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27/Outubro/1989
[VAGA DE FUNDO - IDEIAS-CHAVE]
[PÁGINAS AUTOCENSURADAS PARA FICÇÕES]
O «LOBBY» JUDAICO
[FOTOS: MAHLER, MARX, KAFKA, ZWEIG, FREUD]
Vejo nítida, nas páginas de Stefan Zweig, concretamente na edição portuguesa, tão mal traduzida e cuidada, de «Zeit und Welt» («A Marcha do Tempo» é como se intitula em português), a révanche dos intelectuais judeus e como a defesa dos da sua raça é para eles religião.
É comovente a dominante propaganda que os judeus promovem através de todos os meios, mas principalmente os da notoriedade artística, científica e cultural, dos seus próprios valores.
Freud e Kafka: são apenas dois exemplos da inesgotável bibliografia que sobre os génios de raça judaica se derrama pelo mundo. Nós todos continuamos a salivar de acordo com a colossal referência desses homens, sem dúvida geniais mas a que a dinâmica publicitária ininterrupta, tácita entre judeus, confere uma força inextinguível.
Estamos todos colonizados pelos génios, maiores, médios e menores, de raça judaica. Não fazemos nada que não seja sob o seu signo, e até quando julgamos combatê-los (ou antes, discuti-los), estamos ainda a servi-los, falamos ainda sob a sua influência. Não nos largam.
Constato, não critico.
Marx é outro tópico obrigatório de referência. Só resta saber se Darwin, Pavlov e Hegel, fatais entre os homens fatais da Grande Barrela ao cérebro, não eram também judeus.
Cada vez que Stefan Zweig escreve a palavra Viena, parece que o mundo se concentra nela. Zweig dá nos seus livros um reflexo dessa magia, dessa atracção, a que a raça judaica não é com certeza estranha. ●