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POLUENTES E ECOLOGIA HUMANA

(CHAMADA SAÚDE PÚBLICA)

21/4/2001 - Da lista negra cuidadosamente elaborada a seguir, penso que não inventei nenhum dos itens. Faltam ainda é muitos e muitos itens a esta bela lista dos poluentes que inundam o meio ambiente e que, portanto, condicionam a vida e a saúde dos que desse ambiente precisam para comer, beber e respirar. Digamos, genericamente, o consumidor, mas alguns nem é preciso consumir, chegam até nós naturalmente.

É esta lista negra (quando completa) que deverá inaugurar qualquer tentativa de ecologia humana. Fiquei-me pela lista (incompleta) porque logo se percebe, por ela, que uma equipa de 100 pessoas não chegaria para isso tudo, ou seja, para começar a sistematizar a ecologia humana que é, afinal, uma toxicologia alargada. E que já me tinham chamado, vezes demais, inimigo da pátria e do progresso, e por listas bem mais pequenas. O xilofene, por exemplo, ou o cloreto de vinilo.

Esporadicamente, os jornais noticiam estes itens de ecologia humana a que chamam, quando chamam alguma coisa, saúde pública. Mas o que interessa aos jornais é sensação e provocar adrenalina no consumidor, não é defendê-lo. Aliás, nem o próprio consumidor está interessado nisso: está mais interessado em continuar a engolir desgraças e, melhor ainda do que as desgraças, as notícias de jornais e telejornais sobre as sobreditas desgraças.

Aí vai, para começar, alguns dos itens, sem esquecer que faltam ainda centenas que não estão aqui compilados. Viva o progresso e a civilização.