<94-03-08-bm > <alergia--> - 8/3/1994 - pesquisa ortomolecular - [bodymind] - files selectos

CENTRO DE

PESQUISA ORTOMOLECULAR

ALQUIMIA ALIMENTAR

TERAPIA VIBRATÓRIA PELOS METAIS

EM CASO DE DOENÇAS ALÉRGICAS

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8/3/1994 - 1 - Se se confirma a hipótese exposta e proposta pela radiestesia holística , se de facto a informação vibratória recebida de um metal equivale, vibratoriamente e para efeitos terapêuticos vibratórios, à sua absorção por outras vias (alimentação, oligoelementos, homeopatia) teremos à vista a maior «arma» terapêutica contra os ciclos viciosos - chamados alergias - criados pela medicina química. Ensina a experiência que em caso de alergia é extremamente problemático administrar não só medicamentos (que provocam hipertensão, por exemplo) mas também oligoelementos (há sempre reacção violenta) ou mesmo homeopatia. A grande inquietação reside, exactamente, em saber se a informação vibratória poderá operar os mesmos efeitos sem a desvantagem e contrapartida das reacções, anómalas, próprias do terreno alérgico. Tomemos o exemplo de uma hipertensão.

2 - Ao abordar a questão dos metais no organismo e sua importância na evolução do metabolismo, a radiestesia alquímica evita literalmente questionar duas importantíssimas fontes de poluição ou contaminação química que são: a poluição química e a poluição radioactiva.

Lançado na senda da medicina química, o doente da vista, por exemplo, dificilmente se livra depois dos ciclos viciosos em que a medicação química o faz cair. O que, é claro, neste momento, é que a medicação para a vista, sem tratar a causa que vem do Fígado, vai actuar na causa e criar novos problemas. Nunca houve tantos diagnósticos de glaucoma, como desde que se tratam glaucomas... Nunca houve tantos diagnósticos de catarata, como desde quando a oftalmologia trata cataratas através de medicamentos contra cataratas. É assim que o oftalmologista, hoje, começa desde logo a mentalizar o doente para a cirurgia, ou a antecâmara da cirurgia, os tratamentos de raios laser. Sob a ameaça de cegar por uma catarata ou por um glaucoma, não é evidentemente difícil ao doente submeter-se ao respectivo tratamento químico que, na melhor das hipóteses, vai ter efeitos secundários, provocando, por exemplo hipertensão arterial, que o oftalmologista escamoteia - dizendo que não é do medicamento - ou, ne melhor das hipóteses, dando-a como um mal necessário, um risco a ser suportado pelo doente, face a um risco maior - o do glaucoma ou o da catarata. É assim o ciclo vicioso. Entre dois riscos, o doente deixa-se ir pelo risco que o oftalmologista lhe impõe como o menor.

3 - Será que a Radiestesia Alquímica vai limitar o seu papel ao de «bombeiro» da medicina química? Perante a doença iatrogénica - produzida pela medicina em geral e pela medicina química em particular - será que vai apenas evitar o agravamento dos sintomas produzidos pelos medicamentos sem conseguir fazer a transição da química para o produto terapêutico biológico? Esta pergunta coloca a questão central não só das medicinas ditas paralelas, como da própria Radiestesia Alquímica, enquanto vanguarda dessas medicinas alternativas ou paralelas?

É certo que Etienne Guillé coloca, desde o seu primeiro livro «L'Alchimie de la Vie», os metais no centro da questão, considerando os metais alquímicos os que desempenham a função primordial da vida que é a teleacção. Mas absorvido pela pesquisa dos metais no sentido positivo (como condutores da energia vibratória), deixa em segundo plano, ao longo dos seus livros, o aspecto toxicidade dos mesmos metais. Ora, na terapêutica, não é possível ignorar a toxicologia dos metais, a intoxicação química em geral e - o que nem sequer é contraditório - a intoxicação farmacêutica.

4 - Árdua se apresenta a tarefa de proceder ao «desmame» de uma droga farmacêutica que mantém o doente, regra geral, prisioneiro de dois riscos: o risco de se agravar o sintoma de que sofre, e o risco de surgirem novos sintomas que são, quase inevitáveis, efeitos dos chamados «efeitos secundários» do medicamento. É o chamado «ciclo vicioso» que, regra geral, desemboca na cirurgia. Se a radiestesia conseguir evitar a Cirurgia já é importante. Mas parece lícito esperar da R.A muito mais: para começar, o desmame total e completo da droga farmacêutica. Se a radiestesia e contra a mentalidade dos assistidos, tem que mostrar a sua vitória sobre todas as dependências, inclusive a toxicodependência dos produtos químico-farmacêuticos.

Toxemia, algumas doenças do fígado, doenças venéreas, endurecimento das artérias, doenças dos rins, diabetes e algumas doenças nervosas influem na vista.

Carência de Riboflavina (uma das vitaminas do complexo B) origina fadiga visual e sensibilidade excessiva à luz.

A vitamina A tem também grande importância para integridade e funções dos olhos.

A falta de fósforo, de vitamina D e de cálcio contribui para o aparecimento e progressão da miopia.

As sementes de girassol constituem um específico, pois são ricas em vitaminas do complexo B. O óleo de sementes de girassol abunda em vitaminas A e D, sendo ainda ricas em cálcio, fósforo e ferro.

O consumo de mirtilos, beterrabas, groselhas, tomates e amendoins torna a parte branca dos olhos mais clara.

O glaucoma pode estar relacionado com o endurecimento das artérias quer do globo ocular quer de outras regiões.

As bagas de zimbro (Junípero) aumentam a capacidade visual, fortalecendo os nervos ópticos. As rosas também fortalecem a capacidade visual.

A «Euphrasia officinalis» pode ser usada externa e internamente no catarro dos olhos, nas inflamações causadas por luz intensa, vento frio, pó de cal, etc.

As pétalas de rosas, as folhas de morangueiro, as flores de sabugueiro, a salva e a tanchagem também são úteis nas inflamações da vista.

Remédio popular foi o suco fresco (cor de laranja) de «Celidonia maior» e o extracto de raiz verde, recomendados na conjuntivite e na oftalmia.

Tanto a «Celidonia Maior» como a «Cineriara Maritima»(?) podem provocar contracção dos vasos sanguíneos da córnea.

Banhos com extracto de flor de sabugueiro e de malmequer dão alívio e ajudam a rebentar treçolhos.

Usar água destilada, pois o cloreto de sódio da água vulgar é cáustico para a vista.

Folhas de tomilho ou eucalipto, ou folhas de laranja ou limoeiro, para banhos de vapor aos olhos.

Infusões de flor de sabugueiro, ou alface, ou escarola (variedade de chicória), tomilho, malva, tomate, violetas, rosas ou cravos, para compressas de água morna.

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MEDICINA AMBIENTAL CONTESTA REACÇÃO A ALIMENTOS - TESTE INEFICAZ «DESPISTA» ALERGIAS

A detecção de alergias alimentares através da administração de extractos de alimentos passíveis de provocar reacções desagradáveis constitui um método de despiste ineficaz, segundo revela um estudo efectuado por especialistas em medicina ambiental da Universidade da Califórnia.

«O nosso estudo demonstra que este tipo de testes não é válido porque não nos consegue dizer com segurança o que perturba as pessoas», disse Don Jewett, cirurgião da Universidade da Califórnia responsável pela condução do trabalho.

O estudo põe em causa as técnicas utilizadas numa área denominada medicina do ambiente, a qual atribui aos alimentos, produtos químicos e poluentes ambientais, uma série de doenças.

Regra geral, os alergistas utilizam um teste cutâneo para determinar sensibilidades alérgicas. Colocam na pele um pouco do elemento passível de provocar a alergia e aguardam uma reacção do organismo.

SINTOMAS DE IRRITAÇÃO

Ao contrário, na medicina ambiental injecta-se a comida na pele do paciente e aguarda-se para ver se o doente tem reacção. Os sintomas incluem comichão no nariz, olhos sensíveis, ouvidos tapados, garganta áspera, cansaço, dores de cabeça, tonturas, dificuldades respiratórias, sonolência, depressão, tosse, tensão nervosa, diminuição da flexibilidade dos maxilares, gases intestinais e dores nas pernas.

Se uma determinada substância provoca qualquer resposta, o médico poderá tentar encontrar a chamada «dose neutralizante», feita com o mesmo extracto de comida, que fará desaparecer os sintomas. De seguida, o doente recebe uma série de injecções «neutralizantes» para o proteger contra a reacção alérgica.

Para Jewett, os resultados do referido estudo contestam este tipo de tratamento bem como a precisão do teste diagnóstico. «Os médicos pensam que têm uma solução e tentam o seu melhor, de forma honesta. Todavia, os testes fazem-nos seguir uma via errada», salienta.

Estas conclusões foram retiradas na sequência de análises a dezoito pacientes ao longo de vinte sessões durante as quais os doentes receberam falsas injecções de água salgada ou doses de extractos alimentares.

ESTUDO DEFEITUOSO

Entretanto, Sherry Rogers de Syracusa, membro da Academia Americana de Medicina Ambiental, considerou o estudo defeituoso acusando os médicos de administrarem doses erradas nas suas injecções.

«Estou atónito», disse, salientando que «o teste está cheio de erros e revela uma grande incompreensão de toda uma técnica».

Respondendo a estas críticas, Jewett diz ter efectuado a pesquisa após ele próprio se ter sujeitado ao tratamento, acreditando que este o ajudara.

«Eu estava certo que o estudo demonstraria a eficácia destas injecções. Senti-me verdadeiramente chocado ao verificar o contrário», comentou.