1-7<99-03-28-om> = a lógica ortomolecularnote-books merge de 4 files da série <bioinf-> segunda-feira, 26 de Agosto de 2002 - <bioinf -3>  - informação em ciências biológicas

MAIS INFORMAÇÃO

SOBRE BIOINFORMAÇÃO

CITAÇÕES DE DIVERSOS AUTORES

«A árvore da ciência é a árvore da morte.» - Von Bertalanffy, 1956

Em lugar de definir o homem como animal racional deveríamos defini-lo como animal symbolicum. Ao fazê-lo assim, podemos designar a sua diferença específica.- Ernst Cassirer

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<bioinf-4> - informação em ciências biológicas - a informação vibratória em ciências da vida

DO XAMANISMO À MODA DOS PSICOACTIVOS

28/3/1999 - Com a ajuda da etnologia e de alguns etnólogos, os xamãs entraram no discurso de vulgarização científica, aparentemente sem escândalo, talvez porque a etnologia credenciava o facto.

O incitamento social e ideológico que subtilmente tem sido feito para o consumo de substâncias alucinogénicas, poderá estar na origem dessa popularidade e desse súbito interesse da civilização ocidental por formas culturais que a ciência sempre desprezou ou menosprezou e que se encarrega de classificar de «primitivas».

O cogumelo Amanita Muscaria tem sido o menino na mão das bruxas, um dos psicoactivos mais falados, embora a finalidade de tamanha propaganda pretenda alargar os consumos a substâncias menos inocentes e menos naturais.

À luz da gnose vibratória sistematizada por Etienne Guillé, porém, o xamanismo e as técnicas xamânicas inserem-se num processo de involução e não de evolução espiritual.

Pela simples razão de que tudo se passa no domínio do sensorial, do reforço e exaltação do nível sensorial.

É uma ilusão supor que a atitude mística (e a atitude xamânica é mística) é uma iniciação.

E que são iniciáticas as técnicas usadas pelos místicos de várias culturas:

À luz da gnose vibratória, todas estas técnicas reforçam mais do que libertam os egos e apegos.

O transe e o êxtase nada têm a ver com a via iniciática/alquímica.

Situam-se, inevitavelmente, no nível N8, ainda que a Amanita Muscaria vibre, segundo Etienne Guillé, N56.

Tomar um cogumelo que vibre N56 não significa que o sujeito passe a vibrar N56. Significa é que vai ter alucinações...

Há uma regra irreversível em gnose vibratória: os níveis vibratórios de consciência são conquistas de uma evolução em que o suporte vibratório (o ADN celular, ao fim e ao cabo) tem de mudar e de transmutar molecular e alquimicamente.

Testar um cogumelo N56 pode ajudar a fazer subir o nível vibratório de consciência de quem o testa mas se o suporte vibratório ainda não ganhou consistência, o único resultado de tomar a Amanita Muscaria é a alucinação sensorial. E é por isso que os livros (muitos livros) falam de alucinogénicos, uns de fabrico químico em laboratório (LSD) e outros de forma mais tradicional (fumado ou aspirado).

O uso de «alucinogénicos» insere-se um processo de deseducação cultural em que a sociedade de consumo, simplesmente interessada em vender, cada vez mais se empenha , na única e exclusiva finalidade de ganhar dinheiro e aumentar os lucros, nem que seja à custa de destruir o suporte vibratório (o ADN celular) dos consumidores de drogas e desprezando, em última análise, o potencial energético e vibratório do ser humano.

Que não só pode como deve vibrar ao nível N56 da Amanita Muscaria. Mas, para isso, terá que evoluir até lá em vez de queimar o suporte com frequências vibratórias para as quais o suporte não está alquimica e iniciaticamente preparado.

Os etnólogos esforçam-se por encontrar a nomenclatura que designe os fenómenos verificados no mundo xamânico e das plantas modificadoras dos estados de consciência.

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Livro consultado para esta ficha de gnose vibratória: Michael J. Harner - Alucinógenos y Chamanismo - Ed. Guadarrama - Madrid - 1976

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<bioinf -2> - informação & contra-informação em ciências biológicas

3 FICHAS DE LEITURA

O PSICOMORALISMO DAS DROGAS MENTAIS - A MANIPULAÇÃO DO HOMEM PELO HOMEM

28/3/1999 - A palavra manipulação encontra um exemplo ilustrativo nos métodos de narcoanálise que a ciência médica se tem encarregado de inventar e aplicar, sempre em nome do progresso científico e a bem do doente, é claro.

Pentotal - vulgarmente conhecido por «soro da verdade» , - gardenal, veronal, barbitúricos em geral, entram para o arsenal da medicina química e alimentam a filosofia manipulatória quer a inspira, a filosofia que instrumentaliza o ser humano como doente-cobaia.

Só que, desta vez, com os psicomedicamentos, o alvo não é a célula em geral, mas uma célula extremamente especializada e especial que é a célula cerebral - centro da informação intermolecular e vibratória .

Pentotal sódico, amital sódico, narcovene, evipan, gardenal, soneril, dial são assim, como poluentes químicos introduzidos no organismo, a contra-informação por excelência, o que combina com a palavra dominante neste contexto, a palavra «manipulação».

Quando a moral começa, desta forma, a ser atacada, a ética mobiliza-se para aliviar as consciências dos cientistas e as comissões de ética , à ilharga da neutral medicina, multiplicam-se para obviar ao escândalo da manipulação do homem pelo homem em que certas áreas privilegiadas da ciência se transformaram.

A propaganda católica aproveita para se armar em boa e desempenha então um certo papel na promoção dessa ética, perguntando com a melhor das intenções, como faz G. Perico no livro A Narcoanálise e os Tranquilizantes (União Gráfica - Lisboa - 1962 ):

«A exploração do pensamento de outrém será moralmente admissível?».

«Poderemos admitir a narcoanálise como método de tratamento dos desvios psíquicos?».

«Poderá a narcoanálise ser usada judicialmente como método científico de testemunha?».

«Se, em determinados casos, a narcoanálise for admitida pela moral, quais são os limites da sua liceidade e quais as formas do seu emprego?» (*)

Estas perguntas, nomeadamente a última, respondem-se a si próprias. Está encetado o processo de branqueamento da barbárie manipulatória , começou a autojustificação do psicofascismo, a manipulação do homem pelo homem acrescenta-se à exploração do homem pelo homem

Fazer essas perguntas já denota a moral e o propósito de quem as faz.

Mas a ciência médica orgulha-se, como é usual, de mais este progresso tecnológico e soma mais alguns feitos de uma história gloriosa

Nos meados do século XIX, Morel, Borel, Robin, Lepine serviram-se do éter e Baruk serviu-se do escopucloralósio.

Vissie usou a escopolamina como «soro da verdade» e Lorem experimentou o barbitúrico amital, inaugurando os barbitúricos em medicina.

A expressão «soro da verdade», atribuída ao pentotal, foi pela primeira vez usada por House, perante o Chicago Neurological Society.

Em 1932 Horsley criou o termo de narcoanálise para o processo de exploração psíquica por meio da narcose.

Para este tecnicismo a medicina encontra sempre justificações na necessidade dos pacientes, nomeadamente se em teatro de guerra.

A narcoanálise (a que os franceses, para não se confundir com a psicanálise, chama narcopsicoterapia) foi largamente utilizado na guerra 1939-45 nos hospitais dos aliados da África setentrional, em tripulantes dos bombardeiros atingidos pelo «shell-schok»

BIOINFORMAÇÃO E BIOCOSMOLOGIA

29/3/1999 - Tentando traduzir, em termos de ciência moderna, o que seria o «microcosmos» de Hermes Trismegisto, colocam-se duas hipóteses :

Para a saúde e as ciências da saúde, para a vida e as ciências da vida, o mais lógico é que seja o ADN, aquilo que em gnose vibratória se chama «suporte vibratório».

Sendo o ADN a sede da bioinformação (e o ARN o seu meio transmissor ) é lógico e ecológico que chamemos ao ADN o microcosmos, sendo o macrocosmos aquilo que designamos por «energias vibratórias».

Emissor/Receptor/Emissor: temos assim traçado o esquema básico da sequência da bioinformação.

Para os físicos e astrofísicos, porém, o microcosmos é identificado com as partículas - o infinitamente pequeno - e o macrocosmos com o infinitamente grande do cosmos ou continuum das energias vibratórias postulado pela gnose vibratória.

A simetria, mais uma vez, faz sentido: dois físicos do CERN , John Ellis e Dimitri Nanopoulos, afirmam o seguinte :

« A reconciliação da física das partículas - o estudo do infinitamente pequeno - com a csmologia - o estudo do infinitamente grande - é talvez o último problema com que se debatem os físicos teóricos.»

1/Abril/ 1999 - Todos os livros afirmam que o organismo «não é capaz de sintetizar as vitaminas».

Será mesmo assim?

Ou não é capaz de sintetizar no baixo nível vibratório habitual do N8?

Ou sucede aqui o que a tese polémica de C.L. Kervran demonstrou contra aquilo que a ciência afirmava : a impossibilidade de o organismo transmutar metais a baixa temperatura?

«Claude Bernard, em 1859, demonstrou que o nosso organismo é um aquário, ao definir pela primeira vez a noção de meio interior. » - Leprince/Fouqué, Ed. Três, 1983, São Paulo

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<bioinf-1> - informação em ciências biológicas

MAIS INFORMAÇÃO SOBRE BIOINFORMAÇÃO

OBJECTIVO DA MINHA TESE DE LICENCIATURA

PARA UM LÉXICO DE BIOINFORMAÇÃO

A informação em ciências da saúde deverá ser pesquisada através de pistas vocabulares, as palavras que mais informação são susceptíveis de conter sobre bioinformação, como por exemplo (alfabetar em word) :

Esta listagem deve ser imediatamente relacionada com a listagem de temas de interface, onde compilei aqueles que me parecem conter mais informação sobre bioinformação.

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A INFORMAÇÃO EM CIÊNCIAS DA VIDA E O MUNDO VIBRATÓRIO - A TESE PÓSTUMA DE AFONSO CAUTELA - PARA A SUA PRÓXIMA INCARNAÇÃO

Palavras-chave deste dossiê:

 

Outros títulos possíveis para este dossiê:

Convergen neste dossiê de aproximação ao microcosmos (ADN) , leituras que andavam por vários directórios :