5718 caracteres - 4 páginas - <gt-0> - inédito ac de 1994 - merge doc de 3 files wri da série <gt-> que significa guy tarade - leituras de noologia – esboços e esquemas de investigação – leituras mágicas - 2677 caracteres <gt-1> <frases><adn> gt = guy tarade

A VERTIGEM DOS NÚMEROS

ANTOLOGIA DE GUY TARADE

O geólogo austríaco Otto H. Much estabeleceu com precisão, graças a informações dadas pela astronomia, o dia e a hora deste apocalipse (dilúvio) e indicou a data de 4 de Junho de 8.496 a. C., às 20 horas precisas (hora da América do Sul).

Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida», pg.96

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Livro das Coisas que estão na Duat (Livro dos Mortos), narrativa babilónica do dilúvio.

Guy Tarade, in «As Portas do Atlântico», pg

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O universo teme o tempo, mas o Tempo teme as pirâmides (provérbio árabe).

Guy Tarade, in «As Portas do Atlântico», pg

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25 vezes 1461 anos faz 36.525 anos e como é necessário contar para o passado a partir do ano 4.241 a.C, origem do calendário egípcio actual, recuaríamos na antiguidade do Egipto até 40.000 anos antes da era cristã. Encontraram-se nas sepulturas mapas do Céu onde a posição das estrelas corresponde pouco mais ou menos a esta fantástica cronologia.

Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida», pg. 112

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Sabe-se que a data de edificação da Grande Pirâmide é incerta. Ninguém está verdadeiramente de acordo no seu estabelecimento. E se a história clássica coloca essa edificação em 2900 ou 2700 a.C., Heródoto aventa 6000 anos e outros, tal como o historiador Abu-Zeyd-el-Balkhy, datas ainda mais recuadas. O número fabuloso de 50.000 anos foi já dado por Richard Hennig em «Os Grandes Enigmas do Universo».

Guy Tarade, in «As Portas do Atlântico», pg. 126

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Há um facto curioso na história do Egipto: quanto mais se recua no tempo, mais os reis são identificados aos deuses, quer dizer, aos seres vindos do céu.

Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida», pg. 126

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No mito egípcio, o crocodilo identifica-se com Saturno, pois é tão voraz que chega a devorar os seus próprios filhos. Segundo Plutarco e Elien, o crocodilo é a própria imagem de Crono, deus do tempo. A sua fêmea, segundo estes autores, tem dentro de si os ovos durante 60 dias, põe 60, choca-os 60 dias, tem 60 dentes e 60 vértebras e, enfim, vive 60 anos; 60 é a primeira unidade de que se servem os astrónomos.

Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida», pg. 144

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Se, por razões naturais (terremoto) ou provocadas, a barragem do Assuão fosse destruída, seis horas mais tarde o Egipto e a Líbia ficariam totalmente riscados do mapa do mundo!

Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida». pg. 150

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Os antigos textos egípcios ensinam-nos que várias vezes o Sol se ergueu ao contrário da lei normal (...) Assim tudo leva a crer que o fim do Antigo Mundo foi provocado por um acidente cósmico.

Guy Tarade, in «As Portas da Atlântida», pg.153

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423 caracteres <gt-2><teste><adn><listas>gt = guy tarade - a testar na prática - a rever em enciclopédias

LÉXICO OCORRENTE EM GUY TARADE IN «AS PORTAS DA ATLÂNTIDA»

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14/12/1994 - Que vamos fazer, com a radiestesia, à ciência acumulada?

Como aproveitar (e integrar alquimicamente), como alquimizar os conhecimentos que o cérebro esquerdo foi acumulando ao longo dos séculos?

Impõe-se um critério de escolha e selecção e a radiestesia alquímica, provavelmente, com a sua faculdade de teledetecção, poderá dar uma ajuda nessa selecção.

Para já, com o 6º sentido da radiestesia, é possível fazer uma escolha, desde logo e à partida, que exclui toda a informação não relevante para a Gnose Vibratória. A intuição guiará o investigador numa primeira triagem. Perante os textos que nos «cheiram» como contributo válido (para alguma coisa há-de servir o sexto sentido da radiestesia), há depois que seguir um método.

Vamos tomar, como exemplo, o livro «As Portas da Atlântida», de Guy Tarade.

Se o percurso é labiríntico, então o livro de Guy Tarade «As Portas da Atlântida» pode constituir um itinerário suficientemente interessante para testar vibratoriamente e começar a reconstituir o «puzzle» das civilizações desaparecidas, especialmente a da Atlântida.

É como se vários fios mais ou menos imperceptíveis fossem tecendo um tecido coerente de eventos, entre o real e o fantástico.

Neste contexto, as informações começam a hierarquizar-se através de algumas pontas que aparecem mais claras e acessíveis aos cinco sentidos: a viagem para o continente perdido - situado no espaço tempo transcendente - não tem outros meios de acesso que não sejam os cinco sentidos.

O método que pessoalmente proponho, neste como em outros casos, é o da listagem.

Podemos, por exemplo, começar pelos lugares, ditos mágicos ou sagrados, que contenham eventualmente informações conducentes à perdida Atlântida:

Vamos depois para as inscrições escritas, mesmo aquelas de que não se sabe ainda se correspondem a uma linguagem ou se são meros desenhos rupestres:

Podemos depois pegar em outro fio, o das datas, ligado à vertigem dos números:

O exame hematológico das raças, dará «coincidências» curiosas:

O estudo comparado das palavras, então, quer dos nomes comuns quer dos nomes próprios, poderá fornecer mais alguns fios e pistas:

Os reagrupamentos de energias - com nomes de deuses, por exemplo - é outro campo fértil de semeadura, tal como já tem sido demonstrado

O léxico dito sagrado, poderá ser outro fio a seguir com cuidado: