<99-03-08-nn-ba> balanço do ano <tese-9> mein kampf 99 domingo, 9 de Março de 2003-novo word

BALANÇOS DO 25 DE ABRIL

SUBVERSÃO DO ENSINO SUPERIOR

8/3/1999 - O nível de matérias ministradas nos últimos anos do ensino secundário deverá ser retomado no ensino superior.

Há que rejeitar, totalmente, a paranóia de que, chegados ao ensino superior, tudo o que ficou para trás é lixo e há que deitar fora.

O que ficou para trás :

Os livros escolares do 10º, 11º e 12 anos de escolaridade devem ser religiosamente guardados e não atirados arrogantemente ao lixo, depois de terem custado balúrdios aos pais dos alunos.

E depois de terem custado alguns milhares de árvores abatidos ao afectivo para as fábricas de celulose.

A edição de livros escolares tornou-se, com o 25 de Abril e pretensamente legitimado por ele, um escândalo nacional, a engordar editores e autores que, largamente e ao abrigo de três coisas:

inflacionaram o número de títulos até à vertigem e ao delírio.

Depois deste escândalo e desta afronta à população menos abastada - à eterna e sacrificada classe média que paga todos estes regabofes partidário-científico- editoriais - será um duplo escândalo que o senil ensino universitário, a ciência ordinária que lá se ministra, a corrupção que lá lavra na distinta hierarquia - será um duplo escândalo que, depois disto e deste holocausto, vá tudo parar ao contentor municipal do sr. João Soares/Rui Godinho.

Um caso único de hipocrisia/ demagogia é, com efeito, o cuidado maternal posto na educação visual das novas gerações, ao ponto de se criar uma cadeira de desenho e, depois, as autarquias de Lisboa e arredores admitirem, desde o 25 de Abril, que os grupos rap ou lá o que é, embelezem de sinistra fealdade quilómetros e quilómetros de paredes.

Para avaliar da discriminação que hoje impera neste campo - há que referir alguns pontos :

a) Os grupos rap actuam ao abrigo de uma multiracialidade que a esquerda tem alimentado como sua prerrogativa exclusiva e com episódios mais ou menos manipulados para efeitos de telejornal

b) Discriminação e grande, é que se admita que grupelhos de merda poluam visualmente as cidades e que depois, nas aulas, os professores, igualmente esquerdistas, igualmente afectos ao arquitecto Troufa, incluam, ao lado de uma tintas de protecção ambiental,a negregada «educação visual» como rubrica muito progressista e muito pró 25 de Abril da educação da nossa juventude.

Ou seja: neste fenómeno ultraracista colabora principalmente um esquerdismo necrófilo, que monopolizou o 25 de Abril e que tem manipulado cérebros, pressionado editores, insultado ministros da educação, etc., etc.

À excepção da editora Gradiva , que prosperou por outros motivos circum-escolares, as editoras que têm conseguido não falir e encher o papo, vivem do livro escolar, todos os anos igual e todos os anos diferente:

destacam-se entre as principais beneficiárias desta Abrilada.