outra das ideias que sofreram uma viragem - para não dizer uma total subversão - foi a ideia ou lei kármica.
Aliás o trabalho iniciático e, portanto, alquímico, consiste precisamente em quebrar o fatalismo dessa roda Kármica. Tudo o mais, na melhor das hipóteses, é misticismo, apenas misticismo.
Alterar o nosso fatalismo genético é o que se chama, em Alquimia, «fabricar a Pedra Filosofal».
E o fatalismo da roda kármica quebra-se, activando os metais alquímicos da nossa heterocromatina constitutiva, como veremos imediatamente a seguir.
Os sistemas orientais falam de Karma, porque e enquanto não falam de alquimia - a 1ª das 12 ciências sagradas segundo os hierofantes egípcios - que nós vamos estudar ao longo destes 3 anos.
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11648 bytes <cdb-10> curso de bioterapia
MAGNETOTERAPIA E ELECTRICIDADE DAS CÉLULAS
Proclamou um semanário de Lisboa, em 1989, que indagara em laboratório sobre as virtudes curativas das célebres pulseiras de cobre publicitadas pelo ainda hoje popular António Sala, e - acrescentava o jornal - «não encontrou lá felicidade nenhuma».
Está, portanto, provado cientificamente que a felicidade, a existir, não se deixa analisar nos laboratórios e, não existindo, é apenas conversa publicitária dos vendedores de ilusões que são os vendedores de pulseiras.
Mas ficará o assunto do magnetismo terapêutico arrumado assim de uma penada com este decreto da ciência veiculado através dos jornalistas?
Estará provado em laboratório que a magnetoterapia não existe? Ou foi por decreto governamental que isso ficou estabelecido?
O campo magnético aplicado à melhor «respiração» das células será pura lenda?
Deitar fora toda a questão do magnetismo terapêutico, só por causa da pulseira do Sala, é o mesmo que deitar a água do banho à pia com o bébé lá dentro.
Não valerá a pena reaver o bebé?
Sabe-se, por exemplo, que as cápsulas espaciais, quando perdem o contacto com o magnetismo terrestre, tornam-se inabitáveis para os seres humanos que lá vão.
A NASA (Agência espacial norte-americana), depois de várias experiências com ratos, (eternas vítimas do que eles chamam o «progresso científico e tecnológico») , decidiu equioar todas as cápsulas pilotadas por humanos com campos magnéticos criados com a ajuda de geradores.
Aparelhos emissores de ondas magnéticas asseguram condições mínimas aos astronautas que, de contrário, ficariam expostos a flutuações de níveis hormonais. (*)
Isto prova, pelo menos, duas coisas:
A carência de minerais em doses vestigiais afecta predominantemente o sistema endócrino e não é possível escamotear esta relação de causa/efeito entre o magnetismo da terra e os (elementos) minerais.
Elementos que deveriam existir, nas proporções naturais, na água, no ar e nos solos, se os metais pesados da poluição química tóxica de lá os não tivesse desalojado, provocando o que alguns designam como «desequilíbrio ecológico oculto». (Metais Pesados, Ver Ficha Nº 2)
São as doenças da poluição química (incluindo medicamentos químicos de farmácia) de que regra geral a Medicina diz ignorar as causas, origem ou etiologia. (*)
Um exemplo mais que liga inevitavel e inextricavelmente a Ecologia Humana (herdeira da clássica Toxicologia) e as novas medicinas que, por isso mesmo, se deveriam chamar, quando verdadeiramente o são, medicinas ecológicas.
A experiência ocorrida com os astronautas, liga-se a uma outra circunstância igualmente comprovável da importância do magnetismo na célula viva.
Observações experimentais mostram que a «mudança do tempo» ou a «permanência dentro de um edifício», isolado do magnetismo terrestre pelas caixas de betão ou gaiolas de Faraday que são hoje as construções em altura , provocam alterações magnéticas no organismo humano, porque o «nível da voltagem desce e a célula entra em défice de alimentação eléctrica».
Nenhum cientista, ao que parece, nega esta «electricidade das células» , embora nunca tenha podido pesá-la ou «medi-la» em laboratório.
É dessa electricidade - um facto experimentalmente comprovado - que se fala quando se fala de biomagnetismo.
Quem terá, afinal, interesse em baralhar isto tudo, metendo no mesmo saco o que é um fenómeno físico como qualquer outro - influência do magnetismo na célula - e o que é especulação publicitária do tipo «pulseira de cobre curativa que dá a felicidade»?
Quem tem, afinal, interesse em misturar ciência com banha da cobra senão a ciência médica?
Quem está, ao fim e ao cabo, ao lado dos vendilhões e dos charlatães?
O benefício de respirar o chamado ar livre, carregado de iões negativos, é uma experiência comum que nenhum médico com certeza negará .
Mas a explicação causa-efeito desse benefício está igualmente relacionada com os campos magnéticos em que nos movemos e que nós próprios também produzimos .
Os iões negativos do ar puro (oxigénio) produzem a conhecida sensação de vitalidade e euforia. Quando a medicina manda um doente de tuberculose para um sanatório das altas montanhas não estará , sem o saber, a ministrar-lhe uma terapêutica de iões negativos e de recarga magnética, recolhidos do oxigénio do ar que ainda os não destruiu pela poluição química tóxica dos metais pesados?
E procurar a terapia dos oligoelementos (em frasco não metálico) não será reaver também e apenas estes iões negativos em estado não poluído?
A relação de causa-efeito estabelecida entre iões metálicos e sistema glandular é ilustrada também pela experiência , no caso dos efeitos sedantes que se conseguem, sobre a dor reumática , com iões metálicos de oligoelementos (catalíticos também), efeitos que se explicam pela produção de cortisona natural que o organismo produz, aliviando assim as dores.
A cortisona (sintética?) de farmácia , pelo contrário, além dos efeitos adversos que produz sobre todo o metabolismo, nomeadamente o ciclo do cálcio, trava a produção natural de cortisona por parte do organismo, produção que num reumático já é pressuposto ser deficiente.
O mesmo acontece com a absorção de insulina farmacêutica pelos diabéticos: ela vai atrofiar ainda mais a produção de insulina natural no doente , a qual já se encontrava diminuída pela condição diabética.
Dentro desta lógica, que a medicina deveria contestar se tivesse uma lógica sua, os aparelhos que se dizem produzir «campos magnéticos alternados» terão melhor possibilidades de exercer tanto mais efeito quanto menos carente em oligoelementos minerais estiver o organismo. Tão vitais são eles que os cientistas lhes chamam também «bioelementos».
Talvez advenha também desta base metálica do terreno orgânico, o maior ou menor êxito de qualquer aparelho que produz artificialmente vibrações magnéticas.
*
MEDICINA OU CIÊNCIA MEDIEVAL?
Ao barrar o caminho do investigador livre que experimente as novas terapêuticas eco-alternativas ou terapêuticas ecológicas, ou terapêuticas da esperança, como a Magnetoterapia, a ciência médica estabelecida demonstra bem a sua natureza medieval e retrógrada.
Ao classificar arbitrariamente de «superstição» e «charlatanismo» a experimentação científica nos campos até agora bloqueados pela superstição químico-farmacêutica (por motivos afinal bem sabidos e notórios mas que nada têm a ver com a defesa da famosa saúde pública), a ordem médica estabelecida mostra não só o seu beatismo e o seu anacronismo, mas também a sua intrínseca venalidade...
Ao impedir que a ciência avance pelo campo das bioenergias e das alternativas ecológicas, da «medicina metabólica», a medicina vigente torna-se réu de alta traição perante a história, já que está cortando a única saída de esperança , vida e sobrevivência à humanidade, que ela mesmo, medicina química, encurralou num beco sem saída.
Ao condenar a humanidade ao desespero, ao cancro, à sida (que a medicina inventou) e a todas as «doenças da civilização» e «doenças da iatrogénese», doenças do consumo e doenças da poluição, a actual medicina química encontra-se em tribunal da opinião pública que, tarde ou cedo, a há-de julgar.
Há um momento em que toda a serenidade e paciência se esgota, perante os excessos de grotesco que atinge o tecnodiscurso alegadamente médico, que tem sistematicamente o condão de fazer de nós parvos?
Estamos afinal na Idade Média dos discursos teológicos - ou estamos na idade da razão?
Se um efeito tem sempre uma causa e se a doença é um efeito - como já se sabe desde La Palice - o que tem impedido, afinal, a ciência médica de investigar e pôr todos os meios que o capital põe ao seu dispor para pesquisar as causas que só podem ser obviamente, ambientais?
Que estranha perversidade percorre este discurso e estes discursadores?
Como é que, no texto de uns prémios patrocinados pela Sociedade de Ciências Médicas e que toda a Comunicação Social badala, aparece este mimo de frase:
«A artrite reumatoide é uma doença reumática de origem desconhecida , frequentemente grave e que se admite atingir cerca de um por cento da população"?
A que povo medieval se dirige este discurso de medieval ignorância?
Como é que a causa da «artrite reumatoide» é desconhecida?
Se existem ciências médicas e sociedades das ditas, admite-se que ainda hoje , em 1989, se debite um discurso sobre doenças desconhecidas quando se sabe, de ciência certa, que 99,9 % são doenças do ambiente, do consumo, da poluição, da «civilização» , do meio urbano, da indústria, da poluição industrial, do stress, do ambiente tóxico, etc?
Que estranho pudor inibe a ciência médica de investigar por aí - ligando a causa ao afeito - e chamar às coisas pelos seus nomes?
Quer fantasmagoria esquizofrénica é esta?
Que cegueira é esta?
Que confiança quer ganhar dos «media» uma ciência que se comporta mais irracionalmente do que um feiticeiro das tribus papuas da Nova Guiné (e é ofender os papuas) ?
Se não sabem explicar o óbvio, porque não se demitem?
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REACÇÕES CURATIVAS E CURA INICIÁTICA
I
Se consultarmos o quadro de 5 diáteses ou predisposições tipológicas estabelecidas por Menetrier, vamos encontrar uma classificação muito interessante para este tópico que estamos a analisar: as reacções curativas.
Considera Menetrier: por um lado, a diátese Alérgica e , por outro lado, a diátese Anérgica.
Eis mais um par de opostos muito significativo em Noologia.
Grande parte das doenças oscilam, de facto, entre esses dois pólos. Um dos primeiros cuidados, no enquadramento de uma doença, é saber em qual dessas 2 grandes áreas energéticas se inclui ou para a qual se inclina o doente:
Como acontece em todas as classificações biotipológicas, regra geral, os tipos não aparecem puros mas sim mesclados. De onde, por exemplo, a Anergia possa coexistir com a Alergia.
No entender da Noologia é o que se chama, em medicina tradicional chinesa e no sistema dos 5 elementos, um ciclo perverso.
Ora a complexidade das actuais patologias reside precisamente em que entrámos numa fase de ciclos perversos (ciclos viciosos) cada vez mais complicados.
A dificuldade de ultrapassar as doenças reside hoje, em grande parte, nessa situação , que se generaliza, de estrutural perversidade energética, a que a medicina às vezes não deixa de chamar, reconhecendo, «ciclos viciosos».
Em regra, a medicina química produz ciclos viciosos sem regresso. Deverá dizer-se, sem medo a represálias, que a principal responsável pela introdução dos «ciclos perversos» ou «ciclos viciosos» na vida moderna é a ciência médica. E que a isso , a essa vocação de espalhar perversidade, se chama cientificamente Iatrogénese.
O mais difícil para as medicinas naturais não é curar pelas causas, basta que o doente queira colaborar. O mais difícil tecnicamente para as medicinas naturais ou terapias doces, é resolver e ultrapassar os ciclos viciosos provocados pela química médica, é desfazer, contrariar, anular, ultrapassar os efeitos perversos dos medicamentos e da medicina.
O que passa também pela difícil operação que se chama «desmame da droga».
ALÉRGICO E ANÉRGICO
De qualquer maneira, teremos sempre que tentar saber o que predomina: se o anérgico, se o alérgico.
Na dúvida , deveremos tentar atacar os dois.
Definindo terreno alérgico como uma hipersensitividade ou hiperreactividade do organismo e anérgico como uma hipo-reactividade ou hipo-sensitividade, se os sintomas apontam claramente para reactividade aumentada - deveremos procurar des-sensibilizar a sede da hiper-reactividade - o fígado.
Temos, à nossa disposição, o des-sensibilizante universal - o Enxofre.
Se houver, simultaneamente, sinais de apatia energética - por mais que se receite o doente dirá sempre que não sentiu nada - é ainda o Enxofre que poderá fazer o Milagre de, ao mesmo tempo, des-sensibilizar para re-sensibilizar.
E não será por acaso que o Enxofre - quer o metal, quer o princípio filosofal - seja uma das energias decisivas no desencadear de uma alquimia pessoal , no restabelecimento dos bioritmos e ciclos, no metabolismo, na desestruturação das células, para uma posterior reestruturação, no arranque do movimento alquímico.
E tudo isto, que acabamos de enunciar, faz parte das famosas «reacções ou crises curativas» a que, em Gnose Vibratória, chamamos stresses positivos, Desestruturação/Reestruturação.
Voltamos ao ponto da reacção curativa e partimos de novo para outra incursão.
A doença, quanto mais grave, mais oportunidade dá ao doente de evoluir (Postulado nooológico).
Mas quanto mais crónica e antiga for a doença, mais tempo leva a curar, porque mais tempo leva o processo alquímico de transmutação, desestruturação e reestruturação das células, mais crises ou reacções curativas provoca.
Reacções curativas que passam por duas condições sine qua non:
Para uma e outra coisa é imprescindível o contacto com :
Outro salto de gamo para um interface essencial na cura energética: aquilo que, em Gnose Vibratória, se chama Psicostasia.
Psicostasia , fundamentalmente, tem a ver com um julgamento vibratório a que somos submetidos desde que entremos no circuito das energias cósmicas vibratórias.
Ou seja, a subida de uma oitava na escala vibratória de N8 a N56, terá que passar por esse julgamento em que o Cosmos nos pesa e avalia as energias da alma para saber se pode ou não passar.
Tristeza infinda do nosso tempo triste de mentiras virtuais (energeticamente zero ou abaixo de zero) é que as pessoas se julguem a salvo de uma avaliação cósmica ou Prova Geral de Acesso, como se o Mundo Vibratório fosse a completa balda e não a ordem inviolável que de facto é.
É a Ordem do Universo como ensina, por exemplo, entre outros sistemas noológicos tradicionais, o Yin-Yang taoísta ou Princípio Único.
Saltamos agora para os «Rituais de Passagem». Todas as tradições falam de «rituais de passagem». Algumas ordens ditas secretas também fazem uma caricatura desses ritos, degenerados em rituais. Nos liceus e escolas é o espectáculo ignominioso da praxe - a significar que se perdeu completamente o sentido do sagrado e dos necessárias graus de iniciação. Ou até o sentido do simples bom senso e do simples senso comum.
«Ritos de Passagem» , de Jean Holm e John Bowker (Publicações Europa América) é um dos livros muito interessantes que nos permitimos incluir na bibliografia auxiliar deste tema inesgotável que é o tema das «Reacções Curativas»
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REACÇÕES CURATIVAS
O que fez da Alquimia uma Arte (quase) inacessível e das 12 ciências sagradas aquilo a que se chamou «ciências ocultas», foi a complexidade do acto iniciático a que, em terapia natural, poderemos chamar , muito simplesmente , reacções curativas e a que Etienne Guillé chama «stresses positivos».
De facto, neste conceito do sábio grego Hipócrates, confluem todas as linhas energéticas que fundamentam a vida e a morte, a saúde e a doença, a nossa evolução ou involução, a nossa capacidade de progredir energeticamente ou de energeticamente regredir, no caminho que escolhemos entre Alfa e Ómega, entre Macro e Microcosmos.
Nunca as terapias naturais hoje no mercado deram ênfase suficiente a esta encruzilhada de todos os caminhos, a este interface de todos os interfaces energéticos.
Sem poder nem querer indicar, ao mesmo tempo, todos os itens que deste decorrem, vamos indicar alguns. Vamos pegar numa das pontas da meada, meada que é, de facto, labiríntica . Mas que, por ser labiríntica, não nos deve assustar - desde que tenhamos a bússola que nos oriente, entre os recifes, no percurso desse labirinto.
A nossa bússola, em Noologia, é a Gnose Vibratória de Etienne Guillé, que daremos em anos futuros ou em cadeira diferente deste mesmo ano.
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(*) A experiência de seres humanos em voos espaciais levou, assim, à confirmação deste campo magnético que os cientistas designam de «campo Schumann», cuja falta provocava perturbações fisiológicas nos primeiros astronautas.
ANEXO
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Alguns itens da lição dada por Salomé, em 18 de Janeiro de 1997:
Causas fundamentais da doença:
4 corpos segundo Alice Bailey:
Lateralidade:
PH
«Morrer: a maior medicina de todas »♥♥♥